Apocalipse 9

A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 O quinto anjo tocou sua trombeta. Então vi um anjo mau. Ele parecia uma estrela que tinha caído do céu para a terra. A ele foi dada {Alguém lhe deu} a chave do poço que descia para o abismo.
1 Depois o quinto anjo tocou a sua trombeta, e eu vi uma estrela que tinha caído do céu na terra, e ela recebeu a chave do abismo .
2 Ele abriu o poço/corredor que dava para o abismo. Como resultado, subiu fumaça do abismo como a fumaça de uma grande fornalha. O povo foram prevenido pela fumaça {A fumaça preveniu todo mundo} de ver a luz do sol e o céu.
2 A estrela abriu o poço do abismo, e dele saiu fumaça, como se fosse de uma grande fornalha. E o sol e o ar escureceram com a fumaça que saía do abismo.
3 De dentro da fumaça saíram gafanhotos para a terra. A eles foi dado {Deus lhes deu} poder para ferirem as pessoas como os escorpiões da terra ferroam as pessoas.
3 De dentro da fumaça saíram gafanhotos, que desceram sobre a terra e receberam o mesmo poder que os escorpiões têm.
4 Os gafanhotos foram proibidos de fazer mal {Deus mandou os gafanhotos não fazerem mal} à relva da terra, nem às plantas, nem a nenhuma árvore. Ele determinou que eles ferissem somente aqueles que careciam da marca na testa que mostrava que eles pertenciam a Deus.
4 Foi dito aos gafanhotos que não fizessem estragos nas ervas, nem nas árvores, nem em qualquer outra planta; somente podiam ferir as pessoas que não tivessem a marca do sinete de Deus na testa.
5 Os gafanhotos foram proibidos de matar {Deus não permitiu que os gafanhotos matassem} as pessoas. Em vez disso, foi-lhes permitido {Ele deixou} que continuassem torturando as pessoas durante cinco meses. Ao serem torturadas, as pessoas sentiam uma dor semelhante àquela causada por um escorpião que ferroa uma pessoa.
5 Os gafanhotos não tiveram permissão para matar essas pessoas; eles podiam apenas torturá-las durante cinco meses. A dor que causavam nessa tortura era como a dor da picada de um escorpião.
6 Durante o período em que os gafanhotos tiverem licença de torturar os rebeldes, a dor será tão aguda que as pessoas desejarão morrer, mas não haverá maneira [PRS] de morrerem. Vão querer morrer, mas não poderão morrer [PRS].
6 Naqueles cinco meses as pessoas procurarão a morte, mas não a encontrarão; vão querer morrer, mas a morte fugirá delas.
7 Os gafanhotos pareciam cavalos armados para a batalha. Na cabeça tinham objetos parecidos com coroas de ouro. A cara deles parecia o rosto dos seres humanos.
7 Os gafanhotos pareciam cavalos prontos para a batalha. Na cabeça tinham uma coisa parecida com uma coroa de ouro, e a cara deles era como o rosto de um ser humano.
8 Tinham cabelos compridos como a cabeleira comprida das mulheres. Os dentes deles eram fortes/destrutivos como dentes de leão.
8 Os seus cabelos eram como cabelos de mulher, e os dentes eram como dentes de leão.
9 Levavam couraças que pareciam escudos de ferro. Quando eles voavam, as asas deles faziam um barulho como o barulho de muitas carruagens quando os cavalos que as puxam correm para a batalha.
9 As suas couraças eram parecidas com couraças de ferro, e o barulho das suas asas era como o barulho de carros puxados por muitos cavalos quando correm para a batalha.
10 Eles tinham caudas como caudas de escorpiões, com as quais ferroavam as pessoas. O poder de ferirem as pessoas durante aqueles cinco meses estava na cauda deles.
10 Os gafanhotos tinham rabos e ferrões como os de escorpiões, e era com os rabos que tinham o poder de ferir as pessoas por cinco meses.
11 O rei que os governava era um anjo do abismo. O nome dele, na língua hebraica, é Abadom. Na língua grega ele se chama Apoliom. Ambos nomes significam Destruidor.
11 Eles tinham um rei que os governava, que era o anjo que toma conta do abismo. O seu nome em hebraico é Abadom e em grego é Apolião (isso quer dizer “O Destruidor”).
12 Assim terminou o primeiro evento trágico. Saibam, porém, que há mais dois que ainda vêm.
12 O primeiro “ai” já passou. Depois disso dois outros “ais” devem vir ainda.
13 O sexto anjo tocou sua trombeta. Então ouvi uma voz dos quatro cantos do altar de ouro que fica na presença de Deus.
13 Então o sexto anjo tocou a sua trombeta, e eu ouvi uma voz que vinha dos quatro cantos do altar de ouro que está diante de Deus.
14 A voz dizia ao sexto anjo, aquele que tinha a trombeta: “Solte os quatro anjos que estão presos {que prendi} no grande rio Eufrates”.
14 E ao sexto anjo, que tinha nas mãos a trombeta, a voz disse: — Solte os quatro anjos que estão amarrados perto do grande rio Eufrates !
15 Os quatro anjos foram soltos, aqueles que tinham sido guardados {Ele soltou os quatro anjos, os quais Deus tinha guardado} para aquela exata hora daquele dia, daquele mês e daquele ano. Eles foram soltos {Ele os soltou} para que eles pudessem capacitar sua cavalaria a matar uma terça parte dos seres humanos rebeldes.
15 Os quatro anjos foram soltos. Eles estavam preparados para essa hora, dia, mês e ano a fim de matar a terça parte da humanidade.
16 O número das tropas montados em cavalos, que assim fizeram, foi de 200.000.000. Ouvi alguém dizer quantas houve.
16 E me foi dito que os soldados a cavalo eram duzentos milhões.
17 Na visão vi o aspecto dos cavalos e dos seres que neles montavam. Eles vestiam couraças vermelhas como fogo, de azul-escuro como fumaça e amarelas como enxofre. A cabeça dos cavalos era parecida com a cabeça dos leões. Da boca deles saíam fogo, fumaça e vapores de enxofre que ardia.
17 Na minha visão vi os cavalos e os seus cavaleiros. Os cavaleiros tinham no peito couraças vermelhas como fogo, azuis como safira e amarelas como enxofre. A cabeça dos cavalos era como cabeça de leão, e da boca deles saía fogo, fumaça e enxofre.
18 Uma terça parte do povo rebelde foi morta pelo fogo, a fumaça, e pelo enxofre ardente da boca dos cavalos {Esses três elementos—o fogo, a fumaça e o enxofre ardente—da boca dos cavalos mataram a terça parte dos seres rebeldes}.
18 A terça parte da humanidade foi morta por estas três pragas: o fogo, a fumaça e o enxofre que saíam da boca dos cavalos.
19 O poder dos cavalos estava na boca e na cauda deles. As caudas tinham cabeças como cobras, pelas quais fazem mal às pessoas.
19 Pois o poder dos cavalos está na boca deles e também no rabo. O rabo parecia uma cobra com a cabeça na ponta dele, e com ele os cavalos feriam o povo.
20 Os demais rebeldes, que não foram mortos pelo fogo e a fumaça e o enxofre ardente {a quem o fogo, a fumaça e o enxofre ardente não mataram} não se arrependeram do seu comportamento pecaminoso. Eles não deixaram de adorar os ídolos feitos com as próprias mãos. Eles não quiseram deixar de cultuar os demônios e ídolos feitos de ouro, prata, bronze, pedra e de madeira, mesmo sendo estes apenas ídolos que nem podem ver, nem ouvir, nem andar.
20 O resto da humanidade, isto é, todos os que não tinham sido mortos por essas pragas, não abandonou aquilo que eles haviam feito com as suas próprias mãos : eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar.
21 Eles não deixaram de assassinar outras pessoas, nem de praticar feitiçaria, nem de agir de uma forma sexualmente imoral, nem de roubar as posses das demais pessoas.
21 Também não se arrependeram dos seus crimes de morte, nem das suas feitiçarias, nem da sua imoralidade sexual, nem dos seus roubos.

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