Provérbios 26
LvGluck8: Latvian Glück 8th edition (SM_LVGLUCK8) vs ARA
ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Kā sniegs vasarai un lietus pļaujamam laikam, tā ģeķim nepieder gods.
1 Como a neve no verão e como a chuva na ceifa, assim, a honra não convém ao insensato.
2 Kā putns nolidinājās, kā bezdelīga aizskrien, tā nenopelnīti lāsti neaizņem.
2 Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu voo, assim, a maldição sem causa não se cumpre.
3 Zirgam pātaga, ēzelim iemaukti un ģeķa mugurai rīkste.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos insensatos.
4 Neatbildi ģeķim pēc viņa ģeķības, ka tu viņam līdzi netopi.
4 Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele.
5 Atbildi ģeķim pēc viņa ģeķības, ka viņš pats neturās par gudru.
5 Ao insensato responde segundo a sua estultícia, para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos.
6 Darbu uzticēt nelgam rokā, ir nocirst kājas un izbaudīt briesmas.
6 Os pés corta e o dano sofre quem manda mensagens por intermédio do insensato.
7 Kā klibam karājās kājas, tā ģeķa mutē gudrības vārdi.
7 As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos insensatos.
8 Kas ģeķim dod godu, ir kā kas akmeni piesien pie lingas.
8 Como o que atira pedra preciosa num montão de ruínas, assim é o que dá honra ao insensato.
9 Kā ērkšķi, kas tikuši piedzēruša rokā, tāds ir sakāms vārds ģeķu mutē.
9 Como galho de espinhos na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos insensatos.
10 Manīgs visu izdara; bet kas nelgu der, sader tekuli.
10 Como um flecheiro que a todos fere, assim é o que assalaria os insensatos e os transgressores.
11 Kā suns atiet pie saviem vēmekļiem, tā pat ģeķis atgriežas atpakaļ pie savas ģeķības.
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o insensato que reitera a sua estultícia.
12 Kad tu redzi vīru, kas savās acīs gudrs, tad no muļķa vairāk cerības, nekā no tāda.
12 Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele.
13 Sliņķis saka: „Jauns lauva uz ceļa, lauva uz ielām!“
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
14 Durvis grozās eņģēs, un sliņķis savā gultā.
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim, o preguiçoso, no seu leito.
15 Sliņķis slēpj savu roku azotē, un tam grūti to atkal pie mutes likt.
15 O preguiçoso mete a mão no prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca.
16 Sliņķis savā prātā gudrāks nekā septiņi, kas runā prātīgi.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem.
17 Kas garām ejot iejaucās citu ķildā, ir kā kas suni ņem aiz ausīm.
17 Quem se mete em questão alheia é como aquele que toma pelas orelhas um cão que passa.
18 Tā kā, kad (ārprātīgs) par smieklu šautu ar šķēpiem un nāvīgām bultām,
18 Como o louco que lança fogo, flechas e morte,
19 Tā pat ir, kas savu tuvāko pievīlis saka: Vai to par smieklu vien nedarīju?
19 assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.
20 Kad malkas nav, tad uguns izdziest, un kad lišķa nav, tad ķilda rimst.
20 Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda.
21 Kā ogles liesmu un malka uguni, tā rējējs cilvēks saceļ ķildu.
21 Como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
22 Lišķa vārdi ir kā saldi kumosi un iet visai pie sirds.
22 As palavras do maldizente são comida fina, que desce para o mais interior do ventre.
23 Dedzīgi vārdi, bet neganta sirds ir poda gabals pārvilkts ar netīru sudrabu.
23 Como vaso de barro coberto de escórias de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno.
24 Kas tevi ienīst, ir ar muti draugs, bet savā sirdī viņš domā uz viltu.
24 Aquele que aborrece dissimula com os lábios, mas no íntimo encobre o engano;
25 Kad tas mīlīgi runā, tad netici viņam, jo septiņas negantības viņa sirdī.
25 quando te falar suavemente, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
26 Lai gan ienaidu aizsedz ar viltu, tomēr viņa niknums ļaužu priekšā nāks gaismā.
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá publicamente.
27 Kas bedri rok, tas tanī iekritīs, un kas akmeni veļ uz to tas atvelsies.
27 Quem abre uma cova nela cairá; e a pedra rolará sobre quem a revolve.
28 Viltus mēle ienīst to, kam pati dzēlusi, un mīksta mute padara nelaimi.
28 A língua falsa aborrece a quem feriu, e a boca lisonjeira é causa de ruína.
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