Provérbios 26

La Nuova Diodati 1991 (LND_1991) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Come la neve non conviene all’estate né la pioggia alla mietitura, cosí non conviene la gloria allo stolto.
1 Como a neve no verão e como a chuva na sega, assim não é conveniente ao louco a honra.
2 Come il passero svolazza e la rondine vola, cosí la maledizione senza motivo non ha effetto.
2 Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem causa não virá.
3 La frusta per il cavallo, la briglia per l’asino e il bastone per il dorso degli stolti.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos tolos.
4 Non rispondere allo stolto secondo la sua stoltezza, per non diventare anche tu come lui.
4 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia, para que também te não faças semelhante a ele.
5 Rispondi allo stolto secondo la sua stoltezza, perché non creda di essere saggio.
5 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus olhos.
6 Chi manda un messaggio per mezzo di uno stolto si taglia i piedi e beve violenza.
6 Os pés corta e o dano bebe quem manda mensagens pelas mãos de um tolo.
7 Come le gambe dello zoppo sono malferme, cosí è un proverbio sulla bocca degli stolti.
7 Como as pernas do coxo, que pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos.
8 Chi dà gloria a uno stolto è come chi lega una pietra a una fionda.
8 Como o que prende a pedra preciosa na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo.
9 Un proverbio sulla bocca degli stolti è come una spina che penetra nella mano di un ubriaco.
9 Como o espinho que entra na mão do ébrio, assim é o provérbio na boca dos tolos.
10 Il grande Dio che ha formato tutte le cose è colui che dà la retribuzione allo stolto e ai trasgressori.
10 Como um besteiro que a todos espanta, assim é o que assalaria os tolos e os transgressores.
11 Come un cane ritorna al suo vomito, cosí lo stolto ripete la sua stoltezza.
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia.
12 Hai visto un uomo che si crede saggio? C’è maggiore speranza per uno stolto che per lui,
12 Tens visto um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no tolo do que nele.
13 Il pigro dice: »C’è un leone nella strada, c’è un leone per le vie!«.
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
14 Come la porta gira sui suoi cardini, cosí il pigro sul suo letto.
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o preguiçoso, na sua cama.
15 Il pigro affonda la sua mano nel piatto, ma si stanca persino a portarla alla bocca,
15 O preguiçoso esconde a mão no seio; enfada-se de a levar à sua boca.
16 Il pigro si crede piú saggio di sette persone che danno risposte assennate.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem.
17 Il passante che si immischia in una lite che non lo riguarda, è come chi prende un cane per le orecchie.
17 O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas.
18 Come un pazzo che scaglia tizzoni, frecce e morte,
18 Como o louco que lança de si faíscas, flechas e mortandades,
19 cosí è colui che inganna il prossimo e dice: »Ho fatto per scherzo!«.
19 assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.
20 Quando manca la legna, il fuoco si spegne; e quando non c’è maldicente, la disputa cessa.
20 Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo maldizente, cessará a contenda.
21 Come il carbone dà la brace e la legna il fuoco, cosí l’uomo rissoso attizza le liti.
21 Como o carvão é para o borralho, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
22 Le parole del maldicente sono come cibi squisiti e penetrano fino nell’intimo delle viscere.
22 As palavras do maldizente são como deliciosos bocados, que descem ao íntimo do ventre.
23 Labbra ardenti e un cuore malvagio sono come scoria d’argento spalmata sopra un vaso di terra.
23 Como o caco coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno.
24 Chi odia finge con le sue labbra, ma nel suo intimo cova inganno.
24 Aquele que aborrece dissimula com os seus lábios, mas no seu interior encobre o engano.
25 Quando parla cortesemente non fidarti di lui, perché ha sette abominazioni in cuore.
25 Quando te suplicar com a sua voz, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
26 Anche se l’odio è nascosto con dissimulazione, la sua malvagità sarà palesata nell’assemblea.
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá na congregação.
27 Chi scava una fossa vi cadrà dentro, e chi rotola una pietra gli ricadrà addosso.
27 O que faz uma cova nela cairá; e o que revolve a pedra, esta sobre ele rolará.
28 La lingua bugiarda odia quelli che ha ferito, e la bocca adulatrice produce rovina.
28 A língua falsa aborrece aquele a quem ela tem maravilhado, e a boca lisonjeira opera a ruína.

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