Jó 21
Leander van Ess, rev.2 (VANESS) vs ARA
1 Und Hiob hob an und sprach:
1 Respondeu, porém, Jó:
2 Höret wohl meine Einrede! Dieß waren also eure Tröstungen!
2 Ouvi atentamente as minhas razões, e já isso me será a vossa consolação.
3 Ertraget mich, während ich rede; und nach meiner Rede magst du spotten.
3 Tolerai-me, e eu falarei; e, havendo eu falado, podereis zombar.
4 Richte ich auf einen Menschen meine Klage? Und wenn auch - warum sollte ich nicht ungeduldig werden?
4 Acaso, é do homem que eu me queixo? Não tenho motivo de me impacientar?
5 Blicket auf mich, und entsetzet euch; und leget die Hand auf den Mund.
5 Olhai para mim e pasmai; e ponde a mão sobre a boca;
6 Ja, denk' ich daran, so erbebe ich; und mein Fleisch ergreift Schauer.
6 porque só de pensar nisso me perturbo, e um calafrio se apodera de toda a minha carne.
7 Warum bleiben die Bösen am Leben, werden alt, und nehmen zu an Wohlstand?
7 Como é, pois, que vivem os perversos, envelhecem e ainda se tornam mais poderosos?
8 Ihr Same besteht neben ihnen, gleichwie sie, und ihre Sprößlinge vor ihren Augen.
8 Seus filhos se estabelecem na sua presença; e os seus descendentes, ante seus olhos.
9 Ihre Häuser sind sicher ohne Furcht; und die Ruthe Gottes kommt nicht über sie.
9 As suas casas têm paz, sem temor, e a vara de Deus não os fustiga.
10 Sein Rind empfängt, und wirft es nicht aus; seine Kuh kalbet, und verkalbet nicht.
10 O seu touro gera e não falha, suas novilhas têm a cria e não abortam.
11 Sie schicken aus gleich einer Herde ihre Kinder; und ihre Knaben hüpfen.
11 Deixam correr suas crianças, como a um rebanho, e seus filhos saltam de alegria;
12 Sie jubeln bei Pauke und Zither; und freuen sich beim Klang der Schalmei.
12 cantam com tamboril e harpa e alegram-se ao som da flauta.
13 Sie genießen im Glück ihre Tage; und in einem Augenblick steigen sie hinab in die Unterwelt.
13 Passam eles os seus dias em prosperidade e em paz descem à sepultura.
14 Obschon sie zu Gott gesprochen: "Weg von uns! die Erkenntniß deiner Wege behagt uns nicht!
14 E são estes os que disseram a Deus: Retira-te de nós! Não desejamos conhecer os teus caminhos.
15 Was ist der Allmächtige, daß wir ihm dienen sollen; was nützet es uns, zu ihm zu beten?"
15 Que é o Todo-Poderoso, para que nós o sirvamos? E que nos aproveitará que lhe façamos orações?
16 Ist nicht in ihrer Hand ihr Glück? - Der Rath der Bösen sey fern von mir! -
16 Vede, porém, que não provém deles a sua prosperidade; longe de mim o conselho dos perversos!
17 Wie oft verlischt der Bösen Leuchte, und kommt über sie ihr Verderben, das Loos, zugetheilt in seinem Zorn?
17 Quantas vezes sucede que se apaga a lâmpada dos perversos? Quantas vezes lhes sobrevém a destruição? Quantas vezes Deus na sua ira lhes reparte dores?
18 Wann sind sie wie Stoppel vor dem Winde, und wie Spreu, weggerafft vom Sturm?
18 Quantas vezes são como a palha diante do vento e como a pragana arrebatada pelo remoinho?
19 - "Gott spart seinen Söhnen seine Schuld auf." - Vergelt' er ihm selbst, damit er's fühle.
19 Deus, dizeis vós, guarda a iniquidade do perverso para seus filhos. Mas é a ele que deveria Deus dar o pago, para que o sinta.
20 Mit eigenen Augen sehe er sein Verderben; er selbst trinke aus dem Zornbecher des Allmächtigen!
20 Seus próprios olhos devem ver a sua ruína, e ele, beber do furor do Todo-Poderoso.
21 Denn was kümmert ihn sein Haus nach ihm, wenn ihm die Zahl der Monde zugetheilt ist?
21 Porque depois de morto, cortado já o número dos seus meses, que interessa a ele a sua casa?
22 Wer will Gott Weisheit lehren, ihn, der die Hohen richtet?
22 Acaso, alguém ensinará ciência a Deus, a ele que julga os que estão nos céus?
23 Der Eine stirbt mitten in seinem Wohlstande, ganz ruhig und glücklich;
23 Um morre em pleno vigor, despreocupado e tranquilo,
24 seine Heerdenplätze sind voll Milch; und getränkt ist das Mark seiner Knochen.
24 com seus baldes cheios de leite e fresca a medula dos seus ossos.
25 Ein Anderer stirbt mit kummervoller Seele; und hat Gutes nie genossen.
25 Outro, ao contrário, morre na amargura do seu coração, não havendo provado do bem.
26 Zusammen liegen sie im Staube; und Würmer decken sie.
26 Juntamente jazem no pó, onde os vermes os cobrem.
27 Siehe! ich kenne eure Gedanken, und die Urtheile, womit ihr mir Unrecht thut.
27 Vede que conheço os vossos pensamentos e os injustos desígnios com que me tratais.
28 Denn ihr sprechet: Wo ist das Haus des Gewaltigen; und wo das Zelt der Wohnungen der Bösen?
28 Porque direis: Onde está a casa do príncipe, e onde, a tenda em que morava o perverso?
29 Habet ihr nicht gefragt die Vorübergehenden? Ja, ihre Zeugnisse könnet ihr nicht verkennen.
29 Porventura, não tendes interrogado os que viajam? E não considerastes as suas declarações,
30 Daß am Tage des Unglücks verschont bleibt der Böse; und am Tage des Zorns sie hinausgetragen werden.
30 que o mau é poupado no dia da calamidade, é socorrido no dia do furor?
31 Wer rügt ihm in's Gesicht seinen Weg? Und was er thut, wer vergilt's ihm?
31 Quem lhe lançará em rosto o seu proceder? Quem lhe dará o pago do que faz?
32 Er wird zu den Gräbern hinaus getragen; und auf dem Hügel wachet er.
32 Finalmente, é levado à sepultura, e sobre o seu túmulo se faz vigilância.
33 Sanft ruhen auf ihm die Schollen des Thales; und hinter ihm her zieht er alle Welt, und vor ihm her Unzählige.
33 Os torrões do vale lhe são leves, todos os homens o seguem, assim como não têm número os que foram adiante dele.
34 Wie könnet ihr mich so nichtig trösten; ja, eure Einreden bleiben Bosheit.
34 Como, pois, me consolais em vão? Das vossas respostas só resta falsidade.
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