Jó 4

La Nuova Diodati 1991 (LND_1991) vs VC

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VC Versão Católica
1 Allora Elifaz di Teman rispose e disse:
1 Elifaz de Temã tomou a palavra nestes termos:
2 »Se qualcuno provasse a parlarti. ti darebbe fastidio? Ma chi potrebbe trattenere le parole?
2 Se arriscarmos uma palavra, talvez ficarás aflito, mas quem poderá impedir-me de falar?
3 Ecco tu ne hai ammaestrati molti e hai fortificato le mani stanche,
3 Eis: exortaste muita gente, deste força a mãos débeis,
4 le tue parole hanno sorretto i vacillanti, e hai rinfrancato le ginocchia che si piegavano.
4 tuas palavras levantavam aqueles que caíam, fortificaste os joelhos vacilantes.
5 Ma ora che il male succede a te, vieni meno; ha colpito te, e sei tutto smarrito.
5 Agora que é a tua vez, enfraqueces; quando és atingido, te perturbas.
6 La tua pietà non è forse la tua fiducia, e l’integrità della tua condotta, la tua speranza?
6 Não é tua piedade a tua esperança, e a integridade de tua vida, a tua segurança?
7 Ricorda: quale innocente è mai perito, e quando mai furono distrutti gli uomini retti?
7 Lembra-te: qual o inocente que pereceu? Ou quando foram destruídos os justos?
8 Come io stesso ho visto, quelli che arano iniquità e seminano guai, ne raccolgono i frutti.
8 Tanto quanto eu saiba, os que praticam a iniqüidades e os que semeiam sofrimento, também os colhem.
9 Al soffio di Dio periscono dal vento della sua ira sono consumati.
9 Ao sopro de Deus eles perecem, e são aniquilados pelo vento de seu furor.
10 Il ruggito del leone la voce del leone feroce e i denti dei leoncelli sono spezzati.
10 Urra o leão, e seu rugido é abafado; os dentes dos leõezinhos são quebrados.
11 Il leone trova la morte per mancanza di preda, e i piccoli della leonessa sono dispersi.
11 A fera morreu porque não tinha presa, e os filhotes da leoa são dispersados.
12 Una parola mi è furtivamente giunta, e il mio orecchio ne ha colto il sussurro.
12 Uma palavra chegou a mim furtivamente, meu ouvido percebeu o murmúrio,
13 Fra i pensieri delle visioni notturne, quando un sonno profondo cade sui mortali,
13 na confusão das visões da noite, na hora em que o sono se apodera dos humanos.
14 uno spavento mi prese e un fremito che fece tremare tutte le mie ossa.
14 Assaltaram-me o medo e o terror, e sacudiram todos os meus ossos;
15 Uno spirito mi passò davanti e i peli del mio corpo si rizzarono.
15 um sopro perpassou pelo meu rosto, e fez arrepiar o pêlo de minha pele.
16 Si fermò, ma non potei riconoscere i suo aspetto; una figura mi stava davanti agli occhi; c’era silenzio poi udii una voce che diceva:
16 Lá estava um ser - não lhe vi o rosto - como um espectro sob meus olhos.
17 "Può un mortale essere piú giusto di Dio? Può un uomo essere piú puro del suo Fattore
17 Ouvi uma débil voz: Pode um homem ser justo na presença de Deus, pode um mortal ser puro diante de seu Criador?
18 Ecco, egli non si fida neppure dei suoi servi, e riscontra difetti persino nei suoi angeli;
18 Ele não confia nem em seus próprios servos; até mesmo em seus anjos encontra defeitos,
19 quanto piú in quelli che abitano in case di argilla, il cui fondamento è nella polvere, e sono schiacciati come una tarma.
19 quanto mais em seus hóspedes das casas de argila que têm o pó por fundamento! São esmagados como uma traça;
20 Dalla mattina alla sera sono distrutti; periscono per sempre, senza che nessuno ci badi.
20 entre a noite e a manhã são aniquilados; sem que neles se preste atenção, morrem para sempre.
21 La corda della loro tenda non viene forse strappata? Essi muoiono, ma senza sapienza"«.
21 Não foi arrancada a estaca da tenda deles? Morrem por não terem conhecido a sabedoria.

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