Marcos 5

بلۆچی Balochi (BCC) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Issá gón wati moridán Jalilay Mazangwarmay á dastá, Gerásiáni molká raset.
1 E chegaram à outra margem do mar, à província dos gadarenos.
2 Wahdé Issá cha bójigá ér átk, hamá damáná mardé cha kabrestáná dar átk o gón Issáyá dochár kapt. Mardá jenné per at.
2 E, saindo ele do barco, lhe saiu logo ao seu encontro, dos sepulcros, um homem com espírito imundo,
3 É mard kabrestáná jahmenend at o haminchok zóri mán at ke nun hechkasá áiay dast o pád gón zamzilán ham basta nakortant.
3 o qual tinha a sua morada nos sepulcros, e nem ainda com cadeias o podia alguém prender.
4 Mardomán báz randá bastagat, bale áiá zamzil próshtagatant o hechkasá áiay ger o dáray zór o twán néstat.
4 Porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões, em migalhas, e ninguém o podia amansar.
5 Shap o róch kabrestán o kóhán at, kukkár o chihália jat o watá gón dhók o sengán thappigia kort.
5 E andava sempre, de dia e de noite, clamando pelos montes e pelos sepulcros e ferindo-se com pedras.
6 Anchó ke áiá Issá cha durá dist, tacháná átk o Issáay pádán kapt,
6 E, quando viu Jesus ao longe, correu e adorou-o.
7 kukkár kort o gwashti: “Issá, oo borzén arshay Hodáay Chokk! Tará gón man che kár ent? Tará Hodáay sawgend ent, maná azáb maday.”
7 E, clamando com grande voz, disse: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus que não me atormentes.
8 É habari paméshká kort ke Issáyá gwashtagat: “Oo palitén ruh! É mardá yalah day.”
8 (Porque lhe dizia: Sai deste homem, espírito imundo. )
9 Issáyá cha áiá jost kort: “Tai nám kay ent?” Áiá passaw dát: “Mani nám ‘Lashkar’ ent, ke má báz én.”
9 E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? E lhe respondeu, dizendo: Legião é o meu nome, porque somos muitos.
10 Issáay kerrá báz peryáti kort: “Márá cha é molká dar makan.”
10 E rogava-lhe muito que os não enviasse para fora daquela província.
11 Hamódá, kóhdémá hukkáni mazanén ramagé charagá at.
11 E andava ali pastando no monte uma grande manada de porcos.
12 Jennán peryát kort: “Márá é hukkáni jesmá ráh beday.”
12 E todos aqueles demônios lhe rogaram, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles.
13 Issáyá ejázat dátant. Gorhá, jenn cha mardá dar átk o hukkáni jesmá potertant. Ramagá kesás do hazár hukk atant ke cha kóhdémá jahlagá tachán butant o gwarmá kapt o mortant.
13 E Jesus logo lho permitiu. E, saindo aqueles espíritos imundos, entraram nos porcos; e a manada se precipitou por um despenhadeiro no mar (eram quase dois mil) e afogou-se no mar.
14 Hukkáni chárénók tacháná shotant o shahr o métagesh hál dátant. Wahdé mardomán eshkot, átkant ke chamme wat begendant ke ché butag.
14 E os que apascentavam os porcos fugiram e o anunciaram na cidade e nos campos; e saíram muitos a ver o que era aquilo que tinha acontecido.
15 Wahdé Issáay gwará átkant, distesh ke hamá mard ke pésará jennáni lashkará ganók kortagat, pocch o pósháki gwará o hósh o sár ent o neshtag. Nun torsesh delá kapt.
15 E foram ter com Jesus, e viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido e em perfeito juízo, e temeram.
16 Chamdistén sháhedán kessah kort ke jenni ganók chón sár butag o hukkáni kessahesh ham áwort.
16 E os que aquilo tinham visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado e acerca dos porcos.
17 Gorhá mardomán gón Issáyá dazbandi kort ke may molká yalah day.
17 E começaram a rogar-lhe que saísse do seu território.
18 Wahdé Issá bójigá swár bayagá at, hamá mard ke pésará jennán geptagat, átk o dazbandii kort ke maná bar gón.
18 E, entrando ele no barco, rogava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele.
19 Bale Issáyá ejázat nadát o gwashti: “Lógá beraw o wati mardomán hál day ke Hodáwandá pa taw chónén káré kortag o tai sará chón rahmi kortag.”
19 Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes
20 Gorhá, á mard shot o Dekápulisay molkay mardomi hál dátant ke Issáyá pa man chónén káré kortag. Sajjahén mahluk hayrán but.
20 E ele foi e começou a anunciar em Decápolis quão grandes coisas Jesus lhe fizera; e todos se maravilhavam.
21 Issá ke padá bójigá swár but o gwarmay á dastá shot. Gwarmay lambá, mardománi mazanén rombé áiay chapp o chágerdá mocch but.
21 E, passando Jesus outra vez num barco para o outro lado, ajuntou-se a ele uma grande multidão; e ele estava junto do mar.
22 Yáerus námén mardé ke kanisahay master at, hamódá átk o gón Issáay gendagá, áiay pádán kapt.
22 E eis que chegou um dos principais da sinagoga, por nome Jairo, e, vendo-o, prostrou-se aos seus pés
23 Áiá gón Issáyá báz randá dazbandi kort: “Mani jenekk markig ent. Byá o wati dastá áiay sará per mosh ke dráh bebit o zendag bemánit.”
23 e rogava-lhe muito, dizendo: Minha filha está moribunda; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos para que sare e viva.
24 Issá áiay hamráh but o shot. Mardománi mazanén rombé Issáay chapp o chágerdá mocch but o shot gón.
24 E foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o apertava.
25 É rombá janéné gón at. Dwázdah sál at ke áiay hón pach at.
25 E certa mulher, que havia doze anos tinha um fluxo de sangue,
26 Bázén dáktaréá shotagat, bale elájay badalá dardi gésh butagatant o sajjahén zarr o máli ham báhéntagatant. Dráh bayagay badalá ganter bayán at.
26 e que havia padecido muito com muitos médicos, e despendido tudo quanto tinha, nada lhe aproveitando isso, antes indo a pior,
27 Issáay bárawá eshkotagati o nun mardománi mocchiay tahá cha poshti némagá átk o Issáay kabáhi dast jat.
27 ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua vestimenta.
28 Deljam at ke agan Issáay pocchán ham dast per bekanán, dráha bán.
28 Porque dizia: Se tão somente tocar nas suas vestes, sararei.
29 Anchó ke Issáay kabáhi dast jat, áiay hón band but o cha wati jesmay hálatá zánti ke man dráh bután.
29 E logo se lhe secou a fonte do seu sangue, e sentiu no seu corpo estar já curada daquele mal.
30 Issáyá hamá damáná zánt ke cha man zóré dar átk. Póshtá, mocchiay némagá chakki tarrént o josti kort: “Kayá mani pocch dast jatant?”
30 E logo Jesus, conhecendo que a virtude de si mesmo saíra, voltou-se para a multidão e disse: Quem tocou nas minhas vestes?
31 Moridán gwasht: “Taw gendagá ay, mardomán tará chón angerr kortag. Angat jostá ay ke kayá mani pocch dast jatagant?”
31 E disseram-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e dizes: Quem me tocou?
32 Issá angat chárén némagán cháragá at ke é kár kayá kort.
32 E ele olhava em redor, para ver a que isso fizera.
33 Janéná zánt ke gón man ché but, pa tors o larz átk o Issáay pádán kapt o sajjahén habari pa rásti kortant.
33 Então, a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade.
34 Issáyá gwasht: “Mani jenekk! Tai imáná tará dráh kort. Beraw pa salámati. Cha wati nájórhiá dráh bay.”
34 E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e sê curada deste teu mal.
35 Issá angat habará at ke cha Yáerusay lógá mardomé átk o háli dát: “Tai jenekk mortag. Nun ostádá chéá delsyáha kanay?”
35 Estando ele ainda falando, chegaram alguns do principal da sinagoga, a quem disseram: A tua filha está morta; para que enfadas mais o Mestre?
36 Issáyá áiay habar eshkot, gón kanisahay masterá gwashti: “Mators, bass báwar kan.”
36 E Jesus, tendo ouvido essas palavras, disse ao principal da sinagoga: Não temas, crê somente.
37 Issáyá, Petros o Ákub o Ákubay brát Yuhannáyá abéd dega kass wati hamráh bayagá naesht.
37 E não permitiu que alguém o seguisse, a não ser Pedro, e Tiago, e João, irmão de Tiago.
38 Wahdé kanisahay masteray lógá átkant, Issáyá dist ke kukkár o wáhi ent, mardom gréwag o mótk áragá ant.
38 E, tendo chegado à casa do principal da sinagoga, viu o alvoroço e os que choravam muito e pranteavam.
39 Tahá ke átk, gwashti: “Chéá gréwag o kukkárá ét? Chokk namortag, wáb ent.”
39 E, entrando, disse-lhes: Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme.
40 Áyán Issáay sará kandet, bale Issáyá sajjahén mardom dar kortant o jenekkay pet o mát o wati hamráhén moridi zortant o hamá báná shot ke jenekk ódá ér at.
40 E riam-se dele; porém ele, tendo-os feito sair, tomou consigo o pai e a mãe da menina e os que com ele estavam e entrou onde a menina estava deitada.
41 Issáyá jenekkay dast gept o gwashti: “Talitá! Kom.” Bezán: Jenekkok! Pád á.
41 E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talitá cumi, que, traduzido, é: Menina, a ti te digo: levanta-te.
42 Jenekk ke omri dwázdah sál at, hamá damáná pád átk o tarragá lagget. Á mardom ke gón atant, sakk hayrán o habakkah butant.
42 E logo a menina se levantou e andava, pois já tinha doze anos; e assombraram-se com grande espanto.
43 Issáyá kaddhan kortant ke kassá hál madayét o padá gwashti ke jenekká warák bedayét.
43 E mandou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e disse que lhe dessem de comer.

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