Naum 3

Ị́jọ́ Úꞌdí rĩ (LUC) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Nị̃nẹ́vẹ̃, mi táwụ̃nị̃ ãmbógó sĩ ꞌbá kí ãrí asujó rĩ ꞌi,
1 Ai da cidade sanguinária, toda cheia de mentiras e de roubo e que não solta a sua presa!
2 Ĩmi are drĩ kũrũbáyĩ ꞌbã ụ́ꞌdụ́kọ́ cũwã-cũwã ꞌdĩ ꞌi,
2 Eis o estalo de açoites e o estrondo das rodas; o galope de cavalos e carros que vão saltando;
3 Ãsĩkárĩ ụ̃cẹ̃lépi fãrásĩ ãꞌdị́drị̂ kí sĩ rĩ kí kí ũŋmĩ drị̃ gá drị̃ gá,
3 os cavaleiros que esporeiam, a espada flamejante, o relampejar da lança e multidão de traspassados, massa de cadáveres, mortos sem fim; tropeça gente sobre os mortos.
4 Táwụ̃nị̃ Nị̃nẹ́vẹ̃ drị̂ ĩꞌdi cécé ũkú ãwụ́ꞌbá ru rĩ áni.
4 Tudo isso por causa da grande prostituição da bela e encantadora meretriz, da mestra de feitiçarias, que vendia os povos com a sua prostituição e as gentes, com as suas feitiçarias.
5 Úpí ũkpó ꞌdị́pị jọ, “Má acá dó mî mẹ́rọ́ꞌbá ru,
5 Eis que eu estou contra ti, diz o Senhor dos Exércitos; levantarei as abas de tua saia sobre o teu rosto, e mostrarei às nações a tua nudez, e aos reinos, as tuas vergonhas.
6 Ma ími drị̃ gá Kórõná ũsũ,
6 Lançarei sobre ti imundícias, tratar-te-ei com desprezo e te porei por espetáculo.
7 ꞌBá pírí ími ndrelépi rĩ kí apá mí rụ́ ꞌdâ rá ãzíla kí jọ la,
7 Há de ser que todos os que te virem fugirão de ti e dirão: Nínive está destruída; quem terá compaixão dela? De onde buscarei os que te consolem?
8 Nị̃nẹ́vẹ̃, índẽ mũkẽ sĩ Tẹ̃bẹ́sị̃
8 És tu melhor do que Nô-Amom, que estava situada entre o Nilo e seus canais, cercada de águas, tendo por baluarte o mar e ainda o mar, por muralha?
9 Tẹ̃bẹ́sị̃ ĩꞌdi táwụ̃nị̃ ãmbógó úpí Ị̃tọ́pị̃yã ꞌbadrị́ Mị̃sị́rị̃ be rĩ ní uꞌájó rĩ ꞌi,
9 Etiópia e Egito eram a sua força, e esta, sem limite; Pute e Líbia, o seu socorro.
10 Wó âgụ ĩꞌdi ãmị́yọ́ŋá ru ãngũ ãzí gá
10 Todavia, ela foi levada ao exílio, foi para o cativeiro; também os seus filhos foram despedaçados nas esquinas de todas as ruas; sobre os seus nobres lançaram sortes, e todos os seus grandes foram presos com grilhões.
11 Nị̃nẹ́vẹ̃, mi mụ adrulé cécé ꞌbá ĩmẽrãlépi íwá sĩ acị́lépi pãrã-pãrã rĩ áni;
11 Também tu, Nínive, serás embriagada e te esconderás; também procurarás refúgio contra o inimigo.
12 Bõrõ mídrị̂ kí pírí mụ uꞌdelé rá.
12 Todas as tuas fortalezas são como figueiras com figos temporãos; se os sacodem, caem na boca do que os há de comer.
13 Índre drĩ ãsĩkárĩ mídrị̂ kí,
13 Eis que as tuas tropas, no meio de ti, são como mulheres; as portas do teu país estão abertas de par em par aos teus inimigos; o fogo consome os teus ferrolhos.
14 Ĩmi akó ị̃yị́ tãmbalé cí, ãꞌdị́ acá ꞌbo,
14 Tira água para o tempo do cerco, fortifica as tuas fortalezas, entra no barro e pisa a massa, toma a forma para os ladrilhos.
15 Ĩdrĩ táni ị́jọ́ íngõ idé rá tí, ĩmi mụ velé ãcí sĩ rá;
15 No entanto, o fogo ali te consumirá, a espada te exterminará, consumir-te-á como o gafanhoto. Ainda que te multiplicas como o gafanhoto e te multiplicas como a locusta;
16 ꞌBá ĩmidrị́ bĩsírã ngalépi rĩ kí ꞌbã kãlãfe ꞌbã tụtụ̃
16 ainda que fizeste os teus negociantes mais numerosos do que as estrelas do céu, o gafanhoto devorador invade e sai voando.
17 ꞌBá mídrị́ ãngũ tẽlépi rĩ kí cécé úmbí ũꞌbí ru tralépi ãngũ ãlu gá ãngũ ị̃gbẹ́ sĩ rĩ áni.
17 Os teus príncipes são como os gafanhotos, e os teus chefes, como os gafanhotos grandes, que se acampam nas sebes nos dias de frio; em subindo o sol, voam embora, e não se conhece o lugar onde estão.
18 Úpí Ãsụ́rị̃yã drị̂,
18 Os teus pastores dormem, ó rei da Assíria; os teus nobres dormitam; o teu povo se derrama pelos montes, e não há quem o ajunte.
19 Ãko ãzí ãkõzá mídrị̂ ꞌbã sĩ jajó rá la la adru ꞌdáyụ;
19 Não há remédio para a tua ferida; a tua chaga é incurável; todos os que ouvirem a tua fama baterão palmas sobre ti; porque sobre quem não passou continuamente a tua maldade?

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