Jó 39
Giovanni Diodati Bibbia (ITADIO) vs ARA
1 Sai tu il tempo che le camozze delle rocce figliano? Hai tu osservato quando le cerve partoriscono?
1 Sabes tu o tempo em que as cabras monteses têm os filhos ou cuidaste das corças quando dão suas crias?
2 Annoveri tu i mesi del termine del lor portato, E sai tu il tempo che devono figliare?
2 Podes contar os meses que cumprem? Ou sabes o tempo do seu parto?
3 Elle si chinano, fanno scoppiar fuori il lor feto, Si alleviano delle lor doglie.
3 Elas encurvam-se, para terem seus filhos, e lançam de si as suas dores.
4 I lor figli son gagliardi, crescono per le biade, Escono fuori, e non ritornano più a quelle.
4 Seus filhos se tornam robustos, crescem no campo aberto, saem e nunca mais tornam para elas.
5 Chi ne ha mandato libero l’asino salvatico, E chi ha sciolti i suoi legami?
5 Quem despediu livre o jumento selvagem, e quem soltou as prisões ao asno veloz,
6 A cui io ho ordinato il deserto per casa; E per abitazioni, i luoghi salsugginosi.
6 ao qual dei o ermo por casa e a terra salgada por moradas?
7 Egli si beffa dello strepito della città; Egli non ode gli schiamazzi del sollecitator delle opere.
7 Ri-se do tumulto da cidade, não ouve os muitos gritos do arrieiro.
8 I monti, ch’egli va spiando, sono il suo pasco; Ed egli va ricercando qualunque verdura.
8 Os montes são o lugar do seu pasto, e anda à procura de tudo o que está verde.
9 Il liocorno ti vorrà egli servire? Si riparerà egli presso alla tua mangiatoia?
9 Acaso, quer o boi selvagem servir-te? Ou passará ele a noite junto da tua manjedoura?
10 Legherai tu il liocorno con la sua fune, per farlo arare al solco? Erpicherà egli le valli dietro a te?
10 Porventura, podes prendê-lo ao sulco com cordas? Ou gradará ele os vales após ti?
11 Ti fiderai tu in lui, perchè la sua forza è grande? E gli rimetterai tu il tuo lavoro?
11 Confiarás nele, por ser grande a sua força, ou deixarás a seu cuidado o teu trabalho?
12 Ti fiderai tu in lui ch’egli ti renda la ricolta della tua sementa, E ch’egli te l’accolga nella tua aia?
12 Fiarás dele que te traga para a casa o que semeaste e o recolha na tua eira?
13 Le ale de’ paoni son esse vaghe per opera tua? Od ha da te lo struzzolo le penne e la piuma?
13 O avestruz bate alegre as asas; acaso, porém, tem asas e penas de bondade?
14 Fai tu ch’egli abbandoni le sue uova in su la terra, E che le lasci scaldare in su la polvere?
14 Ele deixa os seus ovos na terra, e os aquenta no pó,
15 E che dimentichi che il piè d’alcuno le schiaccerà, Ovvero che le fiere della campagna le calpesteranno?
15 e se esquece de que algum pé os pode esmagar ou de que podem pisá-los os animais do campo.
16 Egli è spietato inverso i suoi figli, come se non fosser suoi; Indarno è la sua fatica, egli è senza tema;
16 Trata com dureza os seus filhos, como se não fossem seus; embora seja em vão o seu trabalho, ele está tranquilo,
17 Perciocchè Iddio l’ha privo di senno, E non l’ha fatto partecipe d’intendimento.
17 porque Deus lhe negou sabedoria e não lhe deu entendimento;
18 Quando egli si solleva in alto, Egli si beffa del cavallo, e di colui che lo cavalca
18 mas, quando de um salto se levanta para correr, ri-se do cavalo e do cavaleiro.
19 Hai tu data la forza al cavallo? Hai tu adorna la sua gola di fremito?
19 Ou dás tu força ao cavalo ou revestirás o seu pescoço de crinas?
20 Lo spaventerai tu come una locusta? Il suo magnifico nitrire è spaventevole.
20 Acaso, o fazes pular como ao gafanhoto? Terrível é o fogoso respirar das suas ventas.
21 Egli raspa nella valle, si rallegra della sua forza, Esce ad incontrare le armi.
21 Escarva no vale, folga na sua força e sai ao encontro dos armados.
22 Egli si beffa della paura, e non si spaventa, E non si volge indietro per la spada.
22 Ri-se do temor e não se espanta; e não torna atrás por causa da espada.
23 Il turcasso, e la folgorante lancia, E lo spuntone gli risuonano addosso.
23 Sobre ele chocalha a aljava, flameja a lança e o dardo.
24 D’impazienza e di stizza pare ch’egli voglia trangugiar la terra; E non può credere che sia il suon della tromba.
24 De fúria e ira devora o caminho e não se contém ao som da trombeta.
25 Come prima la tromba ha sonato, egli dice: Aha, Aha; Da lontano annasa la battaglia, Lo schiamazzo de’ capitani; e le grida
25 Em cada sonido da trombeta, ele diz: Avante! Cheira de longe a batalha, o trovão dos príncipes e o alarido.
26 È per il tuo senno che lo sparviere vola? Che spiega le sue ali verso il mezzodì?
26 Ou é pela tua inteligência que voa o falcão, estendendo as asas para o Sul?
27 L’aquila si leva ella ad alto per lo tuo comandamento? E fai tu ch’ella faccia il suo nido in luoghi elevati?
27 Ou é pelo teu mandado que se remonta a águia e faz alto o seu ninho?
28 Ella dimora e si ripara nelle rupi, Nelle punte delle rocce, ed in luoghi inaccessibili.
28 Habita no penhasco onde faz a sua morada, sobre o cimo do penhasco, em lugar seguro.
29 Di là ella spia il pasto, Gli occhi suoi mirano da lontano.
29 Dali, descobre a presa; seus olhos a avistam de longe.
30 I suoi aquilini ancora sorbiscono il sangue, E dove sono corpi morti, quivi ella si ritrova
30 Seus filhos chupam sangue; onde há mortos, ela aí está.
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