Jó 6
Schlachter 1951 (SCH1951) vs BKJ
1 Da antwortete Hiob und sprach:
1 Mas Jó respondeu e disse:
2 O daß mein Unmut und mein Unglück gegeneinander abgewogen und zugleich auf eine Waage gelegt würden!
2 Oh! Se a minha dor fosse minuciosamente pesada, e a minha calamidade juntamente se pusesse na balança!
3 Denn nun ist es schwerer als Meeressand; darum sind meine Reden so verwirrt.
3 Pois agora seria mais pesada do que a areia dos mares; portanto minhas palavras são engolidas.
4 Denn die Pfeile des Allmächtigen stecken in mir, mein Geist saugt ihr Gift; die Schrecken Gottes bestürmen mich.
4 Porque as flechas do Todo-Poderoso estão em mim, e o meu espírito suga o seu veneno, os terrores de Deus se posicionam contra mim.
5 Schreit auch ein Wildesel beim Gras, brüllt auch ein Ochse, wenn er Futter hat?
5 Acaso o jumento selvagem zurra quando come grama? Ou abaixa-se o boi sobre seu feno?
6 Kann man auch Fades essen ohne Salz, findet man am Eiweiß irgendwelchen Geschmack?
6 Pode aquilo que é insípido ser comido sem sal? Ou há algum gosto na clara do ovo?
7 Was meine Seele zu berühren verschmähte, das ist jetzt mein täglich Brot!
7 As coisas que minha alma se recusou a tocar são como meu alimento nauseabundo.
8 O daß doch käme, was ich wünsche, und Gott meine Hoffnung erfüllte:
8 Oh, se eu pudesse ter meu pedido, e se Deus me concedesse a coisa pela qual anseio!
9 daß es doch Gott gefiele, mich zu zermalmen, seine Hand auszustrecken und mich abzuschneiden!
9 Que satisfizesse a Deus me destruir; que ele soltasse a sua mão, e me cortasse fora!
10 So bliebe mir noch der Trost (worüber ich frohlocken würde im schonungslosen Schmerz), daß ich von den Worten des Heiligen nicht abgefallen bin!
10 Então eu ainda teria consolo; sim, eu me endureceria na dor; que ele não me poupe, porque eu não escondi as palavras daquele que é Santo.
11 Wie groß ist denn meine Kraft, daß ich noch ausharren, und wann kommt mein Ende, daß meine Seele sich gedulden soll?
11 Qual é a minha força, para que eu devesse ter esperança? E qual é o meu fim, para que eu devesse prolongar minha vida?
12 Ist mir denn der Steine Kraft gegeben, ist dies mein Fleisch etwa von Erz?
12 É a minha força a força das pedras? Ou é a minha carne de bronze?
13 Bin ich denn nicht hilflos und des Heils beraubt?
13 Não está a minha ajuda em mim? Foi a sabedoria levada para longe de mim?
14 Dem Verzagten soll sein Freund Mitleid erzeigen, selbst wenn er von der Furcht des Allmächtigen lassen sollte.
14 Ao que está aflito, a compaixão deve ser mostrada por seu amigo; ainda que ele abandone o temor do Todo-Poderoso.
15 Meine Brüder trügen wie ein Wildbach, wie das Bett der Wildbäche, die überlaufen,
15 Meus irmãos me trataram enganosamente como um ribeiro, e como a corrente dos ribeiros eles passam distante;
16 welche trübe werden vom Eis, wenn der Schnee sich darin birgt,
16 que são escurecidos pela razão do gelo, e onde se esconde a neve;
17 die aber versiegen zur Zeit der Sommerglut und von ihrem Ort verschwinden, wenn es heiß wird.
17 no tempo em que ficam quentes, desaparecem; quando está quente, são consumidos de seu lugar.
18 Es biegen ab von ihrem Wege die Karawanen, ziehen in die Wüste und verirren sich;
18 As veredas dos seus caminhos são desviadas; eles vão ao nada e perecem.
19 es schauen sie die Karawanen Themas, die Reisegesellschaften Sebas hoffen auf sie.
19 As tropas de Tema olharam; as companhias de Sabá esperaram por eles.
20 Aber sie werden in ihrer Hoffnung zuschanden; wenn sie dorthin kommen, sind sie enttäuscht.
20 Eles foram confundidos porque haviam tido esperança; eles vieram de lá e foram envergonhados.
21 So seid auch ihr mir jetzt geworden; ihr schauet Schreckliches und fürchtet euch davor!
21 Porque agora sois nada; vistes um terror, e temeis.
22 Habe ich gesagt: »Gebet mir etwas!« oder »Bringt mir etwas von eurem Vermögen her;
22 Disse eu: Trazei a mim; ou da vossa subsistência subornai a meu favor?
23 rettet mich aus der Hand des Feindes und erlöset mich von des Tyrannen Hand?«
23 Ou, livrai-me da mão do inimigo? Ou, resgatai-me da mão do opressor?
24 Belehret mich, so will ich schweigen,
24 Ensinai-me, e eu reterei a minha língua; e fazei-me entender onde eu tenho errado.
25 weiset mir nach, wo ich gefehlt! O wie eindringlich sind die Reden der Wahrheit! Aber was bringen eure Zurechtweisungen zu-recht?
25 Quão convincentes são as palavras certas! Mas o que vossa argumentação reprova?
26 Gedenket ihr Worte zu bekritteln und haltet die Reden eines Verzweifelten für Wind?
26 Imaginai reprovar as palavras e os discursos de quem está desesperado, que são como vento?
27 Ja, ihr werfet das Los über eine Waise und verhandelt euren Freund!
27 Sim, oprimis o órfão, e cavais uma cova para o seu amigo.
28 Und nun seid doch so gefällig und schaut mich an, ob ich euch ins Angesicht lügen werde!
28 Agora, portanto, esteja satisfeito; olhai para mim, porque vos é evidente se minto.
29 Kehret um, tut nicht Unrecht! Ja, kehret um! noch bin ich im Recht!
29 Retornai, vos rogo, não haja iniquidade; sim, retornai novamente; minha justiça está nisso.
30 Ist denn Unrecht auf meiner Zunge, oder unterscheidet mein Gaumen nicht, was verderblich ist?
30 Há iniquidade na minha língua? Não consegue o meu paladar distinguir coisas perversas?
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