Cânticos 4

Parnai Yiang Sursĩ - Kinh Thánh tiếng Bru (BRU) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 A‑ễm cứq ayooq ơi! Roâp riang a‑ễm o la‑ĩat.
1 Eis que és formosa, amiga minha, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas entre as tuas tranças, o teu cabelo é como o rebanho de cabras que pastam no monte de Gileade.
2 Canễng a‑ễm cloc samoât charán cữu mbỡiq chu tễ noau apơi dỡq toâq moâm noau cứt sóc.
2 Os teus dentes são como o rebanho das ovelhas tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e nenhuma há estéril entre elas.
3 Tambớr a‑ễm cusâu samoât clo téh.
3 Os teus lábios são como um fio de escarlata, e o teu falar é doce; a tua fronte é qual pedaço de romã entre as tuas tranças.
4 Tacong a‑ễm la samoât ngôl kĩaq khong Davĩt,
4 O teu pescoço é como a torre de Davi, edificada para pendurar armas; mil escudos pendem dela, todos broquéis de valorosos.
5 Bar ŏ́c tóh a‑ễm la samoât bar lám yỡt lơ-lơ,
5 Os teus dois peitos são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.
6 Cứq ai yoc ỡt tâng cuar cóh ca bữn siet phuom cớp crơng phuom canŏ́h,
6 Antes que refresque o dia e caiam as sombras, irei ao monte da mirra e ao outeiro do incenso.
7 Cũai cứq ai ayooq la o lứq,
7 Tu és toda formosa, amiga minha, e em ti não há mancha.
8 A‑ễm cứq ayooq ơi! Cóq a‑ễm sễng tễ cóh Lê-banôn,
8 Vem comigo do Líbano, minha esposa, vem comigo do Líbano; olha desde o cume de Amana, desde o cume de Senir e de Hermom, desde as moradas dos leões, desde os montes dos leopardos.
9 Ỡi tamái ơi! Moat mới khoiq ti mứt pahỡm cứq ai.
9 Tiraste-me o coração, minha irmã, minha esposa; tiraste-me o coração com um dos teus olhos, com um colar do teu pescoço.
10 Ŏ́c ayooq tễ a‑ễm táq yỗn cứq ai sâng bũi hỡr,
10 Que belos são os teus amores, irmã minha! Ó esposa minha! Quanto melhores são os teus amores do que o vinho! E o aroma dos teus bálsamos do que o de todas as especiarias!
11 Cũai cứq ayooq ơi! Toâq cứq ai hũn a‑ễm,
11 Favos de mel manam dos teus lábios, minha esposa! Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro das tuas vestes é como o cheiro do Líbano.
12 Cũai cứq ayooq ơi! A‑ễm la samoât nưong viang noau cloaih,
12 Jardim fechado és tu, irmã minha, esposa minha, manancial fechado, fonte selada.
13 Tâng ntốq ki bữn palâi aluang o lứq,
13 Os teus renovos são um pomar de romãs, com frutos excelentes: o cipreste e o nardo,
14 Bữn nar, ngêq, tavễl, kễq, cớp máh crơng phuom canŏ́h hỡ.
14 o nardo e o açafrão, o cálamo e a canela, com toda a sorte de árvores de incenso, a mirra e aloés, com todas as principais especiarias.
15 Bữn sa‑ữi ntốq dỡq mec táq yỗn nưong cỡt thớm;
15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano!
16 Cuyal tễ angia pỡng cớp angia pưn ơi! Cóq tamỡ!
16 Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que se derramem os seus aromas. Ah! Se viesse o meu amado para o seu jardim, e comesse os seus frutos excelentes!

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