Provérbios 26

Giovanni Diodati Bibbia (ITADIO) vs ARIB

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ARIB Almeida Revisada Imprensa Bíblica
1 Come la neve non si conviene alla state, Nè la pioggia al tempo della ricolta, Così la gloria non si conviene allo stolto
1 Como a neve no verão, e como a chuva no tempo da ceifa, assim não convém ao tolo a honra.
2 Come il passero vaga, e la rondinella vola, Così la maledizione data senza cagione non avverrà
2 Como o pássaro no seu vaguear, como a andorinha no seu voar, assim a maldição sem causa não encontra pouso.
3 La sferza al cavallo, ed il capestro all’asino, E il bastone al dosso degli stolti
3 O açoite é para o cavalo, o freio para o jumento, e a vara para as costas dos tolos.
4 Non rispondere allo stolto secondo la sua follia; Che talora anche tu non gli sii agguagliato.
4 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia, para que também não te faças semelhante a ele.
5 Rispondi allo stolto, come si conviene alla sua follia; Che talora non gli paia d’esser savio
5 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.
6 Chi si taglia i piedi ne beve l’ingiuria; Così avviene a chi manda a far de’ messi per uno stolto.
6 Os pés decepa, e o dano bebe, quem manda mensagens pela mão dum tolo.
7 Lo zoppo zoppica delle sue due gambe; Così fa la sentenza nella bocca degli stolti.
7 As pernas do coxo pendem frouxas; assim é o provérbio na boca dos tolos.
8 Chi dà gloria allo stolto Fa come chi gittasse una pietra preziosa in un mucchio di sassi.
8 Como o que ata a pedra na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo.
9 La sentenza nella bocca degli stolti È come una spina, che sia caduta in mano ad un ebbro
9 Como o espinho que entra na mão do ébrio, assim é o provérbio na mão dos tolos.
10 I grandi tormentano ognuno, E prezzolano stolti, e salariano passanti
10 Como o flecheiro que fere a todos, assim é aquele que assalaria ao transeunte tolo, ou ao ébrio.
11 Come il cane ritorna al suo vomito, Così lo stolto reitera la sua follia
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia.
12 Hai tu veduto un uomo che si reputi savio? Vi è maggiore speranza d’uno stolto che di lui
12 Vês um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há para o tolo do que para ele.
13 Il pigro dice: Il leopardo è in su la strada, Il leone è per le campagne
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
14 Come l’uscio si volge sopra i suoi arpioni, Così si volge il pigro sopra il suo letto
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o faz o preguiçoso na sua cama.
15 Il pigro nasconde la mano nel seno; Egli dura fatica a trarla fuori per recarsela alla bocca
15 O preguiçoso esconde a sua mão no prato, e nem ao menos quer levá-la de novo à boca.
16 Al pigro par di esser savio, Più che sette che dànno risposte di prudenza
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que sabem responder bem.
17 Colui che passando trascorre in ira per una questione che non gli tocca, È come chi afferra un cane per gli orecchi
17 O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas.
18 Quale è colui che, infingendosi di scherzare, avventa razzi, Saette, e cose mortifere;
18 Como o louco que atira tições, flechas, e morte,
19 Tale è colui che inganna il suo prossimo, E dice: Non ischerzo io?
19 assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira.
20 Il fuoco si spegne, quando mancano legne; Così le contese si acquetano, quando non vi son rapportatori.
20 Faltando lenha, apaga-se o fogo; e não havendo difamador, cessa a contenda.
21 Il carbone è per far brace, e le legne per far fuoco; E l’uomo rissoso per accender contese.
21 Como o carvão para as brasas, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
22 Le parole del rapportatore paiono lusinghevoli; Ma scendono fin dentro al ventre
22 As palavras do difamador são como bocados deliciosos, que descem ao íntimo do ventre.
23 Le labbra ardenti, e il cuor malvagio, Son come schiuma d’argento impiastrata sopra un testo
23 Como o vaso de barro coberto de escória de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno.
24 Chi odia s’infinge nel suo parlare, Ma cova la frode nel suo interiore;
24 Aquele que odeia dissimula com os seus lábios; mas no seu interior entesoura o engano.
25 Quando egli parlerà di una voce graziosa, non fidartici; Perciocchè egli ha sette scelleratezze nel cuore.
25 Quando te suplicar com voz suave, não o creias; porque sete abominações há no teu coração.
26 L’odio si copre con inganno; Ma la sua malignità sarà palesata in piena raunanza
26 Ainda que o seu ódio se encubra com dissimulação, na congregação será revelada a sua malícia.
27 Chi cava una fossa caderà in essa; E se alcuno rotola una pietra ad alto, ella gli tornerà addosso
27 O que faz uma cova cairá nela; e a pedra voltará sobre aquele que a revolve.
28 La lingua bugiarda odia quelli ch’ella ha fiaccati; E la bocca lusinghiera produce ruina
28 A língua falsa odeia aqueles a quem ela tenha ferido; e a boca lisonjeira opera a ruína.

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