Hebreus 6
A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs NVT
1 Por isso, nós (inc) não devemos continuar debatendo os princípios elementares de Cristo. Pelo contrário, devemos avançar para o ensino que nos tornará espiritualmente maduros [MTY]. Não devemos ser pessoas que andem precisando sempre de alguém que lhes ensine as verdades elementares sobre Cristo que são como [MET] um alicerce. Refiro-me ao ensino que explica que as pessoas que fazem coisas pecaminosas, coisas que fazem aqueles que estão espiritualmente mortos [MET], devem abandonar seu comportamento pecaminoso. Refiro-me à doutrina de que as pessoas devem crer em Deus.
1 Portanto, deixemos de lado os ensinamentos básicos a respeito de Cristo e sigamos em frente, alcançando a maturidade em nosso entendimento. Certamente não precisamos lançar novamente os alicerces, ou seja, o arrependimento das obras mortas, a fé em Deus,
2 Refiro-me ao ensino sobre o significado de vários ritos judaicos e cristãos para purificação dos seres humanos. Refiro-me ao ensino sobre como os presbíteros capacitam a pessoas a receberem dons espirituais por lhes imporem as mãos [MTY]. Refiro-me à doutrina de que Deus fará—com que aqueles que já morreram voltem à vida / ressuscitará as pessoas dentre os mortos—. E refiro-me ao ensino de que Deus julgará algumas pessoas e vai castigá-las eternamente.
2 o batismo, a imposição de mãos, a ressurreição dos mortos e o julgamento eterno.
3 Em vez de continuar debatendo estas verdades elementares, nós (inc) (OU, eu) seguiremos/seguirei para ministrar às pessoas o ensino maduro, se Deus assim permitir.
3 Se Deus permitir, avançaremos para um maior entendimento.
4 Explicarei por que é importante fazer isso. Algumas pessoas em determinada época entenderam plenamente a mensagem sobre Cristo [MET]. Elas desfrutaram de um relacionamento com Jesus Cristo que Deus [EUP/MTY] lhes deu. Elas receberam o Espírito Santo como os outros também receberam.
4 Pois é impossível trazer de volta ao arrependimento aqueles que já foram iluminados, que já experimentaram as dádivas celestiais e se tornaram participantes do Espírito Santo,
5 Elas chegaram a entender que é boa a mensagem de Deus. E pelo que elas experimentaram agora, sabem como Deus agirá poderosamente no futuro. Se essas pessoas rejeitarem a mensagem sobre Cristo, não será possível que alguém possa persuadi-las a abandonar novamente seu comportamento pecaminoso!
5 que provaram a bondade da palavra de Deus e os poderes do mundo por vir,
6 Aquilo que os crentes que posteriormente rejeitarem a mensagem sobre Cristo estão fazendo é realmente como se [MET] estivessem pregando o Filho de Deus novamente na cruz! Eles estão levando outras pessoas a desprezarem publicamente a Cristo.
6 e que depois se desviaram. Sim, é impossível trazê-los de volta ao arrependimento, pois, ao rejeitar o Filho de Deus, eles voltaram a pregá-lo na cruz, expondo-o à vergonha pública.
7 Pensem nisso agora: É a terra sobre a qual a chuva cai frequentemente [PRS] e na qual crescem as plantas [PRS] que é útil para as pessoas que preparam o solo que Deus abençoou. De forma semelhante, são aqueles crentes que receberam de Deus muitas coisas boas e que praticam as boas obras que agradam a Deus que Deus abençoará [MET].
7 Quando a terra absorve a chuva que cai e produz uma boa colheita para o lavrador, recebe a bênção de Deus.
8 Mas acontecerá aos crentes que praticam obras que não agradam a Deus algo parecido com aquilo que acontece à terra na qual crescem somente espinhos e cardos [MET]. Tal terra é imprestável. Tornou-se quase um solo que Deus amaldiçoará e eventualmente ele queimará sua vegetação [MTY].
8 Mas, se a terra produz espinhos e ervas daninhas, para nada serve, sendo logo amaldiçoada e, por fim, queimada.
9 Mesmo que eu esteja escrevendo-lhes desta forma como advertência, tenho certeza que vocês, a quem amo, estão se comportando de uma forma superior à acima referida. Especificamente, tenho certeza que vocês estão fazendo as coisas apropriadas para aqueles que Deus salvou.
9 Amados, embora estejamos falando dessa forma, na realidade não cremos que se aplique a vocês. Temos certeza de que estão destinados às coisas melhores que pertencem à salvação.
10 Já que Deus age sempre de uma forma justa [LIT], ele não esquecerá tudo que vocês fizeram por amor a ele. Ele também não se esquecerá [MTY] de como vocês demonstraram seu amor por ele pela maneira em que ajudaram seus irmãos crentes e pela forma em que continuam ajudando-os. Pelo contrário, Deus premiará vocês pela prática dessas boas obras.
10 Pois Deus não é injusto; não se esquecerá de como trabalharam arduamente para ele e lhe demonstraram seu amor ao cuidar do povo santo, como ainda fazem.
11 Desejo ardentemente que cada um de vocês continue diligentemente a esperar confiante receber aquilo que Deus já lhes proporcionou, até que finalmente vocês recebam tudo que esperam confiantemente receber.
11 Nosso desejo é que vocês continuem a mostrar essa mesma dedicação até o fim, para que tenham plena certeza de sua esperança.
12 Não quero que vocês sejam preguiçosos. Pelo contrário, quero que vocês imitem aqueles que, por sua paciência e contínua confiança em Deus, estão recebendo aquilo que ele lhes prometeu.
12 Assim, não se tornarão displicentes, mas seguirão o exemplo daqueles que, por causa de sua fé e perseverança, herdarão as promessas.
13 Quando Deus prometeu fazer determinadas coisas para Abraão, ele disse que se castigaria se não fizesse o prometido, pois não havia ninguém de importância superior a ele para o castigar se não cumprisse a promessa.
13 Considerem a promessa de Deus a Abraão. Uma vez que não havia ninguém superior por quem jurar, Deus jurou por si mesmo. Disse ele:
14 Ele disse a Abraão: “Com certeza abençoarei você e com certeza aumentarei o número dos seus descendentes [SYN]”.
14 “Certamente o abençoarei e multiplicarei grandemente seus descendentes”.
15 Como consequência, após aguardar pacientemente que Deus cumprisse a sua promessa, Abraão obteve aquilo que Deus lhe tinha prometido.
15 Então Abraão esperou com paciência, e recebeu o que lhe fora prometido.
16 Lembrem-se de que, quando as pessoas prometem algo, pedem que alguém mais importante as castigue se não fizerem aquilo que prometem fazer. Além disso, quando as pessoas pedem que Deus as castigue se não disserem a verdade, esse gesto faz com que as pessoas que estão discutindo deixem de brigar.
16 Quando a pessoa faz um juramento, invoca alguém maior que ela. E, sem dúvida, o juramento implica uma obrigação.
17 Portanto, quando Deus quis demonstrar claramente—a nós/àquelas pessoas—que iríamos/iriam receber aquilo que ele tinha prometido, que ele não iria modificar o que tinha determinado fazer, ele garantiu solenemente que se declararia culpado se não cumprisse o prometido.
17 Deus também se comprometeu por meio de um juramento, para que os herdeiros da promessa tivessem plena convicção de que ele jamais mudaria de ideia.
18 Ele assim procedeu para nos encorajar fortemente, como resultado de sabermos que Deus fez duas coisas imutáveis, ou seja, ele prometeu nos abençoar e declarou solenemente que se declararia culpado se não nos abençoasse. Sabemos que Deus, que fez essas coisas, não pode mentir. Já nos refugiamos nele para podermos continuar esperando confiantes receber aquilo que ele nos prometeu.
18 A promessa e o juramento não podem ser mudados, pois é impossível que Deus minta. Portanto, nós que nele nos refugiamos estamos firmemente seguros ao nos apegarmos à esperança posta diante de nós.
19 Nossa confiante expectativa [SYN] de receber o que ele nos prometeu é como uma âncora [MET] que nos segura firmemente [DOU]. Aquele de quem esperamos confiantes a ajuda [SYN] é Jesus, que entra na verdadeira presença de Deus, justamente como os sumos sacerdotes penetravam através da cortina para entrar na divisão interna da tenda no deserto [MET].
19 Essa esperança é uma âncora firme e confiável para nossa alma. Ela nos conduz até o outro lado da cortina, para o santuário interior.
20 Jesus entrou na presença de Deus antes de nós (inc) para nos ajudar, quando ele se tornou o eterno sumo sacerdote à semelhança do sacerdócio de Melquisedeque.
20 Jesus já entrou ali por nós. Ele se tornou nosso eterno Sumo Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.
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