Jó 4

Riveduta (IRV) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Allora Elifaz di Teman rispose disse:
1 Então, respondeu Elifaz, o temanita, e disse:
2 "Se provassimo a dirti una parola ti darebbe fastidio? Ma chi potrebbe trattener le parole?
2 Se intentarmos falar-te, enfadar-te-ás? Mas quem poderá conter as palavras?
3 Ecco tu n’hai ammaestrati molti, hai fortificato le mani stanche;
3 Eis que ensinaste a muitos e esforçaste as mãos fracas.
4 le tue parole hanno rialzato chi stava cadendo, hai raffermato le ginocchia vacillanti;
4 As tuas palavras levantaram os que tropeçavam, e os joelhos desfalecentes fortificaste.
5 e ora che il male piomba su te, tu ti lasci abbattere; ora ch’è giunto fino a te, sei tutto smarrito.
5 Mas agora a ti te vem, e te enfadas; e, tocando-te a ti, te perturbas.
6 La tua pietà non è forse la tua fiducia, e l’integrità della tua vita la speranza tua?
6 Porventura, não era o teu temor de Deus a tua confiança, e a tua esperança, a sinceridade dos teus caminhos?
7 Ricorda: quale innocente perì mai? e dove furono gli uomini retti mai distrutti?
7 Lembra-te, agora: qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos?
8 Io per me ho visto che coloro che arano iniquità e seminano tormenti, ne mietono i frutti.
8 Segundo eu tenho visto, os que lavram iniquidade e semeiam o mal segam isso mesmo.
9 Al soffio di Dio essi periscono, dal vento del suo corruccio son consumati.
9 Com o hálito de Deus perecem; e com o assopro da sua ira se consomem.
10 Spenta è la voce del ruggente, sono spezzati i denti dei leoncelli.
10 O bramido do leão, e a voz do leão feroz, e os dentes dos leõezinhos se quebrantam.
11 Perisce per mancanza di preda il forte leone, e restan dispersi i piccini della leonessa.
11 Perece o leão velho, porque não há presa, e os filhos da leoa andam dispersos.
12 Una parola m’è furtivamente giunta, e il mio orecchio ne ha còlto il lieve sussurro.
12 Uma palavra se me disse em segredo; e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela.
13 Fra i pensieri delle visioni notturne, quando un sonno profondo cade sui mortali,
13 Entre pensamentos de visões da noite, quando cai sobre os homens o sono profundo,
14 uno spavento mi prese, un tremore che mi fece fremer tutte l’ossa.
14 sobreveio-me o espanto e o tremor, e todos os meus ossos estremeceram.
15 Uno spirito mi passò dinanzi, e i peli mi si rizzarono addosso.
15 Então, um espírito passou por diante de mim; fez-me arrepiar os cabelos da minha carne;
16 Si fermò, ma non riconobbi il suo sembiante; una figura mi stava davanti agli occhi e udii una voce sommessa che diceva:
16 parou ele, mas não conheci a sua feição; um vulto estava diante dos meus olhos; e, calando-me, ouvi uma voz que dizia:
17 "Può il mortale esser giusto dinanzi a Dio? Può l’uomo esser puro dinanzi al suo Fattore?
17 Seria, porventura, o homem mais justo do que Deus? Seria, porventura, o varão mais puro do que o seu Criador?
18 Ecco, Iddio non si fida de’ suoi propri servi, e trova difetti nei suoi angeli;
18 Eis que nos seus servos não confia e nos seus anjos encontra loucura;
19 quanto più in quelli che stanno in case d’argilla, che han per fondamento la polvere e son schiacciati al par delle tignuole!
19 quanto mais naqueles que habitam em casas de lodo, cujo fundamento está no pó, e são machucados como a traça!
20 Tra la mattina e la sera sono infranti; periscono per sempre, senza che alcuno se ne accorga.
20 Desde de manhã até à tarde são despedaçados; e eternamente perecem, sem que disso se faça caso.
21 La corda della lor tenda, ecco, è strappata, e muoion senza posseder la sapienza".
21 Porventura, não passa com eles a sua excelência? Morrem, mas sem sabedoria.

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