Jó 4
Leander van Ess, rev.2 (VANESS) vs ACF
1 Und Eliphas, der Themanite, hob an und sprach:
1 Então respondeu Elifaz o temanita, e disse:
2 Darf man ein Wort an dich versuchen? wirds dir lästig seyn? Doch hemmen die Rede, wer vermag es?
2 Se intentarmos falar-te, enfadar-te-ás? Mas quem poderia conter as palavras?
3 Siehe! Viele hast du belehrt, und schlaffe Hände gestärkt;
3 Eis que ensinaste a muitos, e tens fortalecido as mãos fracas.
4 den Müden richteten auf deine Reden; und sinkende Kniee erstarktest du.
4 As tuas palavras firmaram os que tropeçavam e os joelhos desfalecentes tens fortalecido.
5 Nun aber kommt es an dich, und du erliegest? Es trifft dich, und du verzagest?
5 Mas agora, que se trata de ti, te enfadas; e tocando-te a ti, te perturbas.
6 Ist nicht deine Gottesfurcht dein Vertrauen? Deine Hoffnung sey deiner Wege Unsträflichkeit!
6 Porventura não é o teu temor de Deus a tua confiança, e a tua esperança a integridade dos teus caminhos?
7 Besinne dich doch, wer kam unschuldig um? Und wo wurden Rechtschaffene vertilgt?
7 Lembra-te agora qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos?
8 So wie ich's sah: Die Böses pflügten, und die Mühsal säeten, ernteten es;
8 Segundo eu tenho visto, os que lavram iniqüidade, e semeiam mal, segam o mesmo.
9 durch den Hauch Gottes kamen sie um; und vom Schnauben seiner Nase wurden sie verzehrt.
9 Com o hálito de Deus perecem; e com o sopro da sua ira se consomem.
10 Das Gebrüll des Löwen, der Hall des Brüllers, und die Zähne der jungen Löwen sind ausgeschlagen.
10 O rugido do leão, e a voz do leão feroz, e os dentes dos leõezinhos se quebram.
11 Der Löwe kam um aus Mangel an Beute; und die Jungen der Löwin zerstreueten sich.
11 Perece o leão velho, porque não tem presa; e os filhos da leoa andam dispersos.
12 Mir stahl sich ein Ausspruch zu; und mein Ohr vernahm das Gelispel davon.
12 Uma coisa me foi trazida em segredo; e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela.
13 Bei den Gedanken nächtlicher Gesichte, wenn tiefer Schlaf auf Menschen fällt,
13 Entre pensamentos vindos de visões da noite, quando cai sobre os homens o sono profundo,
14 kam Furcht mir an und Zittern, und durchschauerte all mein Gebein.
14 Sobrevieram-me o espanto e o tremor, e todos os meus ossos estremeceram.
15 Und ein Geist ging vor mir vorüber; es starrete empor das Haar mir am Leibe.
15 Então um espírito passou por diante de mim; fez-me arrepiar os cabelos da minha carne.
16 Er stand - doch erkannt' ich nicht seine Gestalt - ein Bild war vor meinen Augen; ein leises Wehen, und eine Stimme hörte ich:
16 Parou ele, porém não conheci a sua feição; um vulto estava diante dos meus olhos; houve silêncio, e ouvi uma voz que dizia:
17 "Ist wohl der Mensch gerecht vor Gott? vor seinem Schöpfer rein der Mann?
17 Seria porventura o homem mais justo do que Deus? Seria porventura o homem mais puro do que o seu Criador?
18 Siehe! seinen Knechten traut er nicht; und seinen Engeln legt er Fehler bei.
18 Eis que ele não confia nos seus servos e aos seus anjos atribui loucura;
19 Um so mehr die Bewohner von Lehmhütten, die, auf Staub gegründet, zerfallen wie Mottenfraß;
19 Quanto menos àqueles que habitam em casas de lodo, cujo fundamento está no pó, e são esmagados como a traça!
20 vom Morgen bis zum Abend, so sind sie zerschlagen; unvermerkt kommen sie auf ewig um.
20 Desde a manhã até à tarde são despedaçados; e eternamente perecem sem que disso se faça caso.
21 Wird nicht ihr Edelstes unter ihnen weggerafft? Sie sterben - und doch dient es nicht zur Weisheit."
21 Porventura não passa com eles a sua excelência? Morrem, mas sem sabedoria.
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