Jó 14
Godɨn Eghaghanim: Akar Gavgavir Dɨkɨrɨzir Ghurim ko Igiam (MSY2020) vs ARIB
1 “E gumazamiziba dughiar otevimra nguazir kamɨn iti,
1 O homem, nascido da mulher, é de poucos dias e cheio de inquietação.
2 E mati, akɨmarim mɨzarazimɨn otogha, guaratɨzimɨn mɨsɨngi.
2 Nasce como a flor, e murcha; foge também como a sombra, e não permanece.
3 Kamaghɨn, nɨ manmaghsua en araziba tuisɨsi?
3 Sobre esse tal abres os teus olhos, e a mim me fazes entrar em juízo contigo?
4 E gumazamiziba nɨn damazimɨn bar mɨze.
4 Quem do imundo tirará o puro? Ninguém.
5 Nɨ en ikɨrɨmɨrimɨn ababanim atɨgha gɨfa,
5 Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o número dos seus meses; tu lhe puseste limites, e ele não poderá passar além deles.
6 Kamaghɨn, nɨ datɨrɨghɨn na ateghtɨ, dughiar kɨ itimɨn, kɨ avughsɨ navim deragham,
6 Desvia dele o teu rosto, para que ele descanse e, como o jornaleiro, tenha contentamento no seu dia.
7 “Kɨ fo, gumazitam temem okeghtɨ,
7 Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda torne a brotar, e que não cessem os seus renovos.
8 Tememɨn povim mɨsɨng magɨrɨtɨ an biba kurigham,
8 Ainda que envelheça a sua raiz na terra, e morra o seu tronco no pó,
9 eghtɨ nguazim dɨpam ikɨtɨ, ghuzir igiam temer dakar me okezimɨn otogham.
9 contudo ao cheiro das águas brotará, e lançará ramos como uma planta nova.
10 Ezɨ e gumazamiziba kamaghɨn puvatɨ,
10 O homem, porém, morre e se desfaz; sim, rende o homem o espírito, e então onde está?
11 Dɨpar akareba ko dɨpar ekiaba dughiar mabar bar dakegham.
11 Como as águas se retiram de um lago, e um rio se esgota e seca,
12 Kamaghɨra gumazamiziba ovea ua dɨkavir puvatɨ,
12 assim o homem se deita, e não se levanta; até que não haja mais céus não acordará nem será despertado de seu sono.
13 — ausente —
13 Oxalá me escondesses no Seol, e me ocultasses até que a tua ira tenha passado; que me determinasses um tempo, e te lembrasses de mim!
14 — ausente —
14 Morrendo o homem, acaso tornará a viver? Todos os dias da minha lida esperaria eu, até que viesse a minha mudança.
15 Egh dughiar kamɨn, nɨ uabɨra uan ingangarim gɨnɨghnɨgham, kar kɨrara nɨ nan ingari.
15 Chamar-me-ias, e eu te responderia; almejarias a obra de tuas mãos.
16 Eghtɨ dughiabar zurara, nɨ nan daroriba bar deravɨra dagh eghuvam.
16 Então contarias os meus passos; não estarias a vigiar sobre o meu pecado;
17 Nan arazir kurar kɨ amiziba, nɨ bar da gɨn amadagh ua dagh nɨghnɨghan markɨ,
17 a minha transgressão estaria selada num saco, e ocultarias a minha iniqüidade.
18 — ausente —
18 Mas, na verdade, a montanha cai e se desfaz, e a rocha se remove do seu lugar.
19 — ausente —
19 As águas gastam as pedras; as enchentes arrebatam o solo; assim tu fazes perecer a esperança do homem.
20 Nɨ uan gavgavimɨn me abɨri me ariaghiri.
20 Prevaleces para sempre contra ele, e ele passa; mudas o seu rosto e o despedes.
21 Eghtɨ gɨn gumazamiziba ziar ekiam men otaribar anɨngam o, me men ziaba abɨn aghumsɨzim me danɨngam,
21 Os seus filhos recebem honras, sem que ele o saiba; são humilhados sem que ele o perceba.
22 Me mati gumazir uan inivafɨzimra mɨzazim barazim,
22 Sente as dores do seu próprio corpo somente, e só por si mesmo lamenta.
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