Jó 28

Almeida Revista e Corrigida (ARC, 2009) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Na verdade, há veios de onde se extrai a prata, e, para o ouro, lugar em que o derretem.
1 “Na verdade, a prata tem as suas minas, e o ouro, que se refina, tem o seu lugar.
2 O ferro tira-se da terra, e da pedra se funde o metal.
2 O ferro é tirado da terra, e da pedra se funde o cobre.
3 O homem pôs fim às trevas e até à extremidade ele esquadrinha, procurando as pedras na escuridão e na sombra da morte.
3 Os homens põem termo à escuridão e até os últimos confins procuram as pedras ocultas nas trevas e na densa escuridão.
4 Trasborda o ribeiro até ao que junto dele habita, de maneira que se não pode passar a pé; então, intervém o homem, e as águas se vão.
4 Abrem entrada para minas longe da habitação dos homens; são esquecidos pelos que passam por cima; e, assim, longe de todos, dependurados em cordas, balançam de um lado para outro.
5 A terra, de onde procede o pão, embaixo é revolvida como por fogo.
5 Da terra procede o alimento, mas embaixo ela é revolvida como que pelo fogo.
6 As suas pedras são o lugar da safira e têm pós de ouro.
6 Nas suas pedras se encontra safira, e há pó que contém ouro.
7 Essa vereda, a ignora a ave de rapina, e não a viram os olhos da gralha.
7 Essa vereda, a ave de rapina a ignora, e os olhos do falcão nunca a viram.
8 Nunca a pisaram filhos de animais altivos, nem o feroz leão passou por ela.
8 Feras majestosas nunca pisaram essa vereda, e nenhum leão passou por ali.
9 Ele estende a sua mão contra o rochedo, e revolve os montes desde as suas raízes.
9 O homem estende a sua mão contra o rochedo e revolve os montes desde as suas raízes.
10 Dos rochedos faz sair rios, e o seu olho descobre todas as coisas preciosas.
10 Abre canais nas pedras, e os seus olhos veem tudo o que há de mais precioso.
11 Os rios tapa, e nem uma gota sai deles, e tira para a luz o que estava escondido.
11 Tapa os veios de água, e nem uma gota sai deles; e traz à luz o que estava escondido.”
12 Mas onde se achará a sabedoria? E onde está o lugar da inteligência?
12 “Mas onde se achará a sabedoria? E em que lugar estará o entendimento?
13 O homem não lhe conhece o valor; não se acha na terra dos viventes.
13 O ser humano não conhece o valor da sabedoria, e ela não se encontra na terra dos viventes.
14 O abismo diz: Não está em mim; e o mar diz: Ela não está comigo.
14 O abismo diz: ‘Ela não está em mim.’ E o mar diz: ‘Não está comigo.’
15 Não se dará por ela ouro fino, nem se pesará prata em câmbio dela.
15 Não se compra a sabedoria com ouro fino; ela também não pode ser paga com prata.
16 Nem se pode comprar por ouro fino de Ofir, nem pelo precioso ônix, nem pela safira.
16 O seu valor não pode ser avaliado pelo ouro de Ofir, nem pelo precioso ônix, nem pela safira.
17 Com ela se não pode comparar o ouro ou o cristal; nem se trocará por joia de ouro fino.
17 O ouro não se iguala a ela, nem o cristal; não se pode trocá-la por joias de ouro fino.
18 Ela faz esquecer o coral e as pérolas; porque a aquisição da sabedoria é melhor que a dos rubis.
18 Ela faz esquecer o coral e o cristal; o preço da sabedoria é maior que o das pérolas.
19 Não se lhe igualará o topázio da Etiópia, nem se pode comprar por ouro puro.
19 O topázio da Etiópia não se compara com ela; não se compra a sabedoria nem com ouro puro.
20 De onde, pois, vem a sabedoria, e onde está o lugar da inteligência?
20 Mas de onde vem a sabedoria? E em que lugar estará o entendimento?
21 Porque está encoberta aos olhos de todo vivente e oculta às aves do céu.
21 Está encoberta aos olhos de todos os seres vivos, e oculta às aves do céu.
22 A perdição e a morte dizem: Ouvimos com os nossos ouvidos a sua fama.
22 O abismo e a morte dizem: ‘Ouvimos com os nossos ouvidos a sua fama.’”
23 Deus entende o seu caminho, e ele sabe o seu lugar.
23 “Deus lhe entende o caminho, e ele é quem sabe o seu lugar.
24 Porque ele vê as extremidades da terra; e vê tudo o que há debaixo dos céus.
24 Porque o seu olhar alcança as extremidades da terra; ele vê tudo o que há debaixo dos céus.
25 Quando deu peso ao vento e tomou a medida das águas;
25 Quando Deus regulou o peso do vento e fixou a medida das águas;
26 quando prescreveu uma lei para a chuva e caminho para o relâmpago dos trovões,
26 quando determinou leis para a chuva e caminho para o relâmpago dos trovões,
27 então, a viu e a manifestou; estabeleceu-a e também a esquadrinhou.
27 então ele viu a sabedoria e a manifestou; estabeleceu-a e também a examinou.
28 Mas disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência.
28 E disse ao ser humano: ‘Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e afastar-se do mal é o entendimento.’”

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