Jó 39

Godɨn Eghaghanim: Akar Gavgavir Dɨkɨrɨzir Ghurim ko Igiam (MSY2020) vs NAA

Sair da comparação
NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 “Nɨ ti fo, azenibar dughiar manamra, mɨghsɨamɨn itir memen amebaba oti?
1 “Você sabe o tempo em que as cabras-monteses têm os filhos ou cuidou das corças quando dão suas crias?
2 — ausente —
2 Pode contar os meses que cumprem? Ou sabe o tempo do seu parto?
3 — ausente —
3 Elas se encurvam para terem seus filhos, e lançam de si as suas dores.
4 Meme ko dian nguzir kaba uan amebaba ko, tuziba ko ruaribar ikia ekevegha gavgafi.
4 Seus filhos se tornam robustos, crescem no campo aberto, saem e nunca mais voltam para elas.
5 “Tina donkin atiabar beniba fɨrizɨ,
5 Quem pôs em liberdade o jumento selvagem? Quem soltou as suas cordas?
6 Kɨ danganir gumazamiziba ikia ingarir puvatɨzir isa me ganɨngi,
6 Eu lhe dei o deserto por casa e a terra salgada por morada.
7 Donkin atiaba fo, me nguibar ekiabar ikɨtɨ gumazamiziba benibar me ikɨva, ingangarim damusɨ pamten me dagarvagham.
7 Ele se ri do tumulto da cidade, não ouve os gritos do guia.
8 Egha me pura mɨghsɨabagh arua,
8 Os montes são o lugar do seu pasto, e anda à procura de tudo o que está verde.
9 “Jop, bulmakaun atiaba ti nɨ bagh ingangarim damuam o?
9 Será que o boi selvagem aceitará trabalhar para você? Será que ele passará a noite junto da sua manjedoura?
10 Nɨ ti benim bulmakaun atiam dafagh a damutɨ, a bizir osɨmtɨzibagh ekuam o?
10 Por acaso você consegue prendê-lo ao arado com cordas? Ou irá ele atrás de você para desfazer os torrões nos campos do vale?
11 Nɨ fo, bulmakaun atiam gavgavir ekiam iti,
11 Você vai confiar nele, por causa da grande força que ele tem, ou deixará o seu trabalho por conta dele?
12 Nɨ ghaze, a mangɨ nɨn azenimɨn witɨn aniziba inigh izɨ,
12 Você acredita que ele trará para casa o que você semeou e o recolherá na sua eira?”
13 “Poneba bar akongezir dughiaba, me uan avɨziba onava dav sosi.
13 “A avestruz bate alegre as asas, como se tivesse asas e plumagem de cegonha.
14 Poneba uan aroriaba pura nguazimɨn dar atɨgh, egh da ategh mangɨgham,
14 Ela põe os seus ovos no chão e deixa que sejam chocados na areia,
15 Egha da tong kamaghɨn nɨghnɨzir puvatɨ,
15 e se esquece de que algum pé os pode esmagar ou de que os animais do campo podem pisá-los.
16 Poneba deravɨra uan aroriabagh amir puvatɨ,
16 Trata com dureza os seus filhos, como se não fossem seus. Embora seja em vão o seu trabalho, ela está tranquila,
17 Kɨ nɨghnɨzir aghuim ko fofozir aghuim dagh anɨngizir puvatɨ,
17 porque Deus lhe negou sabedoria e não lhe deu entendimento.
18 Ezɨ da dɨkavigha ivemarir dughiabar, da bar puvɨra ivemara, uan avɨziba pamten dav sogh,
18 Mas, quando de um salto se levanta para correr, ri do cavalo e do cavaleiro.”
19 “Jop, nɨ ti gavgavim hoziabagh anɨdi? Egha nɨ ti arɨzir ruariba, dar tuebagh arɨsi?
19 “Por acaso foi você quem deu força ao cavalo ou revestiu o seu pescoço de crinas?
20 Nɨrara ti hoziabagh amima, da odezibar mɨn bar pɨn uari akuri?
20 É você quem o faz pular como gafanhoto? Terrível é o fogoso respirar das suas ventas.
21 Men gavgavir ekiam me gamima, me bar akongegha
21 Escarva no vale, satisfeito com a sua força, e sai ao encontro dos inimigos.
22 Hoziaba atiatir puvatɨgha, nɨghnɨzir avɨribagh amir puvatɨ. Mɨdorozir ekiam a pura bizim,
22 Zomba do medo e não se espanta; não recua por causa da espada.
23 Da mɨdorozir gumaziba atera ivemarima, men barir mɨtariba tɨngazi,
23 Sobre ele balança a aljava, cintila a lança e o dardo.
24 Me sɨgham givir dughiam, hoziaba pura nɨmɨra itir puvatɨ,
24 Com ímpeto e fúria vai engolindo as distâncias e não se contém ao som do clarim.
25 Me sɨgham givir dughiam, hoziaba arai.
25 A cada toque do clarim ele diz: ‘Avante!’ Cheira de longe a batalha, o grito dos comandantes e o alarido de guerra.”
26 “Kuarazir isaba, nɨ ti fofozim ko nɨghnɨzim dagh anɨngizɨ, da overiamɨn mɨghagha arua,
26 “Será que é pela inteligência que você tem que o falcão voa, estendendo as suas asas para o Sul?
27 Kuarazir bagaba ti nɨ mɨzuai, nɨ dav kemeghtɨ,
27 Ou é por uma ordem sua que a águia sobe e faz o seu ninho lá no alto?
28 Da mɨghsɨabar ghua dagɨar ekiaba itir danganir kurabar, uan mɨkonibar ingari.
28 Ela mora no penhasco onde faz a sua morada, no alto do penhasco, em lugar seguro.
29 Da uan danganir kabar ikia deravɨra saghon mar asɨzibar gari.
29 Dali, descobre a presa; seus olhos a avistam de longe.
30 Ezɨ bagabar nguziba, asɨzir kabar ghuzibar amasa bar ifonge.
30 Seus filhotes chupam sangue; onde há mortos, ali ela está.”

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