Provérbios 26

La Nuova Diodati 1991 (LND-1991) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Come la neve non conviene all’estate né la pioggia alla mietitura, cosí non conviene la gloria allo stolto.
1 Como a neve no verão e como a chuva na ceifa, assim, a honra não convém ao insensato.
2 Come il passero svolazza e la rondine vola, cosí la maledizione senza motivo non ha effetto.
2 Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu voo, assim, a maldição sem causa não se cumpre.
3 La frusta per il cavallo, la briglia per l’asino e il bastone per il dorso degli stolti.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos insensatos.
4 Non rispondere allo stolto secondo la sua stoltezza, per non diventare anche tu come lui.
4 Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele.
5 Rispondi allo stolto secondo la sua stoltezza, perché non creda di essere saggio.
5 Ao insensato responde segundo a sua estultícia, para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos.
6 Chi manda un messaggio per mezzo di uno stolto si taglia i piedi e beve violenza.
6 Os pés corta e o dano sofre quem manda mensagens por intermédio do insensato.
7 Come le gambe dello zoppo sono malferme, cosí è un proverbio sulla bocca degli stolti.
7 As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos insensatos.
8 Chi dà gloria a uno stolto è come chi lega una pietra a una fionda.
8 Como o que atira pedra preciosa num montão de ruínas, assim é o que dá honra ao insensato.
9 Un proverbio sulla bocca degli stolti è come una spina che penetra nella mano di un ubriaco.
9 Como galho de espinhos na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos insensatos.
10 Il grande Dio che ha formato tutte le cose è colui che dà la retribuzione allo stolto e ai trasgressori.
10 Como um flecheiro que a todos fere, assim é o que assalaria os insensatos e os transgressores.
11 Come un cane ritorna al suo vomito, cosí lo stolto ripete la sua stoltezza.
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o insensato que reitera a sua estultícia.
12 Hai visto un uomo che si crede saggio? C’è maggiore speranza per uno stolto che per lui,
12 Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele.
13 Il pigro dice: »C’è un leone nella strada, c’è un leone per le vie!«.
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
14 Come la porta gira sui suoi cardini, cosí il pigro sul suo letto.
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim, o preguiçoso, no seu leito.
15 Il pigro affonda la sua mano nel piatto, ma si stanca persino a portarla alla bocca,
15 O preguiçoso mete a mão no prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca.
16 Il pigro si crede piú saggio di sette persone che danno risposte assennate.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem.
17 Il passante che si immischia in una lite che non lo riguarda, è come chi prende un cane per le orecchie.
17 Quem se mete em questão alheia é como aquele que toma pelas orelhas um cão que passa.
18 Come un pazzo che scaglia tizzoni, frecce e morte,
18 Como o louco que lança fogo, flechas e morte,
19 cosí è colui che inganna il prossimo e dice: »Ho fatto per scherzo!«.
19 assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.
20 Quando manca la legna, il fuoco si spegne; e quando non c’è maldicente, la disputa cessa.
20 Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda.
21 Come il carbone dà la brace e la legna il fuoco, cosí l’uomo rissoso attizza le liti.
21 Como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
22 Le parole del maldicente sono come cibi squisiti e penetrano fino nell’intimo delle viscere.
22 As palavras do maldizente são comida fina, que desce para o mais interior do ventre.
23 Labbra ardenti e un cuore malvagio sono come scoria d’argento spalmata sopra un vaso di terra.
23 Como vaso de barro coberto de escórias de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno.
24 Chi odia finge con le sue labbra, ma nel suo intimo cova inganno.
24 Aquele que aborrece dissimula com os lábios, mas no íntimo encobre o engano;
25 Quando parla cortesemente non fidarti di lui, perché ha sette abominazioni in cuore.
25 quando te falar suavemente, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
26 Anche se l’odio è nascosto con dissimulazione, la sua malvagità sarà palesata nell’assemblea.
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá publicamente.
27 Chi scava una fossa vi cadrà dentro, e chi rotola una pietra gli ricadrà addosso.
27 Quem abre uma cova nela cairá; e a pedra rolará sobre quem a revolve.
28 La lingua bugiarda odia quelli che ha ferito, e la bocca adulatrice produce rovina.
28 A língua falsa aborrece a quem feriu, e a boca lisonjeira é causa de ruína.

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