Jó 4

Leander van Ess, rev.2 (VANESS) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Und Eliphas, der Themanite, hob an und sprach:
1 Então, respondeu Elifaz, o temanita, e disse:
2 Darf man ein Wort an dich versuchen? wirds dir lästig seyn? Doch hemmen die Rede, wer vermag es?
2 Se intentarmos falar-te, enfadar-te-ás? Mas quem poderá conter as palavras?
3 Siehe! Viele hast du belehrt, und schlaffe Hände gestärkt;
3 Eis que ensinaste a muitos e esforçaste as mãos fracas.
4 den Müden richteten auf deine Reden; und sinkende Kniee erstarktest du.
4 As tuas palavras levantaram os que tropeçavam, e os joelhos desfalecentes fortificaste.
5 Nun aber kommt es an dich, und du erliegest? Es trifft dich, und du verzagest?
5 Mas agora a ti te vem, e te enfadas; e, tocando-te a ti, te perturbas.
6 Ist nicht deine Gottesfurcht dein Vertrauen? Deine Hoffnung sey deiner Wege Unsträflichkeit!
6 Porventura, não era o teu temor de Deus a tua confiança, e a tua esperança, a sinceridade dos teus caminhos?
7 Besinne dich doch, wer kam unschuldig um? Und wo wurden Rechtschaffene vertilgt?
7 Lembra-te, agora: qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos?
8 So wie ich's sah: Die Böses pflügten, und die Mühsal säeten, ernteten es;
8 Segundo eu tenho visto, os que lavram iniquidade e semeiam o mal segam isso mesmo.
9 durch den Hauch Gottes kamen sie um; und vom Schnauben seiner Nase wurden sie verzehrt.
9 Com o hálito de Deus perecem; e com o assopro da sua ira se consomem.
10 Das Gebrüll des Löwen, der Hall des Brüllers, und die Zähne der jungen Löwen sind ausgeschlagen.
10 O bramido do leão, e a voz do leão feroz, e os dentes dos leõezinhos se quebrantam.
11 Der Löwe kam um aus Mangel an Beute; und die Jungen der Löwin zerstreueten sich.
11 Perece o leão velho, porque não há presa, e os filhos da leoa andam dispersos.
12 Mir stahl sich ein Ausspruch zu; und mein Ohr vernahm das Gelispel davon.
12 Uma palavra se me disse em segredo; e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela.
13 Bei den Gedanken nächtlicher Gesichte, wenn tiefer Schlaf auf Menschen fällt,
13 Entre pensamentos de visões da noite, quando cai sobre os homens o sono profundo,
14 kam Furcht mir an und Zittern, und durchschauerte all mein Gebein.
14 sobreveio-me o espanto e o tremor, e todos os meus ossos estremeceram.
15 Und ein Geist ging vor mir vorüber; es starrete empor das Haar mir am Leibe.
15 Então, um espírito passou por diante de mim; fez-me arrepiar os cabelos da minha carne;
16 Er stand - doch erkannt' ich nicht seine Gestalt - ein Bild war vor meinen Augen; ein leises Wehen, und eine Stimme hörte ich:
16 parou ele, mas não conheci a sua feição; um vulto estava diante dos meus olhos; e, calando-me, ouvi uma voz que dizia:
17 "Ist wohl der Mensch gerecht vor Gott? vor seinem Schöpfer rein der Mann?
17 Seria, porventura, o homem mais justo do que Deus? Seria, porventura, o varão mais puro do que o seu Criador?
18 Siehe! seinen Knechten traut er nicht; und seinen Engeln legt er Fehler bei.
18 Eis que nos seus servos não confia e nos seus anjos encontra loucura;
19 Um so mehr die Bewohner von Lehmhütten, die, auf Staub gegründet, zerfallen wie Mottenfraß;
19 quanto mais naqueles que habitam em casas de lodo, cujo fundamento está no pó, e são machucados como a traça!
20 vom Morgen bis zum Abend, so sind sie zerschlagen; unvermerkt kommen sie auf ewig um.
20 Desde de manhã até à tarde são despedaçados; e eternamente perecem, sem que disso se faça caso.
21 Wird nicht ihr Edelstes unter ihnen weggerafft? Sie sterben - und doch dient es nicht zur Weisheit."
21 Porventura, não passa com eles a sua excelência? Morrem, mas sem sabedoria.

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