Salmos 89
FreLXX: Traduction de la LXX par P. GIGUET et autres traducteurs, 1872. (SM_FRELXX) vs NAA
1 Prière de Moïse homme de Dieu. Seigneur, tu as été notre refuge de génération en génération.
1 Cantarei para sempre as tuas misericórdias, ó os meus lábios proclamarão a todas as gerações a tua fidelidade.
2 Tu es dans les siècles des siècles, avant la création des montagnes, et de la terre et du monde.
2 Pois eu disse: A misericórdia está edificada para sempre; a tua fidelidade, tu a confirmarás nos céus.
3 Ne fais point retomber l'homme en son humiliation, toi qui as dit : Convertissez-vous, fils des hommes.
3 Tu disseste: “Fiz uma aliança com o meu escolhido e jurei a Davi, meu servo:
4 Car des milliers d'années sont à tes yeux comme le jour d'hier qui s'est écoulé, et comme une veille de la nuit.
4 ‘Para sempre estabelecerei a sua posteridade e firmarei o seu trono de geração em geração.’”
5 Leurs années seront comme un néant.
5 Os céus celebram as tuas maravilhas, ó e, na assembleia dos santos, louvam a tua fidelidade.
6 Que l'homme passe le matin comme la verdure ; que le matin il fleurisse et passe ; que le soir il tombe, soit foulé et se dessèche.
6 Pois quem nos céus é comparável ao Entre os seres celestiais, quem é semelhante ao
7 Car nous avons défailli devant ta colère ; nous avons été troublés par ton courroux.
7 Deus infunde grande terror na assembleia dos santos; é temível sobre todos os que o rodeiam.
8 Tu as mis nos iniquités devant ta face, et notre vie à la clarté de ton visage.
8 Ó Senhor , Deus dos Exércitos, quem é poderoso como tu és, com a tua fidelidade ao redor de ti?!
9 Et tous nos jours se sont évanouis, et nous avons défailli devant ta colère. Et nos années sont tissues comme une toile d'araignée.
9 Dominas a fúria do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as acalmas.
10 Les jours de nos années sont soixante-dix ans ; et pour les forts, quatre-vingts ; et au delà, ce n'est que peine et labeur. Alors la faiblesse nous vient et nous adoucit.
10 Esmagaste o monstro Raabe e o mataste; com o teu braço forte dispersaste os teus inimigos.
11 Qui peut connaître la force de ta colère, et mesurer la terreur qu'elle inspire ?
11 Teus são os céus, e tua é a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os estabeleceste.
12 Manifeste-nous donc ta droite, et instruis nos cœurs dans la sagesse.
12 O Norte e o Sul, tu os criaste; o Tabor e o Hermom exultam em teu nome.
13 Reviens à nous, ô Seigneur : jusques à quand…? Viens consoler tes serviteurs.
13 O teu braço é poderoso; forte é a tua mão, e elevada é a tua mão direita.
14 Nous avons, dès l'aurore, été remplis de ta miséricorde, et nous avons tressailli, et nous avons été pleins de délices tous les jours de notre vie.
14 Justiça e direito são o fundamento do teu trono; graça e verdade te precedem.
15 Nous nous sommes réjouis en retour des jours d'humiliation et des années mauvaises que nous avons vues.
15 Bem-aventurado o povo que conhece os gritos de alegria, que anda, ó na luz da tua presença.
16 Jette un regard sur tes serviteurs et sur tes œuvres, et dirige leurs fils.
16 Em teu nome se alegra o dia todo e na tua justiça se exalta,
17 Et que soit sur nous la clarté du Seigneur notre Dieu ; Seigneur, dirige toi-même les travaux de nos mains.
17 porque tu és a glória de sua força; no teu favor é exaltado o nosso poder.
18 — ausente —
18 Pois ao Senhor pertence o nosso escudo, e ao Santo de Israel, o nosso rei.
19 — ausente —
19 Outrora falaste em visão aos teus santos e disseste: “A um herói concedi o poder de socorrer; do meio do povo, exaltei um escolhido.
20 — ausente —
20 Encontrei Davi, meu servo; com o meu santo óleo o ungi.
21 — ausente —
21 A minha mão estará sempre com ele, o meu braço o fortalecerá.
22 — ausente —
22 O inimigo jamais o surpreenderá, nem será ele humilhado pelo filho da perversidade.
23 — ausente —
23 Esmagarei diante dele os seus adversários e destruirei aqueles que o odeiam.
24 — ausente —
24 A minha fidelidade e a minha bondade o acompanharão, e em meu nome crescerá o seu poder.
25 — ausente —
25 Porei a sua mão sobre o mar e a sua direita, sobre os rios.
26 — ausente —
26 Ele me invocará, dizendo: ‘Tu és o meu pai, meu Deus e a rocha da minha salvação.’
27 — ausente —
27 Por isso, farei dele o meu primogênito, o mais elevado entre os reis da terra.
28 — ausente —
28 Conservarei para sempre a minha bondade para com ele e lhe confirmarei a minha aliança.
29 — ausente —
29 Farei durar para sempre a sua descendência; e o seu trono ficará firme enquanto o céu existir.”
30 — ausente —
30 “Se os filhos dele desprezarem a minha lei e não andarem nos meus juízos,
31 — ausente —
31 se violarem os meus preceitos e não guardarem os meus mandamentos,
32 — ausente —
32 então punirei com vara as suas transgressões e com açoites, a sua iniquidade.
33 — ausente —
33 Mas jamais retirarei dele a minha bondade, nem desmentirei a minha fidelidade.
34 — ausente —
34 Não violarei a minha aliança, nem modificarei o que os meus lábios prometeram.”
35 — ausente —
35 “Uma vez jurei por minha santidade que nunca mentiria a Davi.
36 — ausente —
36 A sua posteridade durará para sempre, e o seu trono, como o sol diante de mim.
37 — ausente —
37 Ele será estabelecido para sempre como a lua e fiel como a testemunha nos céus.”
38 — ausente —
38 Tu, porém, o repudiaste e o rejeitaste; e te indignaste com o teu ungido.
39 — ausente —
39 Quebraste a aliança com o teu servo; profanaste a sua coroa, jogando-a no chão.
40 — ausente —
40 Arrasaste todas as suas muralhas; reduziste a ruínas as suas fortificações.
41 — ausente —
41 Todos os que passam pelo caminho o saqueiam; ele se tornou objeto de deboche para os vizinhos.
42 — ausente —
42 Exaltaste a mão direita dos seus adversários e deste alegria a todos os seus inimigos.
43 — ausente —
43 Deixaste sem fio a sua espada e não o sustentaste na batalha.
44 — ausente —
44 Fizeste cessar o seu esplendor e deitaste por terra o seu trono.
45 — ausente —
45 Abreviaste os dias da sua mocidade e o cobriste de vergonha.
46 — ausente —
46 Até quando, Senhor ? Ficarás escondido para sempre? Até quando a tua ira queimará como fogo?
47 — ausente —
47 Lembra-te de como é breve a minha existência! Terias criado em vão todos os filhos dos homens?
48 — ausente —
48 Quem é que pode viver e não ver a morte? Ou quem pode livrar a sua alma do poder da sepultura?
49 — ausente —
49 Senhor, onde estão as tuas misericórdias de outrora, juradas a Davi por tua fidelidade?
50 — ausente —
50 Lembra-te, Senhor, dos insultos contra os teus servos e de como trago no peito a injúria de muitos povos,
51 — ausente —
51 com que os teus inimigos, sim, insultado os passos do teu ungido.
52 — ausente —
52 Bendito seja o Senhor para sempre! Amém e amém!
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