Jó 14

Biblica® ní oore ọ̀fẹ́ láti lo Bíbélì Mímọ́ ní Èdè Yorùbá Òde-Òní (YOR) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 “Ènìyàn tí a bí nínú obìnrin,
1 O homem, nascido da mulher, é de bem poucos dias e cheio de inquietação.
2 Ó jáde wá bí ìtànná ewéko, a sì ké e lulẹ̀;
2 Sai como a flor e se seca; foge também como a sombra e não permanece.
3 Ìwọ sì ń síjú rẹ wò irú èyí ni?
3 E sobre este tal abres os teus olhos, e a mim me fazes entrar em juízo contigo.
4 Ta ni ó lè mú ohun mímọ́ láti inú àìmọ́ jáde wá?
4 (Quem do imundo tirará o puro? Ninguém!)
5 Ǹjẹ́ a ti pinnu ọjọ́ rẹ̀,
5 Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles.
6 Yípadà kúrò lọ́dọ̀ rẹ̀, kí ó lè sinmi,
6 Desvia-te dele, para que tenha repouso, até que, como o jornaleiro, tenha contentamento no seu dia.
7 “Nítorí pé ìrètí wà fún igi, bí a bá
7 Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos.
8 Bí gbòǹgbò rẹ̀ tilẹ̀ di ogbó nínú ilẹ̀,
8 Se envelhecer na terra a sua raiz, e morrer o seu tronco no pó,
9 síbẹ̀ nígbà tí ó bá gbóòórùn omi,
9 ao cheiro das águas, brotará e dará ramos como a planta.
10 Ṣùgbọ́n ènìyàn kú, a sì dàánù,
10 Mas, morto o homem, é consumido; sim, rendendo o homem o espírito, então, onde está?
11 “Bí omi ti í tán nínú ipa odò,
11 Como as águas se retiram do mar, e o rio se esgota e fica seco,
12 bẹ́ẹ̀ ni ènìyàn dùbúlẹ̀ tí kò sì dìde mọ́;
12 assim o homem se deita e não se levanta; até que não haja mais céus, não acordará, nem se erguerá de seu sono.
13 “Háà! ìwọ ìbá fi mí pamọ́ ní ipò òkú,
13 Tomara que me escondesses na sepultura, e me ocultasses até que a tua ira se desviasse, e me pusesses um limite, e te lembrasses de mim!
14 Bí ènìyàn bá kú yóò sì tún yè bí?
14 Morrendo o homem, porventura, tornará a viver? Todos os dias de meu combate esperaria, até que viesse a minha mudança.
15 Ìwọ ìbá pè, èmi ìbá sì dá ọ lóhùn;
15 Chamar-me-ias, e eu te responderia; afeiçoa-te à obra de tuas mãos.
16 Ṣùgbọ́n nísinsin yìí ìwọ ń kaye ìṣísẹ̀ mi;
16 Mas agora contas os meus passos; não estás tu vigilante sobre o meu pecado?
17 A fi èdìdì di ìrékọjá mi sínú àpò,
17 A minha transgressão está selada num saco, e amontoas as minhas iniquidades.
18 “Àti nítòótọ́ òkè ńlá tí ó ṣubú, ó dasán,
18 E, na verdade, caindo a montanha, desfaz-se; e a rocha se remove do seu lugar.
19 Omi a máa yinrin òkúta, ìwọ a sì
19 As águas gastam as pedras; as cheias afogam o pó da terra; e tu fazes perecer a esperança do homem.
20 Ìwọ ṣẹ́gun rẹ̀ láéláé, òun sì kọjá lọ!
20 Tu para sempre prevaleces contra ele, e ele passa; tu, mudando o seu rosto, o despedes.
21 Àwọn ọmọ rẹ̀ bọ́ sí ipò ọlá, òun kò sì mọ̀;
21 Os seus filhos estão em honra, sem que ele o saiba; ou ficam minguados, sem que ele o perceba;
22 Ṣùgbọ́n ẹran-ara rẹ̀ ni yóò rí ìrora
22 mas a sua carne, nele, tem dores; e a sua alma, nele, lamenta.

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