Jó 6

Leander van Ess, rev.2 (VANESS) vs ARIB

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ARIB Almeida Revisada Imprensa Bíblica
1 Und Hiob hob an und sprach:
1 Então Jó, respondendo, disse:
2 O! würde doch genau gewogen mein Gram; und mein Elend in der Schale aufsteigen sämmtlich!
2 Oxalá de fato se pesasse a minha mágoa, e juntamente na balança se pusesse a minha calamidade!
3 Ja, schon ist's schwerer, als der Sand der Meere, darum waren meine Worte zügellos.
3 Pois, na verdade, seria mais pesada do que a areia dos mares; por isso é que as minhas palavras têm sido temerárias.
4 Dennn die Pfeile des Allmächtigen sind in mir, deren Gift trinkt meine Geist; die Schrecknisse Gottes rüsten sich wider mich.
4 Porque as flechas do Todo-Poderoso se cravaram em mim, e o meu espírito suga o veneno delas; os terrores de Deus se arregimentam contra mim.
5 Schreiet wohl der wilde Esel im jungen Grün? Oder brüllt der Stier bei seinem Futterkorn?
5 Zurrará o asno montês quando tiver erva? Ou mugirá o boi junto ao seu pasto?:
6 Isset man Geschmackloses ohne Salz? Oder ist wohl Geschmack in dem Molken?
6 Pode se comer sem sal o que é insípido? Ou há gosto na clara do ovo?
7 Was zu berühren meine Seele ekelt, das ist gleichsam meine ekele Speise.
7 Nessas coisas a minha alma recusa tocar, pois são para mim qual comida repugnante.
8 O! würde doch gewährt meine Bitte; erfüllte Gott doch meine Hoffnung!
8 Quem dera que se cumprisse o meu rogo, e que Deus me desse o que anelo!
9 Gefiel es Gott, mich zu zermalmen; möcht' er lösen seine Hand, und mich vertilgen!
9 que fosse do agrado de Deus esmagar-me; que soltasse a sua mão, e me exterminasse!
10 So wäre noch mein Trost - und jauchzen wollt' ich im schonungslosem Schmerz - daß ich nicht verleugnet die Worte des Heiligsten.
10 Isto ainda seria a minha consolação, e exultaria na dor que não me poupa; porque não tenho negado as palavras do Santo.
11 Was ist denn meine Kraft, daß ich ausharren, und was mein Ende, daß ich geduldig ertragen kann?
11 Qual é a minha força, para que eu espere? Ou qual é o meu fim, para que me porte com paciência?
12 Ist die Kraft der Steine meine Kraft? Ist mein Fleisch von Erz?
12 É a minha força a força da pedra? Ou é de bronze a minha carne?
13 Ist noch wohl eine Hülfe für mich? Ist nicht die Rettung entflohen von mir?
13 Na verdade não há em mim socorro nenhum. Não me desamparou todo o auxílio eficaz?
14 Dem Unglücklichen gebührt von seinem Freunde Mitleid, sonst verläßt er die Furcht des Allmächtigen.
14 Ao que desfalece devia o amigo mostrar compaixão; mesmo ao que abandona o temor do Todo-Poderoso.
15 Meine Brüder sind treulos wie ein Bach; gleich dem Bache in Thälern verinnen sie,
15 Meus irmãos houveram-se aleivosamente, como um ribeiro, como a torrente dos ribeiros que passam,
16 getrübt von Eis, in die sich entzogen der Schnee.
16 os quais se turvam com o gelo, e neles se esconde a neve;
17 Zur Zeit werden sie aufgelöst, und zergehen, bei der Hitze verschwinden sie von ihrer Stelle.
17 no tempo do calor vão minguando; e quando o calor vem, desaparecem do seu lugar.
18 Sie winden die Gänge ihres Laufes; sie ziehen sich hin bis zur Leere, und versiegen.
18 As caravanas se desviam do seu curso; sobem ao deserto, e perecem.
19 Es blicken umher die Reisezüge von Thema, die Wanderer von Saba harren auf sie.
19 As caravanas de Tema olham; os viandantes de Sabá por eles esperam.
20 Sie sind beschämt, daß sie getrauet; sie kommen hin, und sind getäuscht.
20 Ficam envergonhados por terem confiado; e, chegando ali, se confundem.
21 So seyd ihr jetzt zu Nichts geworden; ihr sehet den Schrecken und fürchtet.
21 Agora, pois, tais vos tornastes para mim; vedes a minha calamidade e temeis.
22 Habe ich denn gesprochen: "Theilet mit mir, und von eurer Habe schenket mir!"
22 Acaso disse eu: Dai-me um presente? Ou: Fazei-me uma oferta de vossos bens?
23 Oder: "Rettet mich aus der Hand des Feindes; und aus der Hand der Wüteriche kauft mich los!"
23 Ou: Livrai-me das mãos do adversário? Ou: Resgatai-me das mãos dos opressores ?
24 Belehret mich, und ich willschweigen; und worin ich geirret, beweiset mir!
24 Ensinai-me, e eu me calarei; e fazei-me entender em que errei.
25 Wie kräftig sind die Worte der Wahrheit! Aber was beweisen eure Verweise?
25 Quão poderosas são as palavras da boa razão! Mas que é o que a vossa argüição reprova?
26 Gedenket ihr Worte zu tadeln? Dann sind für den Wind vergebliche Worte.
26 Acaso pretendeis reprovar palavras, embora sejam as razões do desesperado como vento?
27 Fürwahr! über eine Waise fallet ihr her, und grabet eine Grube eurem Freunde.
27 Até quereis lançar sortes sobre o órfão, e fazer mercadoria do vosso amigo.
28 Doch seyd so gut, euch zu mir zu wenden. Ja, vor eurem Angesichte, ich lüge nicht!
28 Agora, pois, por favor, olhai para, mim; porque de certo à vossa face não mentirei.
29 Redet doch wieder, es wird sich kein Unrecht finden; ja, redet wieder, noch ist das Recht für mich.
29 Mudai de parecer, peço-vos, não haja injustiça; sim, mudai de parecer, que a minha causa é justa.
30 Sollte auf meiner Zunge Unrecht seyn? Sollte mein Gaumen nicht fühlen das Elend?
30 Há iniqüidade na minha língua? Ou não poderia o meu paladar discernir coisas perversas?

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