Jó 6

La Nuova Diodati 1991 (LND-1991) vs NVI

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NVI Nova Versão Internacional
1 Allora Giobbe rispose e disse:
1 Então Jó respondeu:
2 »Ah, se il mio dolore fosse interamente pesato, e la mia sventura si mettesse insieme sulla bilancia,
2 "Se tão-somente pudessem pesar a minha aflição e pôr na balança a minha desgraça!
3 sarebbe certamente piú pesante della sabbia del mare! Per questo le mie parole sono state sconsiderate.
3 Veriam que o seu peso é maior que o da areia dos mares. Por isso as minhas palavras são tão impetuosas.
4 Poiché le frecce dell’Onnipotente sono dentro di me, il mio spirito ne beve il veleno; I terrori di Dio sono schierati contro di me.
4 As flechas do Todo-poderoso estão cravadas em mim, e o meu espírito suga delas o veneno; os terrores de Deus estão posicionados contra mim.
5 L’asino selvatico raglia forse di fronte all’erba, o muggisce il bue davanti al suo foraggio?
5 Zurra o jumento selvagem, se tiver capim? Muge o boi, se tiver forragem?
6 Si mangia forse un cibo insipido senza sale?, o c’è qualche gusto nel chiaro d’uovo?
6 Come-se sem sal uma comida insípida? E a clara do ovo, tem algum sabor?
7 La mia anima rifiuta di toccare simili cose, esse sono per me come un cibo ripugnante.
7 Recuso-me a tocar nisso; esse tipo de comida causa-me repugnância.
8 Oh, potessi avere ciò che chiedo, e Dio mi concedesse ciò che spero!
8 "Se tão-somente fosse atendido o meu pedido, se Deus me concedesse o meu desejo,
9 Volesse Dio schiacciarmi, stendere la sua mano e distruggermi!
9 se Deus se dispusesse a esmagar-me, a soltar a mão protetora e eliminar-me!
10 Ho tuttavia questa consolazione ed esulto nei dolori che non mi risparmiano, perchè non ho nascosto le parole del Santo.
10 Pois eu ainda teria o consolo, minha alegria em meio à dor implacável, de não ter negado as palavras do Santo.
11 Qual è la mia forza, perché possa ancora sperare, e qual è la mia fine perché debba prolungare la mia vita?
11 "Que esperança posso ter, se já não tenho forças? Como posso ter paciência, se não tenho futuro?
12 La mia forza è forse quella delle pietre, o la mia carne di bronzo?
12 Acaso tenho a força da pedra? Acaso a minha carne é de bronze?
13 Non e il mio aiuto dentro di me, e la sapienza allontanata da me?
13 Haverá poder que me ajude, agora que os meus recursos se foram?
14 A colui che è afflitto, l’amico dovrebbe mostrare clemenza, anche se egli dovesse abbandonare il timore dell’Onnipotente.
14 "Um homem desesperado deve receber a compaixão de seus amigos, muito embora ele tenha abandonado o temor do Todo-poderoso.
15 Ma i miei fratelli mi hanno deluso come un torrente, come l’acqua dei torrenti che svaniscono.
15 Mas os meus irmãos enganaram-me como riachos temporários, como os riachos que transbordam
16 S’intorbidiscono a motivo del ghiaccio, e in essi la neve si nasconde,
16 quando o degelo os torna turvos e a neve que se derrete os faz encher,
17 ma nella stagione calda svaniscono con il calore estivo scompaiono dal loro posto.
17 mas que param de fluir no tempo da seca, e no calor desaparecem dos seus leitos.
18 Il percorso del loro cammino devia si inoltrano nel deserto e si dissolvono.
18 As caravanas se desviam de suas rotas; sobem para lugares desertos e perecem.
19 Le carovane di Tema li cercano attentamente, i viandanti di Sceba sperano In essi,
19 Procuram água as caravanas de Temá, olham esperançosos os mercadores de Sabá.
20 ma rimangono delusi nonostante la loro aspettativa; quando vi giungono rimangono confusi.
20 Ficam tristes, porque estavam confiantes; lá chegaram tão-somente para sofrer decepção.
21 Ora per me voi siete lo stesso, vedete il mio sgomento e avete paura.
21 Pois agora vocês de nada me valeram; contemplam minha temível situação, e se enchem de medo.
22 Vi ho forse detto: »datemi qualcosa, o fatemi un regalo preso dai vostri beni«.
22 Alguma vez lhes pedi que me dessem alguma coisa? Ou que da sua riqueza pagassem resgate por mim?
23 O liberatemi dalle mani del nemico o riscattatemi dalle mani dei violenti
23 Ou que me livrassem das mãos do inimigo? Ou que me libertassem das garras de quem me oprime?
24 Istruitemi, starò in silenzio; fatemi capire in che cosa ho sbagliato.
24 "Ensinem-me, e eu me calarei; mostrem-me onde errei.
25 Quanto sono efficaci le parole rette! Ma che cosa provano i vostri argomenti?
25 Como doem as palavras verdadeiras! Mas o que provam os argumentos de vocês?
26 Intendete forse censurare le mie parole e i discorsi di un disperato, che sono come il vento?
26 Vocês pretendem corrigir o que digo e tratar como vento as palavras de um homem desesperado?
27 Voi gettereste la sorte anche su un orfano e scavereste una fossa per il vostro amico.
27 Vocês seriam capazes de pôr em sorteio o órfão e de vender um amigo por uma bagatela!
28 Ma ora degnatevi di guardarmi, perché non mentirò davanti a voi.
28 "Mas agora, tenham a bondade de olhar para mim. Será que eu mentiria na frente de vocês?
29 Ricredetevi, vi prego, non si faccia ingiustizia! Sì ricredetevi, perché c’è di mezzo la mia giustizia.
29 Reconsiderem a questão, não sejam injustos; tornem a analisá-la, pois a minha integridade está em jogo.
30 C’è forse iniquità sulla mia lingua o il mio palato non distingue piú le sventure?«.
30 Há alguma iniqüidade em meus lábios? Será que a minha boca não consegue discernir a maldade?

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