Jó 24

La Nuova Diodati 1991 (LND-1991) vs VC

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VC Versão Católica
1 »Perché mai l’Onnipotente non si riserva dei tempi e quelli che lo conoscono non vedono i suoi giorni?
1 Por que não reserva tempos para si o Todo-poderoso? E por que ignoram seus dias os que lhe são fiéis?
2 Alcuni spostano i confini, prendono a forza le greggi e le portano al pascolo;
2 Os maus mudam as divisas das terras, e fazem pastar o rebanho que roubaram.
3 portano via l’asino degli orfani e prendono in pegno il bue della vedova:
3 Empurram diante de si o jumento do órfão, e tomam em penhor o boi da viúva.
4 spingono fuori strada i bisognosi, cosí tutti i poveri del paese sono costretti a nascondersi.
4 Afastam os pobres do caminho, todos os miseráveis da região precisam esconder-se.
5 Eccoli, come onagri nel deserto escono al loro lavoro di buon mattino in cerca di cibo; il deserto fornisce cibo per loro e per i loro figli.
5 Como os asnos no deserto, saem para o trabalho, à procura do que comer, à procura do pão para seus filhos.
6 Raccolgono il loro foraggio nei campi e racimolano nella vigna dell’empio
6 Ceifam a forragem num campo, vindimam a vinha do ímpio.
7 Passano la notte nudi, senza vestiti, e non hanno di che coprirsi dal freddo.
7 Passam a noite nus, sem roupa, sem cobertor contra o frio.
8 Bagnati dagli acquazzoni dei monti, per mancanza di riparo si stringono alle rocce.
8 São banhados pelas chuvas da montanha; sem abrigo, abraçam-se com as rochas.
9 Altri strappano dalla mammella l’orfano e prendono pegni dai poveri.
9 Arrancam o órfão do seio materno, tomam em penhor as crianças do pobre.
10 Costringono il povero ad andare senza vestiti e portano via i covoni dell’affamato.
10 Andam nus, despidos, esfomeados, carregam feixes.
11 Fanno l’olio fra le mura degli empi, pigiano l’uva nei torchi, ma hanno sete.
11 Espremem o óleo nos celeiros, pisam os lagares, morrendo de sede.
12 Il gemito dei morenti sale dalla città; l’anima dei feriti implora aiuto, ma Dio non presta attenzione al male loro fatto.
12 Sobe da cidade o estertor dos moribundos, a alma dos feridos grita: Deus não ouve suas súplicas.
13 Altri si ribellano alla luce, non conoscono le sue vie e non rimangono nei suoi sentieri.
13 Outros são rebeldes à luz, não conhecem seus caminhos, não habitam em suas veredas.
14 L’assassino si alza sul far del giorno, per uccidere il povero e il bisognoso; nella notte invece fa come il ladro.
14 O homicida levanta-se quando cai o dia, para matar o pobre e o indigente; o ladrão vagueia durante a noite.
15 L’occhio dell’adultero aspetta il crepuscolo, pensando: »Nessuno mi vedrà« e si mette un velo sulla faccia.
15 O adúltero espreita o crepúsculo: Ninguém me verá, diz ele, e põe um véu no rosto.
16 Di notte penetrano nelle case; di giorno se ne stanno rinchiusi; non conoscono la luce.
16 Nas trevas, forçam as casas; escondem-se durante o dia; não conhecem a luz.
17 Il mattino è per loro come ombra di morte, perché essi conoscono bene i terrori dell’ombra di morte.
17 Para eles, com efeito, a manhã é uma sombra espessa, pois estão acostumados aos terrores da noite.
18 Passano velocemente sulla superficie delle acque, la loro porzione è maledetta sulla terra, e nessuno entrerebbe piú nelle loro vigne.
18 Correm rapidamente à superfície das águas, sua herança é maldita na terra; já não tomarão o caminho das vinhas.
19 Come la siccità e il calore consumano le acque della neve, cosí fa lo Sceol con chi ha peccato.
19 Como a seca e o calor absorvem a água das neves, assim a região dos mortos engole os pecadores.
20 Il grembo materno lo dimentica, i vermi ne mangiano con gusto e non sarà piú ricordato; il malvagio sarà troncato come un albero.
20 O ventre que o gerou, esquece-o, os vermes fazem dele as suas delícias; ninguém mais se lembra dele.
21 Egli divorava la sterile che non ha figli e non faceva alcun bene alla vedova!
21 A iniqüidade é quebrada como uma árvore. Maltratava a mulher estéril e sem filhos, não fazia o bem à viúva;
22 Ma Dio con la sua forza trascina via i potenti e, anche se sorgono di nuovo, nessuno può essere sicuro della vita.
22 punha sua força a serviço dos poderosos. Levanta-se e já não pode mais contar com a vida.
23 Dà loro sicurezza, ed essi fanno affidamento su di essa; tuttavia i suoi occhi osservano le loro vie.
23 Ele lhes dá segurança e apoio, mas seus olhos vigiam seus caminhos.
24 Sono innalzati per breve tempo, ma poi non sono piú; sono abbattuti e sono portati via come tutti gli altri; sono falciati come le teste delle spighe di grano.
24 Levantam-se, subitamente já não existem; caem; como os outros, são arrebatados, são ceifados como cabeças de espigas.
25 Se cosí non è, chi potrà smentirmi e annullare il valore delle mie parole?«.
25 Se assim não é, quem me desmentirá, quem reduzirá a nada as minhas palavras?

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