Jó 31
GerGruenewald: 1924 Grünewaldbibel (SM_GERGRUENEWALD) vs VC
VC Versão Católica
1 "Ich schloß mit meinen Augen einen Bund. Wie sollte ich auf Jungfraun achten?
1 Eu havia feito um pacto com meus olhos: não desejaria olhar nunca para uma virgem.
2 Was ist mein Teil von Gott da droben, mein Lohn von dem Allmächtigen im Himmel?
2 Que parte me daria Deus lá do alto, que sorte o Todo-poderoso me enviaria dos céus?
3 Wahrhaftig, Unheil, wie's dem Bösewicht gebührt, und Ungemach, das nur für Übeltäter paßt.
3 A infelicidade não está reservada ao injusto, e o infortúnio ao iníquo?
4 Besieht er denn nicht meine Wege, da er doch alle meine Schritte zählt?"
4 Não conhece Deus os meus caminhos, e não conta todos os meus passos?
5 "Wenn ich der Falschheit nachgegangen wäre, verweilte auf dem Weg des Truges gern mein Fuß!
5 Se caminhei com a mentira, se meu pé correu atrás da fraude,
6 Mit rechter Waage möge Gott mich wägen, und ohne Schuld wird er mich finden!
6 que Deus me pese em justas balanças e reconhecerá minha integridade.
7 Wenn meine Schritte je vom rechten Wege bogen, und wenn mein Herz den Augen folgte, und klebte je ein Makel meinen Händen an,
7 Se meus passos se desviaram do caminho, se meu coração seguiu meus olhos, se às minhas mãos se apegou qualquer mácula,
8 dann zehre nur ein anderer von meiner Saat; entwurzelt werde meine Pflanzung!
8 semeie eu e outro o coma, e que minhas plantações sejam desenraizadas!
9 Wenn's mich zum fremden Weibe zog, und stellte ich dem Eheweib des Freundes nach,
9 Se meu coração foi seduzido por uma mulher, se fiquei à espreita à porta de meu vizinho,
10 dann mahle auch mein Weib für andere, und andere mögen über sie sich beugen!
10 que minha mulher gire a mó para outro e que estranhos a possuam!
11 Denn dieses wäre eine Schandtat, ein Verbrechen, vom Richter zu bestrafen,
11 Pois isso teria sido um crime, um delito dependente da justiça,
12 ein Feuer, das bis zu dem Abgrund fräße und meine Habe all entwurzeln müßte.
12 um fogo que devoraria até o abismo, e que teria arruinado todos os meus bens.
13 Mißachtete ich meines Sklaven Recht und meiner Magd, wenn sie mit mir im Streite waren,
13 Nunca violei o direito de meus escravos, ou de minha serva, em suas discussões comigo.
14 was wollte ich da machen, wenn Gott jetzt Rache nähme, und untersuchte er, was ihm erwidern?
14 Que farei eu quando Deus se levantar? Quando me interrogar, que lhe responderei?
15 Hat er ihn nicht geformt, im gleichen Schoß wie mich und sie geschaffen in dem gleichen Mutterleibe?
15 Aquele que me criou no ventre, não o criou também a ele? Um mesmo criador não nos formou no seio da nossa mãe?
16 Versagte ich den Schwachen einen Wunsch und ließ der Witwe Augen schmachten,
16 Não recusei aos pobres aquilo que desejavam, não fiz desfalecer os olhos da viúva,
17 verzehrt' für mich allein ich meinen Bissen, und durfte nicht die Waise mitessen; -
17 não comi sozinho meu pedaço de pão, sem que o órfão tivesse a sua parte;
18 seit meiner Jugend blickte sie zu mir gleich einem Vater auf, vom Mutterschoß an leitete ich sie, -
18 desde minha infância cuidei deste como um pai, desde o ventre de minha mãe fui o guia da viúva.
19 und sah ich einen nackten Bettler und einen Armen hüllenlos,
19 Se vi perecer um homem por falta de roupas, e o pobre que não tinha com que cobrir-se,
20 wenn seine Hüften keinen Dank mir wußten und er sich nicht von meiner Lämmer Schur erwärmte,
20 sem que seus rins me tenham abençoado, aquecido como estava com a lã de minhas ovelhas;
21 und schwang ich gegen eine Waise meine Faust, weil ich in dem Gerichtstor Beistand für mich sah,
21 se levantei a mão contra o órfão, quando me via apoiado pelos juízes,
22 dann falle mir die Achsel aus der Schulter, und aus dem Rohr werd' mir der Arm gerissen! -
22 que meu ombro caia de minhas costas, que meu braço seja arrancado de seu cotovelo!
23 Denn fürchterliches Unheil ist meines Gottes Schrecken; vor seiner Hoheit kann ich nicht bestehen.
23 Pois o temor de Deus me invadiu, e diante de sua majestade não posso subsistir.
24 Und machte ich zu meinem Götzen Gold und hieß ich Mammon meinen Helfer
24 Nunca pus no ouro minha segurança, nem jamais disse ao ouro puro: És minha esperança.
25 und sonnte mich an meinen Schätzen, daß ich's so weit gebracht,
25 Nunca me rejubilei por ser grande a minha riqueza, nem pelo fato de minha mão ter ajuntado muito.
26 und wenn ich das Gestirn erblickte, wann's sichtbar ward, den lieben Mond, wie er des Weges zog,
26 Quando eu via o sol brilhar, e a lua levantar-se em seu esplendor,
27 und ließ' mein Herz sich insgeheim betören und legte meine Hand zum Kusse sich an meinen Mund:
27 jamais meu coração deixou-se seduzir em segredo, e minha mão não foi levada à boca para um beijo.
28 auch das wär' ein Vergehn, vom Richter zu bestrafen, weil ich Gott in der Höh' verleugnet hätte.
28 Isto seria um crime digno de castigo, pois eu teria renegado o Deus do alto.
29 Nie freute mich des Feindes Not, und nie frohlockt' ich, wenn ihn Unheil traf.
29 Nunca me alegrei com a ruína de meu inimigo, e nem exultei quando a infelicidade o feriu.
30 Nie gab ich meinen Mund der Sünde hin, um seine Seele zum Verfluchen mir zu fordern.
30 Não permiti que minha língua pecasse, reclamando sua morte por uma imprecação.
31 In meinem Zelte sagten die Geringsten: 'Ach, möchte er mit seiner Rache unersättlich sein!'
31 Jamais as pessoas de minha tenda me disseram: Há alguém que não saiu satisfeito.
32 Kein Fremdling durfte je im Freien nächtigen, und jedem Wandersmann stand meine Türe offen.
32 O estrangeiro não passava a noite fora, eu abria a minha porta ao viajante.
33 Nie habe ich, wie Adam, meine Missetat verheimlicht, im Busen meine Schuld geborgen,
33 Nunca dissimulei minha culpa aos homens, escondendo em meu peito minha iniqüidade,
34 weil es mir vor dem Auflauf graute und mich der Sippe Schimpf erschreckte, so daß ich stille mich verhalten und nicht aus meiner Tür gegangen wäre!
34 como se temesse a multidão e receasse o desprezo das famílias, a ponto de me manter quieto sem pôr o pé fora da porta.
35 Wer aber hört mich an? Hier meine Unterschrift! Drauf soll mir der Allmächtige erwidern, aufs Schreiben, das als Kläger ich verfaßt!
35 Oh, se eu tivesse alguém para me ouvir! Eis a minha assinatura: que o Todo-poderoso me responda! Que o meu adversário escreva também um memorial.
36 Ich trüge einen solchen auf der Schulter und wollt' ihn mir als Diadem aufsetzen.
36 Será que eu não o poria sobre meus ombros, e não cingiria minha fronte com ele como de uma coroa?
37 Bei jedem meiner Schritte huldigte ich ihm wie einem Fürsten: gleich einem Fürsten träte ich ihm da entgegen.
37 Dar-lhe-ia conta de todos os meus passos, e me apresentaria diante dele altivo como um príncipe.
38 Wenn über mich mein Acker schrie und alle seine Furchen weinten
38 Se minha terra clamou contra mim, e seus sulcos derramaram lágrimas,
39 und ich verzehrte seine Ernte, ohne zu bezahlen, und ließe die, die ihn bebauten, stöhnen,
39 se comi seus frutos sem pagar, se afligi a alma de seu possuidor,
40 dann sollen Disteln statt des Weizens und statt der Gerste Unkraut sprossen!" - Hier enden Jobs Reden.
40 que em vez de trigo produza espinhos, e joio em vez de cevada! Aqui terminam os discursos de Jó.
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