Jó 31

La Nuova Diodati 1991 (LND_1991) vs VC

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VC Versão Católica
1 »Io avevo stretto un patto con i miei occhi; come potevo quindi fissare lo sguardo su una vergine?
1 Eu havia feito um pacto com meus olhos: não desejaria olhar nunca para uma virgem.
2 Qual è la sorte assegnatami da Dio da lassú, e l’eredità dell’Onnipotente dai luoghi eccelsi?
2 Que parte me daria Deus lá do alto, que sorte o Todo-poderoso me enviaria dos céus?
3 Non è forse la sventura per il perverso e la calamità per ehi fa il male
3 A infelicidade não está reservada ao injusto, e o infortúnio ao iníquo?
4 Non vede egli le mie vie e non conta tutti i miei passi?
4 Não conhece Deus os meus caminhos, e não conta todos os meus passos?
5 Se ho agito con falsità, o il mio piede si è affrettato a seguire la frode,
5 Se caminhei com a mentira, se meu pé correu atrás da fraude,
6 mi pesi pure con una giusta bilancia, e Dio riconoscerà la mia integrità.
6 que Deus me pese em justas balanças e reconhecerá minha integridade.
7 Se i miei passi sono usciti dalla retta via, e il mio cuore ha seguito i miei occhi, o qualche macchia si è attaccata alle mie mani,
7 Se meus passos se desviaram do caminho, se meu coração seguiu meus olhos, se às minhas mãos se apegou qualquer mácula,
8 che io semini e un altro mangi, e i miei discendenti siano sradicati.
8 semeie eu e outro o coma, e que minhas plantações sejam desenraizadas!
9 Se il mio cuore è stato sedotto da una donna e ho spiato alla porta del mio prossimo,
9 Se meu coração foi seduzido por uma mulher, se fiquei à espreita à porta de meu vizinho,
10 che mia moglie macini per un altro, e che altri si pieghino sopra di lei.
10 que minha mulher gire a mó para outro e que estranhos a possuam!
11 Poiché quella sarebbe una scelleratezza, una colpa che deve essere punita dai giudici,
11 Pois isso teria sido um crime, um delito dependente da justiça,
12 un fuoco che consuma fino ad Abaddon, e avrebbe distrutto fin dalle radici tutto il mio raccolto.
12 um fogo que devoraria até o abismo, e que teria arruinado todos os meus bens.
13 Se ho respinto il diritto del mio servo e della mia serva, quando erano in lite con me,
13 Nunca violei o direito de meus escravos, ou de minha serva, em suas discussões comigo.
14 che cosa farei quando Dio si levasse contro di me, e che cosa risponderei quando mi chiedesse conto?
14 Que farei eu quando Deus se levantar? Quando me interrogar, que lhe responderei?
15 Chi ha fatto me nel grembo materno, non ha fatto anche lui? Non fu lo stesso Dio a formarci nel grembo?
15 Aquele que me criou no ventre, não o criou também a ele? Um mesmo criador não nos formou no seio da nossa mãe?
16 Se ho rifiutato ai poveri ciò che desideravano e ho fatto languire gli occhi della vedova
16 Não recusei aos pobres aquilo que desejavam, não fiz desfalecer os olhos da viúva,
17 se ho mangiato da solo il mio tozzo di pane senza che ne mangiasse una parte l’orfano,
17 não comi sozinho meu pedaço de pão, sem que o órfão tivesse a sua parte;
18 (ma fin dalla mia giovinezza io l’ho allevato come un padre, e fin dal grembo di mia madre sono stato guida alla vedova),
18 desde minha infância cuidei deste como um pai, desde o ventre de minha mãe fui o guia da viúva.
19 se ho visto alcuno perire per mancanza di vesti o un povero che non aveva di che coprirsi,
19 Se vi perecer um homem por falta de roupas, e o pobre que não tinha com que cobrir-se,
20 se i suoi lombi non mi hanno benedetto, e non si è riscaldato con la lana dei miei agnelli,
20 sem que seus rins me tenham abençoado, aquecido como estava com a lã de minhas ovelhas;
21 se ho alzato la mano contro l’orfano perché sapevo di avere aiuto alla porta,
21 se levantei a mão contra o órfão, quando me via apoiado pelos juízes,
22 che la mia spalla si stacchi dalla sua scapola, il mio braccio si rompa al gomito!
22 que meu ombro caia de minhas costas, que meu braço seja arrancado de seu cotovelo!
23 Poiché la calamità che viene da Dio mi incute spavento, e a motivo della sua maestà non potevo fare nulla.
23 Pois o temor de Deus me invadiu, e diante de sua majestade não posso subsistir.
24 Se ho riposto la mia fiducia nell’oro, e all’oro fino ho detto: »Tu sei la mia speranza«,
24 Nunca pus no ouro minha segurança, nem jamais disse ao ouro puro: És minha esperança.
25 se mi sono rallegrato perché le mie ricchezze erano grandi, e perché la mia mano ha accumulato tanti beni,
25 Nunca me rejubilei por ser grande a minha riqueza, nem pelo fato de minha mão ter ajuntado muito.
26 se ho guardato il sole quando brilla o la luna che avanzava splendente, e il mio cuore si è lasciato segretamente sedurre e la mia bocca ha baciato la mia mano;
26 Quando eu via o sol brilhar, e a lua levantar-se em seu esplendor,
27 anche questa sarebbe una colpa che deve essere punita dai giudici perché avrei rinnegato Dio che sta in alto.
27 jamais meu coração deixou-se seduzir em segredo, e minha mão não foi levada à boca para um beijo.
28 Se mi sono rallegrato della sciagura del mio nemico e mi sono innalzato, perché lo aveva colpito la sventura.
28 Isto seria um crime digno de castigo, pois eu teria renegado o Deus do alto.
29 (ma io non ho permesso alla mia bocca di peccare, augurandogli la morte con una maledizione);
29 Nunca me alegrei com a ruína de meu inimigo, e nem exultei quando a infelicidade o feriu.
30 se la gente della mia tenda non ha detto: »chi può trovare uno che non si è saziato con la sua carne?
30 Não permiti que minha língua pecasse, reclamando sua morte por uma imprecação.
31 (inoltre nessun forestiero passava la notte all’aperto, perchè aprivo le mie porte al viandante)
31 Jamais as pessoas de minha tenda me disseram: Há alguém que não saiu satisfeito.
32 se ho coperto i miei peccati come Adamo celando la mia colpa in petto,
32 O estrangeiro não passava a noite fora, eu abria a minha porta ao viajante.
33 perché avevo paura della grande folla e il disprezzo delle famiglie mi spaventava, sí da star zitto senza uscir di casa.
33 Nunca dissimulei minha culpa aos homens, escondendo em meu peito minha iniqüidade,
34 Oh, avessi uno che mi ascoltasse! Ecco la mia firma! L’Onnipotente mi risponda! Il mio avversario scriva un documento,
34 como se temesse a multidão e receasse o desprezo das famílias, a ponto de me manter quieto sem pôr o pé fora da porta.
35 e io lo porterei certamente sulle mie spalle e lo cingerei come un diadema;
35 Oh, se eu tivesse alguém para me ouvir! Eis a minha assinatura: que o Todo-poderoso me responda! Que o meu adversário escreva também um memorial.
36 gli renderei conto di tutti i miei passi, presentandomi a lui come un principe.
36 Será que eu não o poria sobre meus ombros, e não cingiria minha fronte com ele como de uma coroa?
37 Se la mia terra grida contro di me e i suoi solchi piangono insieme ad essa,
37 Dar-lhe-ia conta de todos os meus passos, e me apresentaria diante dele altivo como um príncipe.
38 se ho mangiato il suo frutto senza pagare, se ho fatto esalare l’ultimo respiro ai suoi padroni,
38 Se minha terra clamou contra mim, e seus sulcos derramaram lágrimas,
39 invece di grano crescano spine, ed erbacce al posto dell’orzo«.
39 se comi seus frutos sem pagar, se afligi a alma de seu possuidor,
40 Qui terminano le parole di Giobbe.
40 que em vez de trigo produza espinhos, e joio em vez de cevada! Aqui terminam os discursos de Jó.

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