Jó 6
Pattloch Bibel (PAT80) vs ACF
1 Da antwortete Job und sprach:
1 Então Jó respondeu, dizendo:
2 "Ach, daß mein Kummer gewogen würde und daß man zusammen mein Leid auf die Waage legte!
2 Oh! se a minha mágoa retamente se pesasse, e a minha miséria juntamente se pusesse numa balança!
3 Denn nun ist es schwerer als der Sand am Meer; daher gingen meine Worte irre.
3 Porque, na verdade, mais pesada seria, do que a areia dos mares; por isso é que as minhas palavras têm sido engolidas.
4 Denn die Pfeile des Allmächtigen stecken in mir; es trinkt mein Geist ihr Fiebergift; die Schrecknisse Gottes rüsten sich wider mich.
4 Porque as flechas do TodoPoderoso estão em mim, cujo ardente veneno suga o meu espírito; os terrores de Deus se armam contra mim.
5 Schreit etwa der Wildesel bei grünem Gras, oder brüllt das Rind bei seinem Futter?
5 Porventura zurrará o jumento montês junto à relva? Ou mugirá o boi junto ao seu pasto?
6 Aber kann man Geschmackloses ohne Salz essen, oder steckt Wohlgeschmack im Schleim einer faden Pflanze?
6 Ou comer-se-á sem sal o que é insípido? Ou haverá gosto na clara do ovo?
7 Mein Empfinden sträubt sich, sie anzurühren; sie gleichen den Mängeln meiner Speise.
7 A minha alma recusa tocá-las, pois são para mim como comida repugnante.
8 O käme doch, was ich begehre, und gäbe Gott, was ich erhoffe!
8 Quem dera que se cumprisse o meu desejo, e que Deus me desse o que espero!
9 Und möchte doch Gott mich zermalmen, seine Hand zücken und meinen Faden abschneiden!
9 E que Deus quisesse quebrantar-me, e soltasse a sua mão, e me acabasse!
10 So wäre es noch ein Trost für mich, und ich würde aufhüpfen trotz schonungsloser Pein, darob, daß ich des Heiligen Worte nicht verleugnete.
10 Isto ainda seria a minha consolação, e me refrigeraria no meu tormento, não me poupando ele; porque não ocultei as palavras do Santo.
11 Was ist meine Kraft, daß ich aushalten könnte, und was meine Endfrist, um Geduld zu bewahren?
11 Qual é a minha força, para que eu espere? Ou qual é o meu fim, para que tenha ainda paciência?
12 Sind etwa meine Kräfte Felsenkräfte, oder ist mein Fleisch aus Erz gemacht?
12 É porventura a minha força a força da pedra? Ou é de cobre a minha carne?
13 Gibt es in mir denn keine Hilfe mehr für mich, und ist Erfolg mir ganz entzogen?
13 Está em mim a minha ajuda? Ou desamparou-me a verdadeira sabedoria?
14 Liebe gebührt dem Verzagenden von seinem Freund, und verließe er selbst die Furcht vor dem Allmächtigen.
14 Ao que está aflito devia o amigo mostrar compaixão, ainda ao que deixasse o temor do Todo-Poderoso.
15 Meine Brüder haben mich enttäuscht wie ein Sturzbach, wie die Wasserrinne von Flüssen, die vergehen,
15 Meus irmãos aleivosamente me trataram, como um ribeiro, como a torrente dos ribeiros que passam,
16 die trübe sind vom Eis, über denen der Schnee zerschmilzt;
16 Que estão encobertos com a geada, e neles se esconde a neve,
17 zur Zeit, da sie ausgebrannt werden, sind sie verschwunden, wenn es heiß wird, sind sie von ihrer Stätte versiegt.
17 No tempo em que se derretem com o calor, se desfazem, e em se aquentando, desaparecem do seu lugar.
18 Sie schlängeln sich die Pfade ihres Laufes, treten in die Wüste ein und hören auf.
18 Desviam-se as veredas dos seus caminhos; sobem ao vácuo, e perecem.
19 Die Karawanen von Tema halten Ausschau, die Reisezüge von Saba hoffen auf sie.
19 Os caminhantes de Tema os vêem; os passageiros de Sabá esperam por eles.
20 Sie werden zuschanden, weil sie vertrauten, sie kommen dorthin und sind enttäuscht.
20 Ficam envergonhados, por terem confiado e, chegando ali, se confundem.
21 So seid ihr für mich jetzt geworden; ihr habt ein Schrecknis geschaut und fürchtet euch.
21 Agora sois semelhantes a eles; vistes o terror, e temestes.
22 Habe ich etwa gesagt: "Gebt mir und zahlt für mich von eurem Vermögen,
22 Acaso disse eu: Dai-me ou oferecei-me presentes de vossos bens?
23 rettet mich aus der Hand des Bedrängers und kauft mich los aus der Hand der Tyrannen"?
23 Ou livrai-me das mãos do opressor? Ou redimi-me das mãos dos tiranos?
24 Lehrt mich, und ich werde schweigen, und laßt mich wissen, worin ich gefehlt!
24 Ensinai-me, e eu me calarei; e fazei-me entender em que errei.
25 Wie könnten offene Reden verletzen, und was kann euer Tadel rügen?
25 Oh! quão fortes são as palavras da boa razão! Mas que é o que censura a vossa argüição?
26 Gedenkt ihr, Worte zu tadeln, und sind des Verzweifelten Reden für den Wind?
26 Porventura buscareis palavras para me repreenderdes, visto que as razões do desesperado são como vento?
27 Ihr würdet das Los selbst über ein Waisenkind werfen und auch euren Freund verschachern.
27 Mas antes lançais sortes sobre o órfão; e cavais uma cova para o amigo.
28 Nun aber gebt nach, wendet euch mir zu, ich will euch nicht ins Angesicht lügen!
28 Agora, pois, se sois servidos, olhai para mim; e vede se minto em vossa presença.
29 Bekehrt euch doch, daß kein Unrecht geschieht! Bekehrt euch; noch bin ich hierin im Recht.
29 Voltai, pois, não haja iniqüidade; tornai-vos, digo, que ainda a minha justiça aparecerá nisso.
30 Ist denn ein Unrecht auf meiner Zunge, oder merkt mein Gaumen das Schlechte nicht?
30 Há porventura iniqüidade na minha língua? Ou não poderia o meu paladar distinguir coisas iníquas?
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