Jó 3
GerGruenewald: 1924 Grünewaldbibel (SM_GERGRUENEWALD) vs ARC
ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Danach tat Job den Mund auf und fluchte seinem Schicksal.
1 Depois disto, abriu Jó a boca e amaldiçoou o seu dia.
2 Und Job hob an und sprach:
2 E Jó, falando, disse:
3 "0 wäre doch der Tag, da ich geboren, nie erschienen und jene Nacht entschwunden, da man den Knaben aufgenommen!
3 Pereça o dia em que nasci, e a noite em que se disse: Foi concebido um homem!
4 Weh jenem Tage! Besser wäre er in Dunkelheit verblieben! Hätte doch der Höchste droben sich nie um ihn gekümmert und nie die Sonne ihm geleuchtet!
4 Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz!
5 Die schwarze Urnacht hätte ihn vernichten und Wolkendunkel auf ihm ruhen sollen! Hätte man ihn doch der Verdüsterung überlassen!"
5 Contaminem-no as trevas e a sombra da morte; habitem sobre ele nuvens; negros vapores do dia o espantem!
6 "Wenn nur ein Raub der Finsternis die Nacht geworden wäre! Und hätte niemals zu den Jahrestagen sie gezählt und niemals in der Monde Schar gegolten.
6 A escuridão tome aquela noite, e não se goze entre os dias do ano, e não entre no número dos meses!
7 Wenn jene Nacht nur unfruchtbar geblieben wäre, und wäre nie ein Jubellaut in ihr ertönt!
7 Ah! Que solitária seja aquela noite e suave música não entre nela!
8 Und die den Tag verfluchen, ach, hätten die doch sie verflucht und jene, die bereit, den Leviatan selbst zu reizen!
8 Amaldiçoem-na aqueles que amaldiçoam o dia, que estão prontos para fazer correr o seu pranto.
9 Verlöschen hätten sollen ihre Morgensterne, sie hätte auf das Licht vergeblich warten müssen! Des Frührots Wimpern hätte sie nicht schauen dürfen!
9 Escureçam-se as estrelas do seu crepúsculo; que espere a luz, e não venha; e não veja as pestanas dos olhos da alva!
10 Denn hätte sie einst meines Lebens Tor verschlossen, dann hätte sie auch meinen Augen Leid erspart.
10 Porquanto não fechou as portas do ventre, nem escondeu dos meus olhos a canseira.
11 Warum bin ich denn nicht im Mutterschoß gestorben, weswegen, kaum geboren, nicht verschieden?
11 Por que não morri eu desde a madre e, em saindo do ventre, não expirei?
12 Warum denn nahm ein Schoß mich auf und Brüste, daß ich trinken mußte?
12 Por que me receberam os joelhos? E por que os peitos, para que mamasse?
13 Dann läge ich zu dieser Zeit und hätte Ruhe. Ich schliefe - wie wär mir so wohl! -
13 Porque já agora jazeria e repousaria; dormiria, e, então, haveria repouso para mim,
14 bei Königen und Weltregenten, die Trümmerstätten wiederum sich aufgebaut,
14 com os reis e conselheiros da terra que para si edificavam casas nos lugares assolados,
15 bei jenen goldberühmten Fürsten, die ihre Schatzhäuser mit Silber füllten!
15 ou com os príncipes que tinham ouro, que enchiam as suas casas de prata;
16 Dann wäre ich nicht mehr; ich gliche einer Fehlgeburt und jenen Kleinen, die das Licht nie schauten.
16 ou, como aborto oculto, não existiria; como as crianças que nunca viram a luz.
17 Dort, wo die Sorgen den Geplagten schwinden, wo die durch Obermacht Geknechteten ausruhen,
17 Ali, os maus cessam de perturbar; e, ali, repousam os cansados.
18 wo die Gefangenen sorglos gehen und keines Treibers Ruf mehr hören.
18 Ali, os presos juntamente repousam e não ouvem a voz do exator.
19 Vornehm und Nieder ist dort gleich; frei von dem Herrn ist dort der Sklave.
19 Ali, está o pequeno e o grande, e o servo fica livre de seu senhor.
20 Warum nur schenkt man Elenden das Tageslicht und Herzbetrübten Leben,
20 Por que se dá luz ao miserável, e vida aos amargurados de ânimo,
21 die ausschaun nach dem Tode, der nicht kommt, nach ihm sich sehnen mehr als nach Schätzen,
21 que esperam a morte, e ela não vem; e cavam em procura dela mais do que de tesouros ocultos;
22 die ob der Grabestür sich freuen, die jauchzen, wenn's zur Grube geht,
22 que de alegria saltam, e exultam, achando a sepultura?
23 - dem Manne, dessen Schicksal unbeachtet bleibt, vor dem sich Gott verborgen hält?
23 Por que se dá luz ao homem, cujo caminho é oculto, e a quem Deus o encobriu?
24 An Brotes Stelle tritt bei mir das Seufzen; als Wasser strömt mir Klage zu.
24 Porque antes do meu pão vem o meu suspiro; e os meus gemidos se derramam como água.
25 Und bange ich vor einem Ding, dann trifft es sicher mich, und was mich ängstigt, kommt zu mir.
25 Porque o que eu temia me veio, e o que receava me aconteceu.
26 Ich darf nicht ruhen und nicht rasten, kaum aufatmen, und schon kommt neue Pein."
26 Nunca estive descansado, nem sosseguei, nem repousei, mas veio sobre mim a perturbação.
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