Salmos 69

Versão Católica (VC, 2024) vs NVT

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NVT Nova Versão Transformadora
1 Ao mestre de canto. Segundo a melodia: Os lírios. Salvai-me, ó Deus, porque as águas me vão submergir.
1 Salva-me, ó Deus, pois as águas subiram até meu pescoço.
2 Estou imerso num abismo de lodo, no qual não há onde firmar o pé. Vim a dar em águas profundas, encobrem-me as ondas.
2 Afundo cada vez mais na lama e não tenho onde apoiar os pés. Entrei em águas profundas, e as correntezas me cobrem.
3 Já cansado de tanto gritar, enrouqueceu-me a garganta. Finaram-se-me os olhos, enquanto espero meu Deus.
3 Estou exausto de tanto clamar; minha garganta está seca. Meus olhos estão inchados de tanto chorar, à espera de meu Deus.
4 Mais numerosos que os cabelos de minha cabeça são os que me detestam sem razão. São mais fortes que meus ossos os meus injustos inimigos. Porventura posso restituir o que não roubei?
4 Os que me odeiam sem razão são mais numerosos que os cabelos de minha cabeça. Muitos inimigos tentam me destruir com mentiras; exigem que eu devolva o que não roubei.
5 Vós conheceis, ó Deus, a minha insipiência, e minhas faltas não vos são ocultas.
5 Ó Deus, tu sabes como sou tolo; é impossível esconder de ti meus pecados.
6 Os que esperam em vós, ó Senhor, Senhor dos exércitos, por minha causa não sejam confundidos. Que os que vos procuram, ó Deus de Israel, não tenham de que se envergonhar por minha causa,
6 Não permitas que por minha causa sejam envergonhados os que em ti confiam, ó Soberano S Não deixes que por minha causa sejam humilhados, ó Deus de Israel.
7 pois foi por vós que eu sofri afrontas, cobrindo-se-me o rosto de confusão.
7 Pois, por tua causa, suporto insultos; meu rosto está coberto de vergonha.
8 Tornei-me um estranho para meus irmãos, um desconhecido para os filhos de minha mãe.
8 Até meus irmãos fingem não me conhecer; tratam-me como um desconhecido.
9 É que o zelo de vossa casa me consumiu, e os insultos dos que vos ultrajam caíram sobre mim.
9 O zelo por tua casa me consome; os insultos dos que te insultam caíram sobre mim.
10 Por mortificar minha alma com jejuns, só recebi ultrajes.
10 Quando choro e jejuo, eles zombam de mim.
11 Por trocar minhas roupas por um saco, tornei-me ludíbrio deles.
11 Quando visto pano de saco, eles riem de mim.
12 Falam de mim os que se assentam às portas da cidade, escarnecem-me os que bebem vinho.
12 Sou o assunto principal de suas conversas, e os bêbados cantam a meu respeito.
13 Minha oração, porém, sobe até vós, Senhor, na hora de vossa misericórdia, ó Deus. Na vossa imensa bondade, escutai-me, segundo a fidelidade de vosso socorro.
13 Eu, porém, continuo orando a ti, S enhor , na esperança de que, desta vez, mostrarás teu favor. Responde-me, ó Deus, por teu grande amor; salva-me por tua fidelidade.
14 Tirai-me do lodo, para que não me afunde. Livrai-me dos que me detestam, salvai-me das águas profundas.
14 Livra-me do atoleiro, não permitas que eu afunde ainda mais. Salva-me dos que me odeiam, tira-me destas águas profundas.
15 Não me deixeis submergir nas muitas águas, nem me devore o abismo. Nem se feche sobre mim a boca do poço.
15 Não deixes que as correntezas me cubram, nem que as águas profundas me engulam, nem que a cova da morte me devore.
16 Ouvi-me, Senhor, pois que vossa bondade é compassiva; em nome de vossa misericórdia, voltai-vos para mim.
16 Responde às minhas orações, ó S enhor , pois o teu amor é bom. Cuida de mim, pois a tua misericórdia é imensa.
17 Não escondais ao vosso servo a vista de vossa face; atendei-me depressa, pois estou muito atormentado.
17 Não te escondas de teu servo; responde-me sem demora, pois estou aflito.
18 Aproximai-vos de minha alma, livrai-me de meus inimigos.
18 Vem e resgata-me; livra-me de meus inimigos!
19 Bem vedes minha vergonha, confusão e ignomínia. Ante vossos olhos estão os que me perseguem:
19 Tu sabes que sofro zombaria, vergonha e humilhação; vês tudo que meus inimigos fazem.
20 seus ultrajes abateram meu coração e desfaleci. Esperei em vão quem tivesse compaixão de mim, quem me consolasse, e não encontrei.
20 Os insultos deles me partiram o coração; estou desesperado! Se ao menos alguém tivesse piedade de mim; quem dera viessem me consolar.
21 Puseram fel no meu alimento, na minha sede deram-me vinagre para beber.
21 Em vez disso, põem veneno em minha comida; oferecem vinagre para matar minha sede.
22 Torne-se a sua mesa um laço para eles, e uma armadilha para os seus amigos.
22 Que a mesa farta diante deles se transforme em laço, e que sua prosperidade se torne armadilha.
23 Que seus olhos se escureçam para não mais ver, que seus passos sejam sempre vacilantes.
23 Que seus olhos se escureçam para que não vejam, e que seu corpo trema sem parar.
24 Despejai sobre eles a vossa cólera, e os atinja o fogo de vossa ira.
24 Derrama tua fúria sobre eles, consome-os com o ardor de tua ira.
25 Seja devastada a sua morada, não haja quem habite em suas tendas,
25 Que as casas deles fiquem desoladas, e que não reste ninguém em suas tendas.
26 porque perseguiram aquele a quem atingistes, e aumentaram a dor daquele a quem feristes.
26 Pois insultam aquele a quem castigaste, acrescentam dor a quem feriste.
27 Deixai-os acumular falta sobre falta, e jamais sejam por vós reconhecidos como justos.
27 Amontoa uns sobre os outros os pecados deles; não permitas que sejam absolvidos.
28 Sejam riscados do livro dos vivos, e não se inscrevam os seus nomes entre os justos.
28 Apaga o nome deles do Livro da Vida; não deixes que sejam incluídos entre os justos.
29 Eu, porém, miserável e sofredor, seja protegido, ó Deus, pelo vosso auxílio.
29 Estou aflito e sofro; socorre-me, ó Deus, com tua salvação!
30 Cantarei um cântico de louvor ao nome do Senhor, e o glorificarei com um hino de gratidão.
30 Então louvarei o nome de Deus com cânticos e o exaltarei com ações de graças.
31 E isto a Deus será mais agradável que um touro, do que um novilho com chifres e unhas.
31 Pois isso agrada o S enhor mais que sacrifícios de bois, mais que ofertas de touros com chifres e cascos.
32 Ó vós, humildes, olhai e alegrai-vos; vós que buscais a Deus, reanime-se o vosso coração,
32 Os humildes verão Deus agir e se alegrarão; animem-se todos que buscam socorro em Deus.
33 porque o Senhor ouve os necessitados, e seu povo cativo não despreza.
33 Pois o S enhor ouve o clamor dos pobres; não despreza seu povo aprisionado.
34 Louvem-no os céus e a terra, os mares e tudo o que neles se move.
34 Louvem-no, céus e terra, os mares e tudo que neles se move.
35 Sim, Deus salvará Sião e reconstruirá as cidades de Judá; para aí hão de voltar e a possuirão.
35 Pois Deus salvará Sião e reconstruirá as cidades de Judá. Seu povo viverá ali e em sua própria terra se estabelecerá.
36 A linhagem de seus servos a receberá em herança, e os que amam o seu nome aí fixarão sua morada.
36 Os descendentes dos que o servem herdarão a terra, e os que o amam ali viverão, em segurança.

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