Apocalipse 18

Kaipimi Taita Dius Rimaku (INB) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Chi­ura­mandaka sug iapa iacha anjil, suma luar­man­da urai­ku­mukug­ta­mi kawar­kani. Paipa suma pun­cha­ia­chii­waka kai alpa mas pun­cha­mi kawa­rig­sa­murka.
1 Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória.
2 Chi anjilka, sin­chi rimai­wa kapa­rirka, kasa nispa:
2 Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável,
3 Chi pui­blupimi tukui alpa­manda kaug­sag­kunaka,
3 pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.
4 Chi­ura­mandaka, sug rimai suma luar­nig­manda uia­ri­warka, kasa nispa:
4 Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos;
5 Chi pui­blu­manda pan­da­rii­kunaka,
5 porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou.
6 Imasami sug­kunata mana alli­lla rurarka:
6 Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras e, no cálice em que ela misturou bebidas, misturai dobrado para ela.
7 Imasami iapa iukag tukuspa,
7 O quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria, dai-lhe em igual medida tormento e pranto, porque diz consigo mesma: Estou sentada como rainha. Viúva, não sou. Pranto, nunca hei de ver!
8 Chasa iuia­kug­pi­pas,
8 Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou.
9 Kai alpapi atun mandag­kuna, chi pui­blu­wa iapa pan­da­rispa imasa munas­ka­sina iapa iukag tukus­ka­kuna, chi mandag­kunaka, chi pui­blu rupa­kus­kata, nina sindi kusni puiu­ia­kus­kata kawas­paka, iapa atun lla­kii­wa­mi wakaspa kan­ga­pa kan­kuna.
9 Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio,
10 Iapa manchai­wa­mi chi lla­kii­kunata karu­manda­lla kawa­na­kun­ga­pa kan­kuna, kasa nispa:
10 e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo.
11 Kai alpapi randispa katuspa purig­kuna­pas­mi chi pui­blu­manda iapa llaki­rispa wakan­ga­pa kan­kuna. Kuna­ura­mandaka, ñi pipas mana tian­ga­pa kan­kuna­chu, pai­kuna ima katun­ga­pa apa­mu­na­kus­kata randin­ga­pa.
11 E, sobre ela, choram e pranteiam os mercadores da terra, porque já ninguém compra a sua mercadoria,
12 Kasa­mi apa­dur kar­ka­kuna: kuri, kulki, pirla i sug rig­cha iapa bali uchullita rumi­kuna, sida, pichi, puka i sug rig­cha iapa suma linu­kuna, tukui sug rig­cha sug rig­cha suma asna kaspi­kuna, mar­filta ruras­ka­kuna, iapa bali kas­pi­kuna, brunsi, iru, marmul suti iura rumi,
12 mercadoria de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho finíssimo, de púrpura, de seda, de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, todo gênero de objeto de marfim, toda qualidade de móvel de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore;
13 kanila, miski suma asnai asna­ri­kuna, mira suti i sug rig­cha asna kupal­kuna, suma asna­ia­chi­ri­diru tugtu iaku­kuna, binu, asiti, arina, trigu, apa­ri­chi­diru ani­mal­kuna, ubija­kuna, kaballu­kuna, kaba­llu­kuna aliu­diru augtu­kuna i randispa i katu­diru runa­kuna.
13 e canela de cheiro, especiarias, incenso, unguento, bálsamo, vinho, azeite, flor de farinha, trigo, gado e ovelhas; e de cavalos, de carros, de escravos e até almas humanas.
14 Chi pui­bluta nin­ga­pa­mi kan­kuna:
14 O fruto sazonado, que a tua alma tanto apeteceu, se apartou de ti, e para ti se extinguiu tudo o que é delicado e esplêndido, e nunca jamais serão achados.
15 Imasami randispa katuspa purir­ka­kuna; chasa­waka, iapa iukag tukur­ka­kuna; chasa pui­bluta kawaspa, iapa manchai­wa­mi lla­kispa, karu­manda­lla kawa­na­kun­ga­pa kan­kuna. Iapa atun lla­kii­wa wakaspa kapa­rin­ga­pa­mi kan­kuna, kasa nispa:
15 Os mercadores destas coisas, que, por meio dela, se enriqueceram, conservar-se-ão de longe, pelo medo do seu tormento, chorando e pranteando,
16 —¡Ai, ai, chi­tuku atun pui­blu­mi kar­kangi!
16 dizendo: Ai! Ai da grande cidade, que estava vestida de linho finíssimo, de púrpura, e de escarlata, adornada de ouro, e de pedras preciosas, e de pérolas,
17 Chituku iapa iukai­kuna­pas,
17 porque, em uma só hora, ficou devastada tamanha riqueza! E todo piloto, e todo aquele que navega livremente, e marinheiros, e quantos labutam no mar conservaram-se de longe.
18 Chi pui­blu rupa­kus­kata, kusni nina sindi puiu­ia­kus­kata kawas­paka, kapa­rir­ka­kuna:
18 Então, vendo a fumaceira do seu incêndio, gritavam: Que cidade se compara à grande cidade?
19 Chasa kaparis­paka, dillakii alpa ñutu­chispa, umapi talli­rir­ka­kuna. Iapa atun llakii­wa wakaspa, kasa­pas­mi kapa­rir­ka­kuna:
19 Lançaram pó sobre a cabeça e, chorando e pranteando, gritavam: Ai! Ai da grande cidade, na qual se enriqueceram todos os que possuíam navios no mar, à custa da sua opulência, porque, em uma só hora, foi devastada!
20 Ikuti kam­kuna Taita Dius­man­da­lla suma kaug­sag­kuna,
20 Exultai sobre ela, ó céus, e vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus contra ela julgou a vossa causa.
21 Chi­ura­mandaka sug iapa iacha anjilka, atun kutan­ga­sina rumita ata­ri­chispa, lamar iakuma sitamurka, kasa nispa:
21 Então, um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moinho e arrojou-a para dentro do mar, dizendo: Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.
22 Mana mas, kamba ñambi­kuna­pika,
22 E voz de harpistas, de músicos, de tocadores de flautas e de clarins jamais em ti se ouvirá, nem artífice algum de qualquer arte jamais em ti se achará, e nunca jamais em ti se ouvirá o ruído de pedra de moinho.
23 Ñi ima punchaia­chi­dirupas
23 Também jamais em ti brilhará luz de candeia; nem voz de noivo ou de noiva jamais em ti se ouvirá, pois os teus mercadores foram os grandes da terra, porque todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria.
24 Santu Ispi­ri­tu­wa rimag­kuna, Taita Dius­manda­lla suma kaug­sag­kuna i sug­kuna kai alpapi wañu­chii tukus­ka­kuna­pas, tukui chi runa­kunapa iawarpas chi pui­blu­pi­mi kawa­rirka.
24 E nela se achou sangue de profetas, de santos e de todos os que foram mortos sobre a terra.

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