Lamentações 3

Parnai Yiang Sursĩ - Kinh Thánh tiếng Bru (BRU) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Cứq la muoi noaq ca Yiang Sursĩ yỗn roap tôt.
1 Eu sou o homem que viu a aflição pela vara do seu furor.
2 Án khoiq tuih cứq cớp yỗn cứq pỡq tâng rana canám pếc.
2 Ele me levou e me fez andar em trevas e não na luz.
3 Nheq muoi tangái, mahỗi án toân, mahỗi án toân níc cứq.
3 Deveras se tornou contra mim; virou contra mim de contínuo, a mão todo o dia. Bete.
4 Án khoiq táq yỗn tỗ chác cứq cỡt bớc,
4 Fez envelhecer a minha carne e a minha pele, quebrantou os meus ossos.
5 Án khoiq kháng carál cứq tâng cuaq tũ
5 Edificou contra mim e me cercou de fel e trabalho.
6 Án khoiq ễp cứq yỗn ỡt tâng ntốq canám téc-téc;
6 Assentou-me em lugares tenebrosos, como os que estavam mortos há muito. Guímel.
7 Án clữong cứq toâq sái-sô khâm lứq,
7 Circunvalou-me, e não posso sair; agravou os meus grilhões.
8 Cứq khoiq arô casang ễq noau rachuai,
8 Ainda quando clamo e grito, ele exclui a minha oração.
9 Cứq tayáh sarín sarêu,
9 Circunvalou os meus caminhos com pedras lavradas, fez tortuosas as minhas veredas. Dálete.
10 Án ỡt crŏ́q ễ palŏ́ng cỗp cứq samoât sacâu palŏ́ng srứm charán;
10 Fez-me como urso de emboscada, um leão em esconderijos.
11 Án rapuai mandễt cứq yỗn vớt tễ rana;
11 Desviou os meus caminhos e fez-me em pedaços; deixou-me assolado.
12 Án dễ tamĩang cớp pán saráh chóq cứq.
12 Armou o seu arco, e me pôs como alvo à flecha. Hê.
13 Án ĩt saráh tễ sa-ŏ́h,
13 Fez entrar nos meus rins as flechas da sua aljava.
14 Máh cũai cacháng ayê cứq nheq tangái,
14 Fui feito um objeto de escárnio para todo o meu povo e a sua canção todo o dia.
15 Án táq yỗn mứt pahỡm cứq bữn moang ŏ́c túh arức,
15 Fartou-me de amarguras, saciou-me de absinto. Vau.
16 Án tĩn sarúq cứq tâng cutễq,
16 Quebrou com pedrinhas de areia os meus dentes; cobriu-me de cinza.
17 Mứt pahỡm cứq ŏ́q loâng ien khễ,
17 E afastaste da paz a minha alma; esqueci-me do bem.
18 Cứq chanchớm cứq tamoong tỡ bữn dũn noâng;
18 Então, disse eu: Já pereceu a minha força, como também a minha esperança no Senhor . Zain.
19 Cứq sanhữ loah máh tangái cứq a‑ĩ cớp ŏ́q dống ỡt,
19 Lembra-te da minha aflição e do meu pranto, do absinto e do fel.
20 Cứq chanchớm níc tễ ŏ́c nâi,
20 Minha alma, certamente, se lembra e se abate dentro de mim.
21 Ma tữ cứq chanchớm loah tễ muoi ramứh ễn,
21 Disso me recordarei no meu coração; por isso, tenho esperança. Hete.
22 Yiang Sursĩ ayooq mantái níc, cớp ŏ́c sarũiq táq tễ án tỡ nai nheq.
22 As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos; porque as suas misericórdias não têm fim.
23 Moat mandang chỗn tâng dũ tarưp nŏ́q,
23 Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade.
24 Yiang Sursĩ toâp la dũ ramứh cứq cóq bữn;
24 A minha porção é o Senhor , diz a minha alma; portanto, esperarei nele. Tete.
25 Yiang Sursĩ táq o níc chóq cũai sa‑âm án,
25 Bom é o Senhor para os que se atêm a ele, para a alma que o busca.
26 Ngkíq, cỡt ranáq o khân hái ngcuai acoan án;
26 Bom é ter esperança e aguardar em silêncio a salvação do Senhor .
27 Cớp cỡt ranáq o, khân hái rien ót tanhĩr bo hái noâng póng.
27 Bom é para o homem suportar o jugo na sua mocidade; Jode.
28 Toâq hái ramóh túh coat,
28 assentar-se solitário e ficar em silêncio; porquanto Deus o pôs sobre ele.
29 pĩeiq lứq yỗn hái pũp cucốh cớp trĩh Yiang Sursĩ,
29 Ponha a boca no pó; talvez assim haja esperança.
30 Tam noau toân cớp tĩn sarúq hái,
30 Dê a face ao que o fere; farte-se de afronta. Cafe.
31 Yiang Sursĩ bữn moang ŏ́c sarũiq táq,
31 Porque o Senhor não rejeitará para sempre.
32 Tam án yỗn hái ramóh túh coat,
32 Pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias.
33 Án tỡ bữn yoc táq yỗn hái cỡt ngua,
33 Porque não aflige nem entristece de bom grado os filhos dos homens. Lâmede.
34 Yiang Sursĩ dáng khân noau tĩn sarúq cũai tũ tâng cuaq,
34 Pisar debaixo dos pés todos os presos da terra,
35 tỡ la parchĩn tỡ bữn pĩeiq choâng moat Ncháu ca sốt clữi nheq tễ canŏ́h,
35 perverter o direito do homem perante a face do Altíssimo,
36 tỡ la rasữq tỡ bữn tanoang tapứng,
36 subverter o homem no seu pleito, não o veria o Senhor? Mem.
37 Lứq tỡ bữn noau têq táq muoi ranáq ntrớu,
37 Quem é aquele que diz, e assim acontece, quando o Senhor o não mande?
38 Ranáq o tỡ la ranáq sâuq la tỡ têq cỡt, khân Yiang Sursĩ ca sốt clữi nheq tễ canŏ́h tỡ bữn ớn.
38 Porventura da boca do Altíssimo não sai o mal e o bem?
39 Cỗ nŏ́q hái bubéq-bubưp toâq hái roap tôt cỗ tian lôih hái?
39 De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados. Nun.
40 Cóq hái tutuaiq loah tễ dỡi tamoong hái,
40 Esquadrinhemos os nossos caminhos, experimentemo-los e voltemos para o Senhor .
41 Cóq hái pớh mứt pahỡm,
41 Levantemos o coração juntamente com as mãos para Deus nos céus, dizendo:
42 “Ơ Yiang Sursĩ ơi! Tỗp hếq khoiq táq lôih cớp lớn-sarlớn chóq anhia!
42 Nós prevaricamos e fomos rebeldes; por isso, tu não perdoaste. Sâmeque.
43 “Anhia khoiq rapuai cớp cachĩt tỗp hếq;
43 Cobriste- nos de ira e nos perseguiste; mataste, não perdoaste.
44 Sưong santoiq tỗp hếq câu sễq tỡ bữn toâq pỡ anhia,
44 Cobriste-te de nuvens, para que não passe a nossa oração.
45 Anhia khoiq táq yỗn tỗp hếq cỡt samoât crơng noau táh
45 Como cisco e rejeitamento, nos puseste no meio dos povos. Pê.
46 “Nheq tữh cũai par‑ũal mumat cớp ayê ra‑ac hếq.
46 Todos os nossos inimigos abriram contra nós a sua boca.
47 Ŏ́c cahĩal cớp ŏ́c croŏq criat toâq níc pỡ hếq;
47 Temor e cova vieram sobre nós, assolação e quebrantamento.
48 Sarliang moat cứq hoi cucúc samoât crỗng,
48 Torrentes de águas derramaram os meus olhos, por causa da destruição da filha do meu povo. Ain.
49 “Sarliang moat cứq hoi samoât dỡq tũm tỡ nai tangứt,
49 Os meus olhos choram e não cessam, porque não há descanso,
50 toau Yiang Sursĩ tapoang nhêng tễ paloŏng,
50 até que o Senhor atente e veja desde os céus.
51 Mứt pahỡm cứq cỡt túh ngua lứq
51 O meu olho move a minha alma, por causa de todas as filhas da minha cidade. Tsadê.
52 “Cứq cỡt samoât chớm chuat tâng parténg cũai par‑ũal;
52 Como ave, me caçaram os que são meus inimigos sem causa.
53 Alới khoiq apŏ́ng cứq mumoong tâng prúng,
53 Arrancaram a minha vida na cova e lançaram pedras sobre mim.
54 Dỡq ntôm clứp plỡ cứq,
54 Águas correram sobre a minha cabeça; eu disse: Estou cortado. Cofe.
55 “Ơ Yiang Sursĩ ơi! Cứq khoiq arô chuaq anhia.
55 Invoquei o teu nome, Senhor , desde a mais profunda cova.
56 Tữ cứq arô sễq, anhia khoiq sâng sưong cứq.
56 Ouviste a minha voz; não escondas o teu ouvido ao meu suspiro, ao meu clamor.
57 Anhia ta‑ỡi cứq, dếh atỡng cứq neq hỡ:
57 Tu te aproximaste no dia em que te invoquei; disseste: Não temas. Rexe.
58 “Ơ Yiang Sursĩ ơi! Anhia khoiq toâq rachuai,
58 Pleiteaste, Senhor, os pleitos da minha alma, remiste a minha vida.
59 Sễq anhia rasữq cứq na ŏ́c sarũiq táq,
59 Viste, Senhor , a injustiça que me fizeram; julga a minha causa.
60 Anhia dáng mứt pahỡm cũai par‑ũal kêt cứq sa‑ữi máh léq,
60 Viste toda a sua vingança, todos os seus pensamentos contra mim. Chim.
61 “Ơ Yiang Sursĩ ơi! Anhia khoiq sâng santoiq noau ayê ra‑ac cứq,
61 Ouviste as suas afrontas, Senhor , todos os seus pensamentos contra mim;
62 Alới rachâp pai cứq nheq muoi tangái,
62 os lábios dos que se levantam contra mim e as suas imaginações contra mim todo o dia.
63 Tễ tarưp toau toâq sadâu alới táq rayiauq níc tễ cứq.
63 Observa- os ao se assentarem e ao se levantarem; eu sou a sua canção. Tau.
64 “Ơ Yiang Sursĩ ơi! Sễq anhia manrap alới,
64 Tu lhes darás a recompensa, Senhor , conforme a obra das suas mãos.
65 Sễq anhia pupap alới yỗn pứt chíq ŏ́c ngcuang.
65 Tu lhes darás ânsia de coração, maldição tua sobre eles.
66 Sễq anhia rapuai carsống níc alới,
66 Na tua ira, os perseguirás, e eles serão desfeitos debaixo dos céus do Senhor .

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