Jó 6

Luther 1545 (LUTH1545) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Hiob antwortete und sprach:
1 Então, Jó respondeu:
2 Wenn man meinen Jammer wöge und mein Leiden zusammen in eine Waage legte,
2 Oh! Se a minha queixa, de fato, se pesasse, e contra ela, numa balança, se pusesse a minha miséria,
3 so würde es schwerer sein denn Sand am Meer; darum ist‘s umsonst, was ich rede.
3 esta, na verdade, pesaria mais que a areia dos mares; por isso é que as minhas palavras foram precipitadas.
4 Denn die Pfeile des Allmächtigen stecken in mir, derselben Grimm säuft aus meinen Geist, und die Schrecknisse Gottes sind auf mich gerichtet.
4 Porque as flechas do Todo-Poderoso estão em mim cravadas, e o meu espírito sorve o veneno delas; os terrores de Deus se arregimentam contra mim.
5 Das Wild schreiet nicht, wenn es Gras hat; der Ochse blöket nicht, wenn er sein Futter hat.
5 Zurrará o jumento montês junto à relva? Ou mugirá o boi junto à sua forragem?
6 Kann man auch essen, das ungesalzen ist? Oder wer mag kosten das Weiße um den Dotter?
6 Comer-se-á sem sal o que é insípido? Ou haverá sabor na clara do ovo?
7 Was meiner Seele widerte anzurühren, das ist meine Speise vor Schmerzen.
7 Aquilo que a minha alma recusava tocar, isso é agora a minha comida repugnante.
8 O daß meine Bitte geschähe, und GOtt gäbe mir, wes ich hoffe!
8 Quem dera que se cumprisse o meu pedido, e que Deus me concedesse o que anelo!
9 Daß GOtt anfinge und zerschlüge mich und ließe seine Hand gehen und zerscheiterte mich!
9 Que fosse do agrado de Deus esmagar-me, que soltasse a sua mão e acabasse comigo!
10 So hätte ich noch Trost und wollte bitten in meiner Krankheit, daß er nur nicht schonete. Habe ich doch nicht verleugnet die Rede des Heiligen.
10 Isto ainda seria a minha consolação, e saltaria de contente na minha dor, que ele não poupa; porque não tenho negado as palavras do Santo.
11 Was ist meine Kraft, daß ich möge beharren? und welch ist mein Ende, daß meine Seele geduldig sollte sein?
11 Por que esperar, se já não tenho forças? Por que prolongar a vida, se o meu fim é certo?
12 Ist doch meine Kraft nicht steinern, so ist mein Fleisch nicht ehern.
12 Acaso, a minha força é a força da pedra? Ou é de bronze a minha carne?
13 Habe ich doch nirgend keine Hilfe, und mein Vermögen ist weg.
13 Não! Jamais haverá socorro para mim; foram afastados de mim os meus recursos.
14 Wer Barmherzigkeit seinem Nächsten weigert, der verlässet des Allmächtigen Furcht.
14 Ao aflito deve o amigo mostrar compaixão, a menos que tenha abandonado o temor do Todo-Poderoso.
15 Meine Brüder gehen verächtlich vor mir über, wie ein Bach, wie die Wasserströme vorüberfließen.
15 Meus irmãos aleivosamente me trataram; são como um ribeiro, como a torrente que transborda no vale,
16 Doch, welche sich vor dem Reif scheuen, über die wird der Schnee fallen.
16 turvada com o gelo e com a neve que nela se esconde,
17 Zur Zeit, wenn sie die Hitze drücken wird, werden sie verschmachten, und wenn es heiß wird, werden sie vergehen von ihrer Stätte.
17 torrente que no tempo do calor seca, emudece e desaparece do seu lugar.
18 Ihr Weg gehet beiseit aus; sie treten auf das Ungebahnte und werden umkommen.
18 Desviam-se as caravanas dos seus caminhos, sobem para lugares desolados e perecem.
19 Sie sehen auf die Wege Themas; auf die Pfade Reicharabias warten sie.
19 As caravanas de Temá procuram essa torrente, os viajantes de Sabá por ela suspiram.
20 Aber sie werden zuschanden werden, wenn‘s am sichersten ist, und sich schämen müssen, wenn sie dahin kommen.
20 Ficam envergonhados por terem confiado; em chegando ali, confundem-se.
21 Denn ihr seid nun zu mir kommen; und weil ihr Jammer sehet, fürchtet ihr euch.
21 Assim também vós outros sois nada para mim; vedes os meus males e vos espantais.
22 Habe ich auch gesagt: Bringet her und von eurem Vermögen schenket mir
22 Acaso, disse eu: dai-me um presente? Ou: oferecei-me um suborno da vossa fazenda?
23 und errettet mich aus der Hand des Feindes und erlöset mich von der Hand der Tyrannen?
23 Ou: livrai-me do poder do opressor? Ou: redimi-me das mãos dos tiranos?
24 Lehret mich, ich will schweigen; und was ich nicht weiß, das unterweiset mich.
24 Ensinai-me, e eu me calarei; dai-me a entender em que tenho errado.
25 Warum tadelt ihr die rechte Rede? Wer ist unter euch, der sie strafen könnte?
25 Oh! Como são persuasivas as palavras retas! Mas que é o que repreende a vossa repreensão?
26 Ihr erdenket Worte, daß ihr nur strafet, und daß ihr nur paustet Worte, die mich verzagt machen sollen.
26 Acaso, pensais em reprovar as minhas palavras, ditas por um desesperado ao vento?
27 Ihr fallet über einen armen Waisen und grabet eurem Nächsten Gruben.
27 Até sobre o órfão lançaríeis sorte e especularíeis com o vosso amigo?
28 Doch weil ihr habt angehoben, sehet auf mich, ob ich vor euch mit Lügen bestehen werde.
28 Agora, pois, se sois servidos, olhai para mim e vede que não minto na vossa cara.
29 Antwortet, was recht ist; meine Antwort wird noch recht bleiben.
29 Tornai a julgar, vos peço, e não haja iniquidade; tornai a julgar, e a justiça da minha causa triunfará.
30 Was gilt‘s, ob meine Zunge unrecht habe und mein Mund Böses vorgebe?
30 Há iniquidade na minha língua? Não pode o meu paladar discernir coisas perniciosas?

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