Provérbios 31
Almeida Revista e Corrigida 1969 (RC69) vs NAA
1 PALAVRAS do rei Lemuel: a profecia que lhe ensinou sua mãe.
1 Palavras do rei Lemuel, de Massá, que a mãe dele lhe ensinou.
2 Como, filho meu? e como, ó filho do meu ventre? e como, ó filho das minhas promessas?
2 O que lhe direi, meu filho, filho do meu ventre? Que lhe direi, ó filho dos meus votos?
3 Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis.
3 Não dê às mulheres a sua força, nem os seus caminhos às que destroem os reis.
4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.
4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.
5 Para que não bebam, e se esqueçam do estatuto, e pervertam o juízo de todos os aflitos.
5 Quando eles bebem, se esquecem da lei e pervertem o direito de todos os aflitos.
6 Dai bebida forte aos que perecem, e o vinho aos amargosos de espírito;
6 Deem bebida forte aos que estão morrendo e vinho, aos amargurados de espírito;
7 Para que bebam, e se esqueçam da sua pobreza, e do seu trabalho não se lembrem mais.
7 para que bebam e se esqueçam da sua pobreza, e não se lembrem mais da sua miséria.
8 Abre a tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham em desolação.
8 Abra a boca a favor do mudo, pelo direito de todos os desamparados.
9 Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados.
9 Abra a boca, julgue retamente e faça justiça aos pobres e aos necessitados.
10 Álefe. Mulher virtuosa quem a achará? o seu valor muito excede o de rubins.
10 Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias.
11 Bete. O coração do seu marido está nela confiado, e a ela nenhuma fazenda faltará.
11 O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho.
12 Guímel. Ela lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida.
12 Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida.
13 Dálete. Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com as suas mãos.
13 Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos.
14 Hê. É como o navio mercante: de longe traz o seu pão.
14 É como o navio mercante: de longe traz o seu pão.
15 Vau. Ainda de noite se levanta, e dá mantimento à sua casa, e a tarefa às suas servas.
15 É ainda noite, e ela já se levanta, e dá mantimento à sua casa e tarefa às suas servas.
16 Zaine. Examina uma herdade, e adquire-a: planta uma vinha com o fruto de suas mãos.
16 Ela examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com a renda do seu trabalho.
17 Hete. Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços.
17 Cinge os lombos com força e fortalece os seus braços.
18 Tete. Prova e vê que é boa sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite.
18 Ela percebe que o seu ganho é bom; a sua lâmpada não se apaga de noite.
19 Jode. Estende as suas mãos ao fuso, e as palmas das suas mãos pegam na roca.
19 Estende as mãos ao fuso, mãos que pegam na roca.
20 Cafe. Abre a sua mão ao aflito; e ao necessitado estende as suas mãos.
20 Abre a mão aos aflitos; e ainda a estende aos necessitados.
21 Lâmede. Não temerá, por causa da neve, porque toda a sua casa anda forrada de roupa dobrada.
21 Quanto à sua casa, não teme a neve, pois todos andam vestidos de lã escarlate.
22 Meme. Faz para si tapeçaria; de linho fino e de púrpura é o seu vestido.
22 Faz para si cobertas, veste-se de linho fino e de púrpura.
23 Num. Conhece-se o seu marido nas portas, quando se assenta com os anciãos da terra.
23 Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra.
24 Sâmeque. Faz panos de linho fino, e vende-os e dá cintas aos mercadores.
24 Ela faz roupas de linho fino e as vende; ela fornece cintas aos comerciantes.
25 Aim. A força e a glória são os seus vestidos, e ri-se do dia futuro.
25 A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações.
26 Pê. Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua.
26 Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua.
27 Tsadê. Olha pelo governo de sua casa, e não come o pão da preguiça.
27 Cuida do bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça.
28 Cofe. Levantam-se seus filhos, e chamam-na bem-aventurada; como também seu marido, que a louva, dizendo :
28 Seus filhos se levantam e a chamam de bem-aventurada; seu marido a louva, dizendo:
29 Rexe. Muitas filhas obraram virtuosamente; mas tu a todas és superior.
29 “Muitas mulheres são virtuosas no que fazem, mas você supera todas elas.”
30 Chim. Enganosa é a graça e vaidade a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada.
30 Enganosa é a graça, e vã é a formosura, mas a mulher que teme o essa será louvada.
31 Tau. Dai-lhe do fruto das suas mãos, e louvem-na nas portas as suas obras.
31 Deem a ela o fruto das suas mãos, e que de público as suas obras a louvem.
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