Provérbios 18

Biblica® ní oore ọ̀fẹ́ láti lo Bíbélì Mímọ́ ní Èdè Yorùbá Òde-Òní (YOR) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Ènìyàn tí kò ba ni rẹ́ a máa lépa ìmọ̀ ara rẹ̀;
1 O solitário busca o seu próprio interesse e insurge-se contra a verdadeira sabedoria.
2 Aláìgbọ́n kò rí inú dídùn sí òye
2 O insensato não tem prazer no entendimento, senão em externar o seu interior.
3 Nígbà ti ènìyàn búburú dé ni ẹ̀gàn dé,
3 Vindo a perversidade, vem também o desprezo; e, com a ignomínia, a vergonha.
4 Ọ̀rọ̀ ẹnu ènìyàn jẹ́ omi jíjìn,
4 Águas profundas são as palavras da boca do homem, e a fonte da sabedoria, ribeiros transbordantes.
5 Kò dára kí ènìyàn ṣe ojúsàájú fún ènìyàn búburú
5 Não é bom ser parcial com o perverso, para torcer o direito contra os justos.
6 Ètè aláìgbọ́n dá ìjà sílẹ̀
6 Os lábios do insensato entram na contenda, e por açoites brada a sua boca.
7 Ẹnu aláìgbọ́n ni ó ba tirẹ̀ jẹ́,
7 A boca do insensato é a sua própria destruição, e os seus lábios, um laço para a sua alma.
8 Ọ̀rọ̀ olófòófó dàbí oúnjẹ àdídùn;
8 As palavras do maldizente são doces bocados que descem para o mais interior do ventre.
9 Ẹni tí kò ṣe déédé nínú iṣẹ́ rẹ̀
9 Quem é negligente na sua obra já é irmão do desperdiçador.
10 Orúkọ Olúwa, ilé ìṣọ́ agbára ni;
10 Torre forte é o nome do Senhor , à qual o justo se acolhe e está seguro.
11 Ọ̀rọ̀ olówó ni ìlú olódi wọn;
11 Os bens do rico lhe são cidade forte e, segundo imagina, uma alta muralha.
12 Ṣáájú ìṣubú ọkàn ènìyàn a kọ́kọ́ máa gbéraga,
12 Antes da ruína, gaba-se o coração do homem, e diante da honra vai a humildade.
13 Ẹni tí ó ń fèsì kí ó tó gbọ́,
13 Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha.
14 Ọkàn ènìyàn a máa gbé e ró nígbà àìsàn,
14 O espírito firme sustém o homem na sua doença, mas o espírito abatido, quem o pode suportar?
15 Ọkàn olóye ní i gba ìmọ̀;
15 O coração do sábio adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios procura o saber.
16 Ẹ̀bùn máa ń ṣí ọ̀nà fún ẹni tí ń fún ni lẹ́bùn
16 O presente que o homem faz alarga-lhe o caminho e leva-o perante os grandes.
17 Ẹni tí ó kọ́kọ́ rọjọ́ máa ń dàbí i pé ó jàre,
17 O que começa o pleito parece justo, até que vem o outro e o examina.
18 Ìbò dídì máa ń parí ìjà
18 Pelo lançar da sorte, cessam os pleitos, e se decide a causa entre os poderosos.
19 Arákùnrin tí a ṣẹ̀ sí ṣòro yípadà ju ìlú olódi lọ,
19 O irmão ofendido resiste mais que uma fortaleza; suas contendas são ferrolhos de um castelo.
20 Láti inú èso ẹnu rẹ̀ ikùn ènìyàn a yó;
20 Do fruto da boca o coração se farta, do que produzem os lábios se satisfaz.
21 Ikú àti ìyè ń bẹ nípa ahọ́n wọn,
21 A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto.
22 Ẹni tí ó rí aya fẹ́, rí ohun rere,
22 O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do
23 Tálákà ń bẹ̀bẹ̀ fún àánú,
23 O pobre fala com súplicas, porém o rico responde com durezas.
24 Ènìyàn tí ó ní ọ̀rẹ́ púpọ̀ le è parun,
24 O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão.

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