Jó 13

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 “Vi tudo isso com os próprios olhos; ouvi com os próprios ouvidos, e agora entendo.
1 “Eis que os meus olhos viram tudo isso, e os meus ouvidos o ouviram e entenderam.
2 O que vocês sabem, eu também sei; não são melhores que eu.
2 O que vocês sabem eu também sei; em nada sou inferior a vocês.
3 Quero falar diretamente com o Todo-poderoso, quero defender minha causa diante de Deus.
3 Mas falarei ao Todo-Poderoso e quero defender-me diante de Deus.
4 Vocês me difamam com mentiras; são médicos incapazes de curar.
4 Vocês, porém, cobrem a verdade com mentiras; todos vocês são médicos que não valem nada.
5 Se ao menos se calassem! É a atitude mais sábia que poderiam tomar.
5 Quem dera vocês ficassem completamente calados! Vocês poderiam passar por sábios!”
6 Ouçam minha defesa, prestem atenção a meus argumentos.
6 “Ouçam agora a minha defesa e prestem atenção aos argumentos dos meus lábios.
7 “Vocês querem defender Deus com mentiras? Apresentam argumentos desonestos em nome dele?
7 Será que vão dizer perversidades em favor de Deus? Vão dizer mentiras a favor dele?
8 Distorcem seu testemunho em favor dele? Acaso são advogados de Deus?
8 Serão parciais por ele? Argumentarão a favor de Deus?
9 O que acontecerá quando ele decidir investigá-los? Conseguirão enganá-lo como enganam qualquer pessoa?
9 Por acaso, seria bom se ele os examinasse? Ou vocês zombariam dele, como zombam das pessoas?
10 Não! Certamente ele os repreenderá se distorcerem às escondidas seu testemunho em favor dele.
10 Ele certamente os repreenderá, se em oculto forem parciais.
11 Acaso a majestade dele não os aterrorizará? O terror dele não cairá sobre vocês?
11 A grandeza dele não os amedrontaria? E o terror dele não cairia sobre vocês?
12 Suas frases feitas valem tanto quanto cinzas; sua defesa é fraca como um pote de barro.
12 As máximas de vocês são provérbios de cinza; as defesas de vocês são muralhas de barro.”
13 “Calem-se e deixem-me em paz! Permitam-me falar, e eu arcarei com as consequências.
13 “Calem-se diante de mim, e eu falarei; que venha sobre mim o que vier.
14 Sim, porei minha vida em risco e direi o que penso de fato.
14 Tomarei a minha carne nos meus dentes e porei a minha vida nas minhas mãos.
15 Ainda que Deus me mate, ele é minha única esperança; apresentarei a ele minha causa.
15 Eis que ele me matará, já não tenho esperança; mesmo assim defenderei a minha conduta diante dele.
16 Isto, porém, é o que me salvará: não sou ímpio; se o fosse, não poderia me colocar diante dele.
16 Também isto será a minha salvação: o fato de um ímpio não comparecer diante dele.
17 “Escutem bem o que vou dizer, ouçam-me com atenção.
17 Ouçam com atenção as minhas palavras e escutem a minha exposição.
18 Preparei minha defesa; serei declarado inocente.
18 Tenho já bem-encaminhada minha causa e estou certo de que serei justificado.”
19 Quem pode discutir comigo a esse respeito? E, se provarem que estou errado, me calarei e morrerei.”
19 “Quem há que possa entrar em litígio comigo? Se houver, eu fico calado e morro.
20 “Ó Deus, concede-me estas duas coisas, e não me esconderei de ti.
20 Concede-me somente duas coisas, ó Deus, e assim não me esconderei de ti:
21 Remove tua mão de cima de mim e não me assustes com tua temível presença.
21 tira a tua mão de cima de mim, e não me amedronte o teu terror.”
22 Chama-me, e eu responderei; ou permita que eu fale e responde-me.
22 “Interpela-me, e eu responderei; ou deixa-me falar, e tu responderás.
23 Diga-me, o que fiz de errado? Mostra-me minha rebeldia e meu pecado.
23 Quantas culpas e pecados tenho eu? Mostra-me a minha transgressão e o meu pecado.”
24 Por que te afastas de mim? Por que me tratas como teu inimigo?
24 “Por que escondes o teu rosto e me consideras teu inimigo?
25 Atormentarias uma folha soprada pelo vento? Perseguirias a palha seca?
25 Queres aterrorizar uma folha levada pelo vento? E perseguirás a palha seca?”
26 “Escreves acusações amargas contra mim e trazes à tona os pecados de minha juventude.
26 “Pois decretas contra mim coisas amargas e me atribuis as culpas da minha mocidade.
27 Prendes meus pés com correntes, vigias todos os meus caminhos e examinas todas as minhas pegadas.
27 Também prendes os meus pés com correntes, observas todos os meus caminhos e traças limites à planta dos meus pés,
28 Eu me consumo como madeira que apodrece, como roupa comida pela traça.”
28 apesar de eu ser como uma coisa podre que se consome e como a roupa que é comida pela traça.”

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