Jó 41

Godɨn Eghaghanim: Akar Gavgavir Dɨkɨrɨzir Ghurim ko Igiam (MSY2020) vs ARA

Sair da comparação
ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Ikiavɨra Itir God ua kamaghɨn mɨgɨa ghaze:
1 Podes tu, com anzol, apanhar o crocodilo ou lhe travar a língua com uma corda?
2 Nɨ ti an atinim benir gavgavim a dafagh a gekuigh mangɨgham?
2 Podes meter-lhe no nariz uma vara de junco? Ou furar-lhe as bochechas com um gancho?
3 Nɨ manmaghɨn nɨghnɨsi?
3 Acaso, te fará muitas súplicas? Ou te falará palavras brandas?
4 A ti nɨ ko akar gavgavim akɨrigh,
4 Fará ele acordo contigo? Ou tomá-lo-ás por servo para sempre?
5 Nɨ ti a ko ikararangam,
5 Brincarás com ele, como se fora um passarinho? Ou tê-lo-ás preso à correia para as tuas meninas?
6 Dagɨaba bagha ingarir gumazamiziba ti, an ivezim bagh akabar uari adogham?
6 Acaso, os teus sócios negociam com ele? Ou o repartirão entre os mercadores?
7 Nɨ ti afuzir avɨribar a giniftɨ,
7 Encher-lhe-ás a pele de arpões? Ou a cabeça, de farpas?
8 Aria, nɨ uan agharimning a gisɨn datɨgh,
8 Põe a mão sobre ele, lembra-te da peleja e nunca mais o intentarás.
9 “Nɨ ongarimɨn itir goar ekiar kamɨn ganigh, egh nɨ bar atiatigh nɨrɨzim nɨn agharapaniba asivkɨntɨ,
9 Eis que a gente se engana em sua esperança; acaso, não será o homem derribado só em vê-lo?
10 Tinara an navim giniv, a ko mɨsogh anebɨragham?
10 Ninguém há tão ousado, que se atreva a despertá-lo. Quem é, pois, aquele que pode erguer-se diante de mim?
11 Nguazir kamɨn biziba da bar nana,
11 Quem primeiro me deu a mim, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu.
12 “Kɨ datɨrɨghɨn ongarimɨn goar ekiar kamɨn suebagh eghanam, da manmaghɨn gari,
12 Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem da graça da sua compostura.
13 Tinara an inimɨn itir naziar gavgaviba adegham?
13 Quem lhe abrirá as vestes do seu dorso? Ou lhe penetrará a couraça dobrada?
14 An atarir ekiar avɨriba itima gumazamiziba bar dar atiatingi.
14 Quem abriria as portas do seu rosto? Pois em roda dos seus dentes está o terror.
15 An akɨragharimɨn itir naziar gavgaviba,
15 As fileiras de suas escamas são o seu orgulho, cada uma bem-encostada como por um selo que as ajusta.
16 An naziaba bar deravɨra uarigh kumigha gavgavizɨ,
16 A tal ponto uma se chega à outra, que entre elas não entra nem o ar.
17 Da bar uari savsuiragha gavgavizɨ,
17 Umas às outras se ligam, aderem entre si e não se podem separar.
18 “An asir dughiamɨn, avim an fetoribar otiva azenan iza tintinibar zui.
18 Cada um dos seus espirros faz resplandecer luz, e os seus olhos são como as pestanas da alva.
19 Avir mɨzariaba an akatorimɨn otivaghira,
19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
20 Ezɨ mɨturir an fetorimɨn otivim,
20 Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente ou de juncos que ardem.
21 A uan akatorim akarir dughiamɨn, an amɨnim avim gamima, an otifi.
21 O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.
22 “An fɨragharim bar gavgafi,
22 No seu pescoço reside a força; e diante dele salta o desespero.
23 An inivafɨzimɨn itir tuziba bar uarigh asavkonegha,
23 Suas partes carnudas são bem-pegadas entre si; todas fundidas nele e imóveis.
24 An navir averiam bizitamɨn atiatir puvatɨ.
24 O seu coração é firme como uma pedra, firme como a mó de baixo.
25 “A dɨkavigh tughamin dughiam,
25 Levantando-se ele, tremem os valentes; quando irrompe, ficam como que fora de si.
26 Gumaziba mɨdorozir sababar an okasava ami, o me afuzir ekiaba ko dozibar a ginivasava ami, da pura biziba.
26 Se o golpe de espada o alcança, de nada vale, nem de lança, de dardo ou de flecha.
27 A dar gari, da pura biziba.
27 Para ele, o ferro é palha, e o cobre, pau podre.
28 Gumaziba baribar a gasɨtɨ,
28 A seta o não faz fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho.
29 An aghorir ekiar mɨsozibar gari,
29 Os porretes atirados são para ele como palha, e ri-se do brandir da lança.
30 “Goar ekiamɨn navimɨn itir naziaba bar ghumigha,
30 Debaixo do ventre, há escamas pontiagudas; arrasta-se sobre a lama, como um instrumento de debulhar.
31 An ongarimɨn aven aruir dughiam, ongarim isiaghtui,
31 As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como caldeira de unguento.
32 An ongarim garuir dughiam,
32 Após si, deixa um sulco luminoso; o abismo parece ter-se encanecido.
33 Goar ekiam bizitamɨn atiatir puvatɨ.
33 Na terra, não tem ele igual, pois foi feito para nunca ter medo.
34 A gari, asɨzir ekiar maba uaghan ziar ekiaba iti,
34 Ele olha com desprezo tudo o que é alto; é rei sobre todos os animais orgulhosos.

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