Jó 6

La Nuova Diodati 1991 (LND-1991) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Allora Giobbe rispose e disse:
1 Então, Jó respondeu:
2 »Ah, se il mio dolore fosse interamente pesato, e la mia sventura si mettesse insieme sulla bilancia,
2 Oh! Se a minha queixa, de fato, se pesasse, e contra ela, numa balança, se pusesse a minha miséria,
3 sarebbe certamente piú pesante della sabbia del mare! Per questo le mie parole sono state sconsiderate.
3 esta, na verdade, pesaria mais que a areia dos mares; por isso é que as minhas palavras foram precipitadas.
4 Poiché le frecce dell’Onnipotente sono dentro di me, il mio spirito ne beve il veleno; I terrori di Dio sono schierati contro di me.
4 Porque as flechas do Todo-Poderoso estão em mim cravadas, e o meu espírito sorve o veneno delas; os terrores de Deus se arregimentam contra mim.
5 L’asino selvatico raglia forse di fronte all’erba, o muggisce il bue davanti al suo foraggio?
5 Zurrará o jumento montês junto à relva? Ou mugirá o boi junto à sua forragem?
6 Si mangia forse un cibo insipido senza sale?, o c’è qualche gusto nel chiaro d’uovo?
6 Comer-se-á sem sal o que é insípido? Ou haverá sabor na clara do ovo?
7 La mia anima rifiuta di toccare simili cose, esse sono per me come un cibo ripugnante.
7 Aquilo que a minha alma recusava tocar, isso é agora a minha comida repugnante.
8 Oh, potessi avere ciò che chiedo, e Dio mi concedesse ciò che spero!
8 Quem dera que se cumprisse o meu pedido, e que Deus me concedesse o que anelo!
9 Volesse Dio schiacciarmi, stendere la sua mano e distruggermi!
9 Que fosse do agrado de Deus esmagar-me, que soltasse a sua mão e acabasse comigo!
10 Ho tuttavia questa consolazione ed esulto nei dolori che non mi risparmiano, perchè non ho nascosto le parole del Santo.
10 Isto ainda seria a minha consolação, e saltaria de contente na minha dor, que ele não poupa; porque não tenho negado as palavras do Santo.
11 Qual è la mia forza, perché possa ancora sperare, e qual è la mia fine perché debba prolungare la mia vita?
11 Por que esperar, se já não tenho forças? Por que prolongar a vida, se o meu fim é certo?
12 La mia forza è forse quella delle pietre, o la mia carne di bronzo?
12 Acaso, a minha força é a força da pedra? Ou é de bronze a minha carne?
13 Non e il mio aiuto dentro di me, e la sapienza allontanata da me?
13 Não! Jamais haverá socorro para mim; foram afastados de mim os meus recursos.
14 A colui che è afflitto, l’amico dovrebbe mostrare clemenza, anche se egli dovesse abbandonare il timore dell’Onnipotente.
14 Ao aflito deve o amigo mostrar compaixão, a menos que tenha abandonado o temor do Todo-Poderoso.
15 Ma i miei fratelli mi hanno deluso come un torrente, come l’acqua dei torrenti che svaniscono.
15 Meus irmãos aleivosamente me trataram; são como um ribeiro, como a torrente que transborda no vale,
16 S’intorbidiscono a motivo del ghiaccio, e in essi la neve si nasconde,
16 turvada com o gelo e com a neve que nela se esconde,
17 ma nella stagione calda svaniscono con il calore estivo scompaiono dal loro posto.
17 torrente que no tempo do calor seca, emudece e desaparece do seu lugar.
18 Il percorso del loro cammino devia si inoltrano nel deserto e si dissolvono.
18 Desviam-se as caravanas dos seus caminhos, sobem para lugares desolados e perecem.
19 Le carovane di Tema li cercano attentamente, i viandanti di Sceba sperano In essi,
19 As caravanas de Temá procuram essa torrente, os viajantes de Sabá por ela suspiram.
20 ma rimangono delusi nonostante la loro aspettativa; quando vi giungono rimangono confusi.
20 Ficam envergonhados por terem confiado; em chegando ali, confundem-se.
21 Ora per me voi siete lo stesso, vedete il mio sgomento e avete paura.
21 Assim também vós outros sois nada para mim; vedes os meus males e vos espantais.
22 Vi ho forse detto: »datemi qualcosa, o fatemi un regalo preso dai vostri beni«.
22 Acaso, disse eu: dai-me um presente? Ou: oferecei-me um suborno da vossa fazenda?
23 O liberatemi dalle mani del nemico o riscattatemi dalle mani dei violenti
23 Ou: livrai-me do poder do opressor? Ou: redimi-me das mãos dos tiranos?
24 Istruitemi, starò in silenzio; fatemi capire in che cosa ho sbagliato.
24 Ensinai-me, e eu me calarei; dai-me a entender em que tenho errado.
25 Quanto sono efficaci le parole rette! Ma che cosa provano i vostri argomenti?
25 Oh! Como são persuasivas as palavras retas! Mas que é o que repreende a vossa repreensão?
26 Intendete forse censurare le mie parole e i discorsi di un disperato, che sono come il vento?
26 Acaso, pensais em reprovar as minhas palavras, ditas por um desesperado ao vento?
27 Voi gettereste la sorte anche su un orfano e scavereste una fossa per il vostro amico.
27 Até sobre o órfão lançaríeis sorte e especularíeis com o vosso amigo?
28 Ma ora degnatevi di guardarmi, perché non mentirò davanti a voi.
28 Agora, pois, se sois servidos, olhai para mim e vede que não minto na vossa cara.
29 Ricredetevi, vi prego, non si faccia ingiustizia! Sì ricredetevi, perché c’è di mezzo la mia giustizia.
29 Tornai a julgar, vos peço, e não haja iniquidade; tornai a julgar, e a justiça da minha causa triunfará.
30 C’è forse iniquità sulla mia lingua o il mio palato non distingue piú le sventure?«.
30 Há iniquidade na minha língua? Não pode o meu paladar discernir coisas perniciosas?

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