Jó 41
Leander van Ess, rev.2 (VANESS) vs NAA
1 Siehe seine Erwartung ist getäuscht! Ist er nicht bei seinem Anblick schon hingestreckt?
1 “Você é capaz de pescar o monstro Leviatã com um anzol e prender a sua língua com uma corda?
2 Keiner ist so kühn, ihn aufzureizen; und wer ist der, der mir in's Angesicht sich widersetzt?
2 Você consegue passar uma vara de junco pelo nariz dele? Ou furar o queixo dele com um gancho?
3 Wer kam mit Etwas mir zuvor, daß ich's vergelte? Was unter dem ganzen Himmel ist, ist ja mein!
3 Por acaso ele lhe fará muitas súplicas? Ou lhe falará palavras brandas?
4 Schweigen kann ich nicht von seinen Gliedern, von der Beschaffenheit der Stärke, und von der Schönheit seiner Rüstung.
4 Será que ele fará um acordo com você, para que seja seu escravo para sempre?
5 Wer mag aufdecken die Gestalt seines Gewandes, wer kann kommen an sein doppeltes Gebiß?
5 Será que você vai brincar com ele, como se fosse um passarinho? Irá prendê-lo com uma corda, para dá-lo às suas meninas?
6 Wer öffnet die Flügelthüren seines Rachens? Die Reihen seiner Zähne - wie schauerlich!
6 Será que os seus sócios o colocarão à venda? Ou irão reparti-lo entre os negociantes?
7 Majestätisch sind seine starken Schilde, geschlossen mit dem engsten Anschluß,
7 Você consegue encher de arpões a pele dele? Ou cravar fisgas de pesca na sua cabeça?
8 schließt eines sich dem andern an; und kein Lüft(chen) dring zwischen sie;
8 Ponha a mão sobre ele; você se lembrará da luta e nunca mais repetirá o gesto.”
9 eines klebet fest am andern; sie hängen zusammen, und trennen sich nicht.
9 “Eis que a gente se engana na esperança que tem; não é fato que alguém cairá por terra só em vê-lo?
10 Sein Niesen läßt Blitz leuchten; und seine Augen sind gleich den Wimpern der Morgenröthe.
10 Ninguém é tão ousado, que se atreva a despertá-lo.” “Quem então será capaz de se erguer diante de mim?
11 Aus seinem Rachen schießen Flammen, Feuerfunken sprühen hervor.
11 Quem primeiro deu algo a mim, para que eu tenha de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu.”
12 Aus seinen Nasenlöchern bricht Rauch hervor, wie aus erhitztem Topf und Kessel.
12 “Não me calarei a respeito das pernas do Leviatã, nem da sua grande força, nem da graça da sua compostura.
13 Sein Hauch zündet wie Kohlenglut, und Flamme fährt aus seinem Rachen.
13 Quem poderá tirar a capa do seu dorso? Ou lhe penetrará a dupla couraça?
14 Auf seinem Nacken wohnt Stärke; und vor ihm her tanzt die Angst.
14 Quem abriria as portas de sua boca? Pois em roda dos seus dentes está o terror.
15 Seine fleischigen Wampen kleben dicht an wie gegossen um ihn, unbeweglich.
15 As fileiras de suas escamas são o seu orgulho, cada uma bem-encostada como por um selo que as ajusta.
16 sein Herz ist hart wie Stein, und hart wie der untere Mühlstein.
16 A tal ponto uma se junta à outra, que entre elas não passa nem o ar.
17 Erhebt er sich, so beben Helden, vor Schrecken sind sie außer sich.
17 Elas se ligam umas às outras, aderem entre si e não podem ser separadas.
18 Wollte ihn Jemand mit dem Schwerte treffen; es haftet nicht, weder Speer, noch Pfeil, noch Panzer.
18 Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como os raios do amanhecer.
19 Er achtet für Stroh das Eisen, für morsches Holz das Erz.
19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
20 Ihn jagt nicht in die Flucht des Bogens Sohn; ihm wandeln sich in Spreu die Steine der Schleuderer;
20 Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente sobre juncos em chama.
21 wie Spreu wird geachtet die Keule; er lacht des Wurfes der Lanze.
21 O sopro dele acende o carvão; da sua boca saem chamas.
22 Unter ihm sind spitzige Scherben, Dreschschlitten breitet er aus auf dem Schlamm.
22 No seu pescoço reside a força; e diante dele salta o desespero.
23 Er macht, wie einen Topf, die Tiefe sieden; wandelt wie zur Salbe das Meer.
23 Suas partes carnudas são bem-pegadas entre si; todas fundidas nele e imóveis.
24 Hinter sich her macht er glänzen die Bahn; man hält die Fluth für graues Haar.
24 O coração dele é duro como uma pedra, firme como a pedra inferior de um moinho.
25 Auf Erden ist seines Gleichen nicht; er ist geschaffen, ohne Furcht zu seyn.
25 Quando ele se levanta, os valentes tremem; quando ele irrompe, ficam como que fora de si.
26 Auf alles Hohe blickt er nieder; er ist König über die stolzen Thiere alle.
26 Se o golpe de espada o alcança, isso não tem efeito algum, e o mesmo vale para a lança, o dardo ou a flecha.
27 — ausente —
27 Para ele, o ferro é como palha, e o cobre, como pau podre.
28 — ausente —
28 As flechas não o fazem fugir; para ele, as pedras das fundas se transformam em palha.
29 — ausente —
29 Os porretes são para ele como talos de capim; quando agitam a lança, ele dá risada.
30 — ausente —
30 Debaixo do ventre ele tem escamas pontiagudas; arrasta-se sobre a lama, como um instrumento de debulhar.
31 — ausente —
31 Leva as profundezas a ferver como panela; torna o mar como caldeira de unguento.
32 — ausente —
32 Deixa atrás de si um sulco luminoso, como se o abismo tivesse uma cabeleira branca.
33 — ausente —
33 Na terra, não há ninguém como ele, pois foi feito para nunca ter medo.
34 — ausente —
34 O Leviatã olha com desprezo tudo o que é alto; é rei sobre todos os orgulhosos.”
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