Jó 3

GerGruenewald: 1924 Grünewaldbibel (SM_GERGRUENEWALD) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Danach tat Job den Mund auf und fluchte seinem Schicksal.
1 Depois disto, passou Jó a falar e amaldiçoou o seu dia natalício.
2 Und Job hob an und sprach:
2 Disse Jó:
3 "0 wäre doch der Tag, da ich geboren, nie erschienen und jene Nacht entschwunden, da man den Knaben aufgenommen!
3 Pereça o dia em que nasci e a noite em que se disse: Foi concebido um homem!
4 Weh jenem Tage! Besser wäre er in Dunkelheit verblieben! Hätte doch der Höchste droben sich nie um ihn gekümmert und nie die Sonne ihm geleuchtet!
4 Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz.
5 Die schwarze Urnacht hätte ihn vernichten und Wolkendunkel auf ihm ruhen sollen! Hätte man ihn doch der Verdüsterung überlassen!"
5 Reclamem-no as trevas e a sombra de morte; habitem sobre ele nuvens; espante-o tudo o que pode enegrecer o dia.
6 "Wenn nur ein Raub der Finsternis die Nacht geworden wäre! Und hätte niemals zu den Jahrestagen sie gezählt und niemals in der Monde Schar gegolten.
6 Aquela noite, que dela se apoderem densas trevas; não se regozije ela entre os dias do ano, não entre na conta dos meses.
7 Wenn jene Nacht nur unfruchtbar geblieben wäre, und wäre nie ein Jubellaut in ihr ertönt!
7 Seja estéril aquela noite, e dela sejam banidos os sons de júbilo.
8 Und die den Tag verfluchen, ach, hätten die doch sie verflucht und jene, die bereit, den Leviatan selbst zu reizen!
8 Amaldiçoem-na aqueles que sabem amaldiçoar o dia e sabem excitar o monstro marinho.
9 Verlöschen hätten sollen ihre Morgensterne, sie hätte auf das Licht vergeblich warten müssen! Des Frührots Wimpern hätte sie nicht schauen dürfen!
9 Escureçam-se as estrelas do crepúsculo matutino dessa noite; que ela espere a luz, e a luz não venha; que não veja as pálpebras dos olhos da alva,
10 Denn hätte sie einst meines Lebens Tor verschlossen, dann hätte sie auch meinen Augen Leid erspart.
10 pois não fechou as portas do ventre de minha mãe, nem escondeu dos meus olhos o sofrimento.
11 Warum bin ich denn nicht im Mutterschoß gestorben, weswegen, kaum geboren, nicht verschieden?
11 Por que não morri eu na madre? Por que não expirei ao sair dela?
12 Warum denn nahm ein Schoß mich auf und Brüste, daß ich trinken mußte?
12 Por que houve regaço que me acolhesse? E por que peitos, para que eu mamasse?
13 Dann läge ich zu dieser Zeit und hätte Ruhe. Ich schliefe - wie wär mir so wohl! -
13 Porque já agora repousaria tranquilo; dormiria, e, então, haveria para mim descanso,
14 bei Königen und Weltregenten, die Trümmerstätten wiederum sich aufgebaut,
14 com os reis e conselheiros da terra que para si edificaram mausoléus;
15 bei jenen goldberühmten Fürsten, die ihre Schatzhäuser mit Silber füllten!
15 ou com os príncipes que tinham ouro e encheram de prata as suas casas;
16 Dann wäre ich nicht mehr; ich gliche einer Fehlgeburt und jenen Kleinen, die das Licht nie schauten.
16 ou, como aborto oculto, eu não existiria, como crianças que nunca viram a luz.
17 Dort, wo die Sorgen den Geplagten schwinden, wo die durch Obermacht Geknechteten ausruhen,
17 Ali, os maus cessam de perturbar, e, ali, repousam os cansados.
18 wo die Gefangenen sorglos gehen und keines Treibers Ruf mehr hören.
18 Ali, os presos juntamente repousam e não ouvem a voz do feitor.
19 Vornehm und Nieder ist dort gleich; frei von dem Herrn ist dort der Sklave.
19 Ali, está tanto o pequeno como o grande e o servo livre de seu senhor.
20 Warum nur schenkt man Elenden das Tageslicht und Herzbetrübten Leben,
20 Por que se concede luz ao miserável e vida aos amargurados de ânimo,
21 die ausschaun nach dem Tode, der nicht kommt, nach ihm sich sehnen mehr als nach Schätzen,
21 que esperam a morte, e ela não vem? Eles cavam em procura dela mais do que tesouros ocultos.
22 die ob der Grabestür sich freuen, die jauchzen, wenn's zur Grube geht,
22 Eles se regozijariam por um túmulo e exultariam se achassem a sepultura.
23 - dem Manne, dessen Schicksal unbeachtet bleibt, vor dem sich Gott verborgen hält?
23 Por que se concede luz ao homem, cujo caminho é oculto, e a quem Deus cercou de todos os lados?
24 An Brotes Stelle tritt bei mir das Seufzen; als Wasser strömt mir Klage zu.
24 Por que em vez do meu pão me vêm gemidos, e os meus lamentos se derramam como água?
25 Und bange ich vor einem Ding, dann trifft es sicher mich, und was mich ängstigt, kommt zu mir.
25 Aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece.
26 Ich darf nicht ruhen und nicht rasten, kaum aufatmen, und schon kommt neue Pein."
26 Não tenho descanso, nem sossego, nem repouso, e já me vem grande perturbação.

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