Jó 3

Neue Evangelistische Übersetzung (GERNEUE) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Dann erst begann Hiob zu sprechen und verfluchte den Tag seiner Geburt.
1 Depois disto, Jó passou a falar e amaldiçoou o dia do seu nascimento.
2 Er sagte:
2 Jó disse:
3 "Es verschwinde der Tag, an dem ich geboren bin, / und die Nacht, die sagte: 'Ein Knabe kam zur Welt!'
3 “Pereça o dia em que nasci e a noite em que se disse: ‘Foi concebido um homem!’
4 Finsternis sei dieser Tag! / Gott da oben frage nicht nach ihm, / nie scheine über ihm das Licht!
4 Que aquele dia se transforme em trevas, e Deus, lá de cima, não se importe com ele, nem resplandeça sobre ele a luz.
5 Mögen Finsternis und Dunkel ihn besitzen, / dichte Wolken über ihm stehen! / Die Finsternis ersticke sein Licht!
5 Que as trevas e a sombra da morte se apoderem desse dia; que uma nuvem habite sobre ele; que tudo o que pode escurecer o dia o espante.
6 Jene Nacht - das Dunkel soll sie holen, / damit sie nicht im Jahreslauf erscheint! / Sie soll zu keinem Monat gehören!
6 Aquela noite, que dela se apoderem densas trevas; que ela não se alegre entre os dias do ano, nem entre na conta dos meses.
7 Unfruchtbar sei jene Nacht, / kein Jubel kehre bei ihr ein!
7 Sim, que seja estéril aquela noite, e dela sejam banidos os gritos de alegria.
8 Verwünschen sollen sie die Tageverflucher, / die fähig sind, den Leviatan zu reizen!
8 Amaldiçoem-na aqueles que sabem amaldiçoar o dia e sabem instigar o Leviatã.
9 Finster seien die Sterne ihrer Dämmerung; / sie hoffe auf Licht, doch das bleibe aus, / sie sehe keinen Schimmer vom Morgenrot!
9 Escureçam-se as estrelas do seu alvorecer; que a noite espere a luz, e a luz não venha; que não veja o despontar da alvorada,
10 Denn sie hat mir nicht den Mutterschoß versperrt / und das Unglück meinen Augen erspart."
10 pois não fechou as portas do ventre da minha mãe, nem escondeu dos meus olhos o sofrimento.”
11 "Warum starb ich nicht bei der Geburt, / als ich aus dem Mutterschoß kam?
11 “Por que não morri ao nascer? Por que não expirei ao sair do ventre de minha mãe?
12 Weshalb kamen mir Knie entgegen, / wozu Brüste, dass ich daran sog?
12 Por que houve um colo que me acolhesse, e seios, para que eu mamasse?
13 Dann läge ich jetzt schon und ruhte aus, / dann schliefe ich und hätte Ruh
13 Porque agora eu repousaria tranquilo; dormiria, e então haveria para mim descanso,
14 mit Königen und Räten des Landes, / die sich verödete Grabmäler bauten;
14 com os reis e conselheiros da terra que construíram para si mausoléus;
15 oder mit Fürsten, reich an Gold, / die ihre Häuser mit Silber füllten.
15 ou com os príncipes que tinham ouro e encheram as suas casas de prata;
16 Oder als verscharrte Fehlgeburt wäre ich nicht da, / wie ein Kind, das das Licht nie sah.
16 ou, como aborto oculto, eu não existiria, como crianças que nunca viram a luz.
17 Dort endet das Wüten der Bösen, / dort ruhen die Erschöpften aus.
17 Ali os maus cessam de perturbar, e ali repousam os cansados.
18 Gefangene sind frei von Sorgen, / hören das Geschrei des Antreibers nicht.
18 Ali os presos juntamente repousam e não ouvem a voz do capataz.
19 Die Kleinen sind dort wie die Großen, / und der Sklave ist frei von seinem Herrn."
19 Ali está tanto o pequeno como o grande, e o servo fica livre de seu senhor.”
20 "Warum gibt er dem Leidenden Licht / und Leben denen, die verbittert sind;
20 “Por que se concede luz ao miserável e vida aos de coração amargurado,
21 die auf den Tod warten, doch der bleibt aus; / die nach ihm scharren mehr als nach Schätzen;
21 que esperam a morte, e ela não vem, que cavam em procura dela mais do que tesouros ocultos,
22 die sich freuen würden, wären sie im Grab. / Sie würden jubeln und wären entzückt.
22 que se alegrariam por um túmulo e exultariam se achassem a sepultura?
23 Warum gibt er dem Mann Leben, / den Gott ringsum eingezäunt hat / und dessen Weg verborgen ist?
23 Por que se concede luz ao homem cujo caminho é oculto, e a quem Deus cercou de todos os lados?”
24 Bevor ich noch esse, kommt mir das Seufzen, / und wie Wasser ergießt sich mein Stöhnen.
24 “Porque em vez do meu pão me vêm gemidos, e os meus lamentos se derramam como água.
25 Wovor mir Angst war, das hat mich getroffen, / wovor mir graute, das kam über mich.
25 Aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece.
26 Hatte ich nicht Frieden, nicht Ruhe, nicht Rast? / Und dann kam das Toben."
26 Não tenho descanso, não tenho sossego, não tenho repouso; só tenho inquietação.”

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