Salmos 36

ܕܝܬܩܐ ܚܕܬܐ ܕܡܪܢ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܘܡܙܡܘܪ̈ܐ ܒܠܫܢܐ ܐܬܘܪܝܐ (AII) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 ܥܵܘܠܵܐ ܟܹܐ ܚܵܫܹܒ݂ ܪܲܫܝܼܥܵܐ ܒܓܵܘܵܐ ܕܠܸܒܹܗ،
1 Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos.
2 ܣܵܒܵܒ ܟܹܐ ܡܲܫܦܸܪܵܗ̇ ܓܵܢܹܗ ܒܥܲܝܢܘܼ̈ܗ‌ܝ،
2 Porque a transgressão o lisonjeia a seus olhos e lhe diz que a sua iniquidade não há de ser descoberta, nem detestada.
3 ܗܹܡܸܙܡܵܢܹ̈ܐ ܕܦܘܼܡܹܗ ܥܵܘܠܵܐ ܘܦܸܠܡܵܐ،
3 As palavras de sua boca são malícia e dolo; abjurou o discernimento e a prática do bem.
4 ܥܵܘܠܵܐ ܟܹܐ ܬܲܚܡܸܢ ܥܲܠܔ ܫܘܝܼܬܹܗ،
4 No seu leito, maquina a perversidade, detém-se em caminho que não é bom, não se despega do mal.
5 ܡܵܪܝܵܐ ܗܲܠܔ ܫܡܲܝܵܐ ܝܠܵܗ̇ ܛܲܝܒܘܼܬܘܼܟ݂،
5 A tua benignidade, Senhor , chega até aos céus, até às nuvens, a tua fidelidade.
6 ܙܲܕܝܼܩܘܼܬܘܼܟ݂ ܐܲܝܟ݂ ܛܘܼܪ̈ܵܢܹܐ ܕܐܲܠܵܗܵܐ ܝܠܵܗ̇،
6 A tua justiça é como as montanhas de Deus; os teus juízos, como um abismo profundo. Tu,
7 ܟܡܵܐ ܝܲܩܝܼܪܬܵ‌ܐ ܝܠܵܗ̇ ܛܲܝܒܘܼܬܘܼܟ݂، ܝܵܐ ܐܲܠܵܗܵܐ،
7 Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade! Por isso, os filhos dos homens se acolhem à sombra das tuas asas.
8 ܟܹܐ ܫܵܬ‌ܝܼ ܣܒ݂ܵܥܬܵܝܗ‌ܝ ܡ̣ܢ ܫܲܡܝܼܢܘܼܬܵ‌ܐ ܕܒܲܝܬܘܼܟ݂،
8 Fartam-se da abundância da tua casa, e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber.
9 ܣܵܒܵܒ ܥܲܡܘܼܟ݂ ܝܼܠܹܗ ܡܲܒܘܼܥܵܐ ܕܚܲܝܹ̈ܐ،
9 Pois em ti está o manancial da vida; na tua luz, vemos a luz.
10 ܡܲܪܝܸܟ݂ ܛܲܝܒܘܼܬܘܼܟ݂ ܠܝܵܕܥܵܢܘܼ̈ܟ݂،
10 Continua a tua benignidade aos que te conhecem, e a tua justiça, aos retos de coração.
11 ܠܵܐ ܐܵܬܝܵܐ ܥܲܠܝܼ ܐܲܩܠܵܐ ܕܫܲܒ݂ܗܸܪ̈ܵܢܹܐ،
11 Não me calque o pé da insolência, nem me repila a mão dos ímpios.
12 ܬܵܡܵܐ ܢܦܝܼܠܔ ܠܗܘܿܢ ܦܵܠܚܵܢܹ̈ܐ ܕܥܵܘܠܵܐ،
12 Tombaram os obreiros da iniquidade; estão derruídos e já não podem levantar-se.

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