Provérbios 26

Giovanni Diodati Bibbia (ITADIO) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Come la neve non si conviene alla state, Nè la pioggia al tempo della ricolta, Così la gloria non si conviene allo stolto
1 Como a neve no verão e como a chuva na sega, assim não é conveniente ao louco a honra.
2 Come il passero vaga, e la rondinella vola, Così la maledizione data senza cagione non avverrà
2 Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem causa não virá.
3 La sferza al cavallo, ed il capestro all’asino, E il bastone al dosso degli stolti
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos tolos.
4 Non rispondere allo stolto secondo la sua follia; Che talora anche tu non gli sii agguagliato.
4 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia, para que também te não faças semelhante a ele.
5 Rispondi allo stolto, come si conviene alla sua follia; Che talora non gli paia d’esser savio
5 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus olhos.
6 Chi si taglia i piedi ne beve l’ingiuria; Così avviene a chi manda a far de’ messi per uno stolto.
6 Os pés corta e o dano bebe quem manda mensagens pelas mãos de um tolo.
7 Lo zoppo zoppica delle sue due gambe; Così fa la sentenza nella bocca degli stolti.
7 Como as pernas do coxo, que pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos.
8 Chi dà gloria allo stolto Fa come chi gittasse una pietra preziosa in un mucchio di sassi.
8 Como o que prende a pedra preciosa na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo.
9 La sentenza nella bocca degli stolti È come una spina, che sia caduta in mano ad un ebbro
9 Como o espinho que entra na mão do ébrio, assim é o provérbio na boca dos tolos.
10 I grandi tormentano ognuno, E prezzolano stolti, e salariano passanti
10 Como um besteiro que a todos espanta, assim é o que assalaria os tolos e os transgressores.
11 Come il cane ritorna al suo vomito, Così lo stolto reitera la sua follia
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia.
12 Hai tu veduto un uomo che si reputi savio? Vi è maggiore speranza d’uno stolto che di lui
12 Tens visto um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no tolo do que nele.
13 Il pigro dice: Il leopardo è in su la strada, Il leone è per le campagne
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
14 Come l’uscio si volge sopra i suoi arpioni, Così si volge il pigro sopra il suo letto
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o preguiçoso, na sua cama.
15 Il pigro nasconde la mano nel seno; Egli dura fatica a trarla fuori per recarsela alla bocca
15 O preguiçoso esconde a mão no seio; enfada-se de a levar à sua boca.
16 Al pigro par di esser savio, Più che sette che dànno risposte di prudenza
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem.
17 Colui che passando trascorre in ira per una questione che non gli tocca, È come chi afferra un cane per gli orecchi
17 O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas.
18 Quale è colui che, infingendosi di scherzare, avventa razzi, Saette, e cose mortifere;
18 Como o louco que lança de si faíscas, flechas e mortandades,
19 Tale è colui che inganna il suo prossimo, E dice: Non ischerzo io?
19 assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.
20 Il fuoco si spegne, quando mancano legne; Così le contese si acquetano, quando non vi son rapportatori.
20 Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo maldizente, cessará a contenda.
21 Il carbone è per far brace, e le legne per far fuoco; E l’uomo rissoso per accender contese.
21 Como o carvão é para o borralho, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
22 Le parole del rapportatore paiono lusinghevoli; Ma scendono fin dentro al ventre
22 As palavras do maldizente são como deliciosos bocados, que descem ao íntimo do ventre.
23 Le labbra ardenti, e il cuor malvagio, Son come schiuma d’argento impiastrata sopra un testo
23 Como o caco coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno.
24 Chi odia s’infinge nel suo parlare, Ma cova la frode nel suo interiore;
24 Aquele que aborrece dissimula com os seus lábios, mas no seu interior encobre o engano.
25 Quando egli parlerà di una voce graziosa, non fidartici; Perciocchè egli ha sette scelleratezze nel cuore.
25 Quando te suplicar com a sua voz, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
26 L’odio si copre con inganno; Ma la sua malignità sarà palesata in piena raunanza
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá na congregação.
27 Chi cava una fossa caderà in essa; E se alcuno rotola una pietra ad alto, ella gli tornerà addosso
27 O que faz uma cova nela cairá; e o que revolve a pedra, esta sobre ele rolará.
28 La lingua bugiarda odia quelli ch’ella ha fiaccati; E la bocca lusinghiera produce ruina
28 A língua falsa aborrece aquele a quem ela tem maravilhado, e a boca lisonjeira opera a ruína.

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