Provérbios 27

Versão Católica (VC, 2024) vs BKJ

Sair da comparação
1 Não te gabes do dia de amanhã porque não sabes o que ele poderá engendrar.
1 Não te gabes do amanhã, porque não sabes o que trará o dia.
2 Que seja outro que te louve, não a tua própria boca; um estranho, não teus próprios lábios.
2 Deixai que outro homem te louve, e não a tua própria boca; um estranho, e não os teus próprios lábios.
3 Pesada é a pedra, pesada a areia, mais pesada ainda é a cólera de um tolo.
3 Uma pedra é pesada, e a areia tem peso; mas a ira do tolo é mais pesada que ambas.
4 Crueldade do furor, ímpetos da cólera: mas quem pode suportar o ciúme?
4 A ira é cruel, e a raiva é ultrajante, mas quem é capaz de permanecer diante da inveja?
5 Melhor é a correção manifesta do que uma amizade fingida.
5 Melhor é a repreensão aberta do que o amor secreto.
6 As feridas do amigo são provas de lealdade, mas os beijos do que odeia são abundantes.
6 Fiéis são as feridas de um amigo, mas os beijos de um inimigo são enganosos.
7 Saciado o apetite, calca aos pés o favo de mel; para o faminto tudo o que é amargo parece doce.
7 A alma cheia detesta o favo de mel, mas para a alma faminta cada coisa amarga é doce.
8 Um pássaro que anda longe do seu ninho: tal é o homem que vive longe da sua terra.
8 Como um pássaro que vagueia para longe do seu ninho, assim é um homem que vagueia longe do seu lugar.
9 Azeite e incenso alegram o coração: a bondade de um amigo consola a alma.
9 O unguento e perfume regozijam o coração; assim o faz a doçura do amigo de um homem pelo conselho cordial.
10 Não abandones teu amigo, o amigo de teu pai; não vás à casa do teu irmão em dia de aflição. Vale mais um vizinho que está perto, que um irmão distante.
10 Não abandones o teu amigo, ou o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia da tua calamidade, porque melhor é um vizinho que está perto do que um irmão longe.
11 Sê sábio, meu filho, alegrarás meu coração e eu poderei responder ao que me ultrajar.
11 Meu filho, sê sábio, e alegra o meu coração, para que eu possa responder àquele que me repreende.
12 O homem prudente percebe o mal e se põe a salvo; os imprudentes passam adiante e agüentam o peso.
12 Um homem prudente prevê o mal e se esconde, mas os simples seguem adiante e são punidos.
13 Toma a sua veste, porque ficou fiador de outrem, exige o penhor que deve aos estrangeiros.
13 Toma a roupa daquele que é fiador de um estranho, e toma o penhor daquele que o é para uma mulher estranha.
14 Quem, desde o amanhecer, louva seu vizinho em alta voz é censurado de o ter amaldiçoado.
14 Aquele que abençoa o seu amigo em voz alta, levantando cedo de manhã, isso lhe será computado como maldição.
15 Goteira que cai de contínuo em dia de chuva e mulher litigiosa, tudo é a mesma coisa.
15 O gotejar contínuo em um dia muito chuvoso, e uma mulher contenciosa são semelhantes.
16 Querer retê-la, é reter o vento, ou pegar azeite com a mão.
16 Quem quer que a esconda, esconde o vento, e o unguento de sua mão direita, que denuncia a si.
17 O ferro com o ferro se aguça; o homem aguça o homem.
17 O ferro afia o ferro; assim também, um homem afia o semblante de seu amigo.
18 Quem trata de sua figueira, comerá seu fruto; quem cuida do seu senhor, será honrado.
18 Quem quer que cuide da figueira comerá seu fruto; assim também, aquele que esperar pelo seu senhor será honrado.
19 Como o reflexo do rosto na água, assim é o coração do homem para o homem.
19 Como na água a face corresponde à face, assim também, o coração do homem ao homem.
20 A morada dos mortos e o abismo nunca se enchem; assim os olhos do homem são insaciáveis.
20 O inferno e a destruição nunca estão cheios; assim também, os olhos do homem nunca estão satisfeitos.
21 Há um crisol para a prata, um forno para o ouro; assim o homem {é provado} pela sua reputação.
21 Como o crisol é para a prata, e a fornalha para o ouro; assim é um homem para o seu louvor.
22 Ainda que pisasses o insensato num triturador, entre os grãos, com um pilão, sua loucura não se separaria dele.
22 Mesmo que tritures um tolo num pilão entre o trigo com um pistilo, ainda assim, sua tolice não se apartará dele.
23 Certifica-te bem do estado do teu gado miúdo; atende aos teus rebanhos,
23 Sê tu diligente para conhecer o estado de teus rebanhos, e olha bem para as tuas manadas.
24 porque a riqueza não é eterna e a coroa não permanece de geração em geração.
24 Porque as riquezas não são para sempre; e a coroa dura em todas as gerações?
25 Quando se abre o prado, quando brotam as ervas, uma vez recolhido o feno das montanhas,
25 O feno aparece, e a grama tenra se mostra, e as ervas dos montes se juntam.
26 tens ainda cordeiros para te vestir e bodes para pagares um campo,
26 Os cordeiros são para o teu vestir, e os bodes são o preço do campo.
27 leite de cabra suficiente para teu sustento, para o sustento de tua casa e a manutenção das tuas servas.
27 E tu terás leite de cabra o suficiente para o teu alimento, para o alimento da tua família, e para o sustento das tuas donzelas.

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