Salmos 109

Sociedade Bíblica Britânica (TB) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Ó Deus do meu louvor, não te cales;
1 Ó Deus do meu louvor, não te cales!
2 Porque eles abrem contra mim boca iníqua e cheia de dolo, Contra mim falam com língua mentirosa.
2 Pois contra mim se abriram lábios maldosos e fraudulentos; com língua mentirosa falam contra mim.
3 Cercam-me também com palavras de ódio, E sem causa fazem-me guerra.
3 Cercam-me com palavras odiosas e me atacam sem motivo.
4 Em troca do meu amor tornam-se os meus adversários. Mas eu me dedico à oração.
4 Em paga do meu amor, me hostilizam; eu, porém, oro.
5 Retribuíram-me o mal pelo bem, E o ódio pelo amor que lhes tenho.
5 Pagaram-me o bem com o mal; o amor, com ódio.
6 Coloca sobre ele um homem perverso, E esteja à sua direita um adversário.
6 Suscita contra ele um ímpio, e que à sua direita esteja um acusador.
7 Quando ele for julgado, saia condenado; E em pecado se lhe torne a sua súplica.
7 Quando o julgarem, que ele seja condenado; e que a oração dele seja tida como pecado.
8 Sejam poucos os seus dias; E tome outro o seu ofício.
8 Sejam poucos os seus dias, e outro tome o seu encargo.
9 Fiquem órfãos os seus filhos, E viúva, sua mulher.
9 Fiquem órfãos os seus filhos, e viúva, a sua esposa.
10 Andem errantes seus filhos, e mendiguem; E esmolem longe das suas habitações arruinadas.
10 Andem errantes os seus filhos e mendiguem; e sejam expulsos das ruínas de suas casas.
11 Que um credor arme laço a tudo quanto tem; Esbulhem-no estranhos do fruto do seu trabalho.
11 Que um credor se aposse de tudo o que ele tem; que estranhos saqueiem o fruto do seu trabalho.
12 Não haja quem lhe estenda benignidade, Nem haja quem se compadeça de seus órfãos.
12 Ninguém tenha misericórdia dele, nem haja quem se compadeça dos seus filhos órfãos.
13 Seja extirpada a sua posteridade, Na próxima geração apague-se o seu nome.
13 Desapareça a sua posteridade, e que o seu nome se extinga na geração seguinte.
14 Seja recordada por Jeová a iniqüidade de seus pais, E não seja apagado o pecado de sua mãe.
14 Que a iniquidade de seus pais fique viva na memória do e não se apague o pecado de sua mãe.
15 Estejam eles sempre diante de Jeová, Para que ele faça desaparecer da terra a memória deles;
15 Permaneçam ante os olhos do para que faça desaparecer da terra a sua memória.
16 Porquanto não se lembrou de usar de benignidade, Mas perseguiu ao aflito e ao necessitado E ao de ânimo abatido, para lhes tirar a vida.
16 Porque ele não se lembrou de usar de misericórdia, mas perseguiu o pobre e o necessitado, bem como o quebrantado de coração, para os entregar à morte.
17 Ele amou a maldição, e ela veio ter com ele; Não teve prazer na bênção, e ela se apartou dele.
17 Amou a maldição: que ela o apanhe! Não quis a bênção: que ela se afaste dele.
18 Vestiu-se também de maldição como dum vestido, Dentro dele penetrou ela como água, E nos seus ossos como azeite.
18 Vestiu-se de maldição como de uma túnica: que ela penetre, como água, no seu interior, e nos seus ossos, como azeite.
19 Seja-lhe como vestido com que ele se cobre, E como o cinto com que sempre anda cingido.
19 Seja para ele como a roupa que o cobre e como o cinto com que sempre se cinge.
20 Da parte de Jeová é esta a recompensa dos meus adversários, E daqueles que falam mal contra a minha alma.
20 Que esta seja, da parte do a recompensa dos que me acusam e dos que falam mal de mim.
21 Mas tu, Jeová Senhor, toma a minha parte por amor do teu nome: Pois que é boa a tua benignidade, livra-me.
21 Mas tu, Senhor Deus, age por mim, por amor do teu nome; livra-me, porque é boa a tua misericórdia.
22 Porque eu sou aflito e necessitado, E dentro de mim está ferido o meu coração.
22 Porque sou pobre e necessitado e, dentro de mim, sinto ferido o coração.
23 Vou-me como a sombra que declina; Sou arrebatado como um gafanhoto.
23 Vou passando, como a sombra que declina; sou atirado para longe, como um gafanhoto.
24 Bambaleiam os meus joelhos por efeito do jejum, E a minha carne está privada de gordura.
24 De tanto jejuar, os meus joelhos vacilam, e o meu corpo definha de magreza.
25 Quanto a mim, tornei-me para eles objeto de opróbrio; Ao verem-me eles, meneiam a cabeça.
25 Tornei-me para eles objeto de zombaria; quando me veem, balançam a cabeça.
26 Ajuda-me, Jeová, Deus meu, Salva-me segundo a tua benignidade,
26 Socorre-me, Senhor , meu Deus! Salva-me segundo a tua misericórdia.
27 Para que saibam que nisto está a tua mão, Que tu, Jeová, fizeste isto.
27 Para que saibam que isso vem das tuas mãos; que tu,
28 Amaldiçoem eles, mas abençoa tu; Envergonhados sejam os que se levantam, Mas regozije-se o teu servo.
28 Amaldiçoem eles, mas tu, abençoa. Sejam envergonhados os que se levantam contra mim; alegre-se, porém, o teu servo.
29 Vistam-se de ignomínia os meus adversários, E da sua própria vergonha cubram-se como dum manto.
29 Cubram-se de vexame os meus adversários, e a sua própria vergonha os envolva como um manto.
30 Muitas graças darei a Jeová com a minha boca, E no meio da multidão o louvarei,
30 Muitas graças darei ao Senhor com os meus lábios; eu o louvarei no meio da multidão;
31 Porque ele se coloca à mão direita do necessitado, Para o salvar dos que julgam a sua alma.
31 porque ele se põe à direita do pobre, para o livrar daqueles que o condenam.

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