Jó 13
La Nuova Diodati 1991 (LND-1991) vs ARA
1 »Ecco, tutto questo il mio occhio lha visto, e il mio orecchio lha udito e lha compreso.
1 Eis que tudo isso viram os meus olhos, e os meus ouvidos o ouviram e entenderam.
2 Quel che voi sapete lo so anchio, non sono da meno di voi.
2 Como vós o sabeis, também eu o sei; não vos sou inferior.
3 Ma vorrei parlare allOnnipotente, avrei piacere di discutere con Dio;
3 Mas falarei ao Todo-Poderoso e quero defender-me perante Deus.
4 perché voi siete dei fabbricanti di menzogne, siete tutti medici da nulla.
4 Vós, porém, besuntais a verdade com mentiras e vós todos sois médicos que não valem nada.
5 Oh, se taceste del tutto, questo sarebbe la vostra sapienza.
5 Tomara vos calásseis de todo, que isso seria a vossa sabedoria!
6 Ascoltate ora la mia difesa e fate attenzione alle dichiarazioni delle mie labbra.
6 Ouvi agora a minha defesa e atentai para os argumentos dos meus lábios.
7 Volete forse parlare iniquamente in difesa di Dio e parlare in suo favore con inganno?
7 Porventura, falareis perversidade em favor de Deus e a seu favor falareis mentiras?
8 Vorreste usare parzialità con lui o patrocinare una causa per Dio?
8 Sereis parciais por ele? Contendereis a favor de Deus?
9 Sarebbe bene per voi se egli vi scrutasse, o vi beffate di lui come ci si beffa di un uomo?
9 Ser-vos-ia bom, se ele vos esquadrinhasse? Ou zombareis dele, como se zomba de um homem qualquer?
10 Certamente egli vi riprenderà, se in segreto usate parzialità.
10 Acerbamente vos repreenderá, se em oculto fordes parciais.
11 La sua maestà non vi incuterà forse paura e il suo terrore non piomberà su di voi?
11 Porventura, não vos amedrontará a sua dignidade, e não cairá sobre vós o seu terror?
12 I vostri detti memorandi sono massime di cenere, i vostri migliori argomenti non sono che argomenti dargilla.
12 As vossas máximas são como provérbios de cinza, os vossos baluartes, baluartes de barro.
13 Tacete e lasciate parlare me e mi avvenga poi quel che vuole.
13 Calai-vos perante mim, e falarei eu, e venha sobre mim o que vier.
14 Perché dovrei tenere la mia carne con i denti, e mettere la mia vita nelle mie mani?
14 Tomarei a minha carne nos meus dentes e porei a vida na minha mão.
15 Ecco, egli mi ucciderà, non ho piú speranza, tuttavia difenderò in faccia a lui la mia condotta.
15 Eis que me matará, já não tenho esperança; contudo, defenderei o meu procedimento.
16 Egli sarà anche la mia salvezza perché un empio non ardirebbe presentarsi a lui.
16 Também isto será a minha salvação, o fato de o ímpio não vir perante ele.
17 Ascoltate attentamente il mio discorso e le mie dichiarazioni con i vostri orecchi.
17 Atentai para as minhas razões e dai ouvidos à minha exposição.
18 Ecco, io ho preparato la mia causa; so che sarò riconosciuto giusto.
18 Tenho já bem-encaminhada minha causa e estou certo de que serei justificado.
19 Chi vuole dunque contendere con me? Perché allora tacerei e morirei.
19 Quem há que possa contender comigo? Neste caso, eu me calaria e renderia o espírito.
20 Soltanto non fare due cose con me, e non mi nasconderò dalla tua presenza:
20 Concede-me somente duas coisas; então, me não esconderei do teu rosto:
21 ritira da me la tua mano, e il tuo terrore non mi spaventi piú.
21 alivia a tua mão de sobre mim, e não me espante o teu terror.
22 Poi chiamami pure e io risponderò, oppure parlerò io e tu risponderai.
22 Interpela-me, e te responderei ou deixa-me falar e tu me responderás.
23 Quante sono le mie colpe e i miei peccati? Fammi conoscere la mia trasgressione e il mio peccato!
23 Quantas culpas e pecados tenho eu? Notifica-me a minha transgressão e o meu pecado.
24 Perché nascondi il tuo volto e mi consideri come un tuo nemico?
24 Por que escondes o rosto e me tens por teu inimigo?
25 Vuoi forse spaventare una foglia sospinta qua e là e dar la caccia a della paglia secca?
25 Queres aterrorizar uma folha arrebatada pelo vento? E perseguirás a palha seca?
26 Perché tu scrivi contro di me cose amare e mi fai pesare leredità delle colpe della mia giovinezza?
26 Pois decretas contra mim coisas amargas e me atribuis as culpas da minha mocidade.
27 Tu metti i miei piedi nei ceppi e osservi attentamente le mie vie; tu stabilisci un limite per la pianta dei miei piedi.
27 Também pões os meus pés no tronco, observas todos os meus caminhos e traças limites à planta dos meus pés,
28 Intanto il mio corpo si disfa come un oggetto rotto, come un vestito corroso dalle tarme«.
28 apesar de eu ser como uma coisa podre que se consome e como a roupa que é comida da traça.
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