Salmos 109

Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2000) vs ARIB

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ARIB Almeida Revisada Imprensa Bíblica
1 Eu te louvo, ó Deus. Não fiques assim silencioso.
1 Ó Deus do meu louvor, não te cales;
2 Os maus e os mentirosos falam contra mim e me caluniam.
2 pois a boca do ímpio e a boca fraudulenta se abrem contra mim; falam contra mim com uma língua mentirosa.
3 Eles dizem coisas terríveis a meu respeito e me atacam sem motivo nenhum.
3 Eles me cercam com palavras de ódio, e pelejam contra mim sem causa.
4 Eles me acusam, embora eu os ame e tenha orado por eles.
4 Em paga do meu amor são meus adversários; mas eu me dedico à oração.
5 Eles pagam o bem com o mal e o amor, com o ódio.
5 Retribuem-me o mal pelo bem, e o ódio pelo amor.
6 Ó Deus, escolhe um juiz corrupto para julgar o meu inimigo, e que o seu acusador seja um dos seus inimigos!
6 Põe sobre ele um ímpio, e esteja à sua direita um acusador.
7 Quando for julgado, que ele seja condenado! Que até a sua oração seja considerada como pecado!
7 Quando ele for julgado, saia condenado; e em pecado se lhe torne a sua oração!
8 Que o meu inimigo morra logo, e que outra pessoa faça o trabalho que ele fazia!
8 Sejam poucos os seus dias, e outro tome o seu ofício!
9 Que os seus filhos fiquem órfãos, e que a sua mulher fique viúva!
9 Fiquem órfãos os seus filhos, e viúva a sua mulher!
10 Que os seus filhos fiquem sem lar e sejam mendigos! Que sejam expulsos das casas em ruínas, onde moram!
10 Andem errantes os seus filhos, e mendiguem; esmolem longe das suas habitações assoladas.
11 Que tudo o que o meu inimigo tem seja tomado como pagamento das suas dívidas! E que estranhos fiquem com o que ele conseguiu com o seu esforço!
11 O credor lance mão de tudo quanto ele tenha, e despojem-no os estranhos do fruto do seu trabalho!
12 Que ninguém seja bom para ele, e que não haja quem cuide dos seus filhos órfãos!
12 Não haja ninguém que se compadeça dele, nem haja quem tenha pena dos seus órfãos!
13 Que todos os seus descendentes morram logo, e que o seu nome seja esquecido em pouco tempo!
13 Seja extirpada a sua posteridade; o seu nome seja apagado na geração seguinte!
14 Que o Senhor Deus nunca esqueça dos pecados da sua mãe e sempre lembre da maldade dos seus antepassados!
14 Esteja na memória do Senhor a iniqüidade de seus pais; e não se apague o pecado de sua mãe!
15 Que o Senhor lembre sempre dos pecados deles, porém que eles mesmos sejam completamente esquecidos!
15 Antes estejam sempre perante o Senhor, para que ele faça desaparecer da terra a memória deles!
16 Pois esse homem nunca pensou em fazer o bem, mas perseguiu e matou o pobre, o necessitado e o desamparado.
16 Porquanto não se lembrou de usar de benignidade; antes perseguiu o varão aflito e o necessitado, como também o quebrantado de coração, para o matar.
17 Ele gostava de amaldiçoar: que a maldição caia sobre ele! Ele não gostava de abençoar: que ninguém o abençoe!
17 Visto que amou a maldição, que ela lhe sobrevenha! Como não desejou a bênção, que ela se afaste dele!
18 Para ele, era tão fácil amaldiçoar como se vestir. Que as suas maldições entrem nele como água e cheguem até os seus ossos como azeite!
18 Assim como se vestiu de maldição como dum vestido, assim penetre ela nas suas entranhas como água, e em seus ossos como azeite!
19 Que as maldições nunca o larguem! Que seja como a roupa que o cobre e como o cinto que ele usa!
19 Seja para ele como o vestido com que ele se cobre, e como o cinto com que sempre anda cingido!
20 Ó Senhor Deus, paga assim aos meus inimigos e aos que falam mal de mim!
20 Seja este, da parte do Senhor, o galardão dos meus adversários, e dos que falam mal contra mim!
21 Mas, quanto a mim, ó ajuda-me como prometeste e livra-me, pois és bom e amoroso!
21 Mas tu, ó Deus, meu Senhor age em meu favor por amor do teu nome; pois que é boa a tua benignidade, livra-me;
22 Eu sou pobre e necessitado; estou ferido no fundo do coração.
22 pois sou pobre e necessitado, e dentro de mim está ferido o meu coração.
23 Vou me acabando como a sombra do anoitecer; sou levado pelo vento como se eu fosse um inseto.
23 Eis que me vou como a sombra que declina; sou arrebatado como o gafanhoto.
24 De tanto eu jejuar, os meus joelhos tremem, e o meu corpo é pele e osso.
24 Os meus joelhos estão enfraquecidos pelo jejum, e a minha carne perde a sua gordura.
25 Quando os outros me veem, caçoam de mim e, zombando, balançam a cabeça.
25 Eu sou para eles objeto de opróbrio; ao me verem, meneiam a cabeça.
26 Ajuda-me, ó Senhor , meu Deus! Salva-me por causa do amor que tens por mim.
26 Ajuda-me, Senhor, Deus meu; salva-me segundo a tua benignidade.
27 Que os meus inimigos fiquem sabendo que és tu que me salvas!
27 Saibam que nisto está a tua mão, e que tu, Senhor, o fizeste.
28 Eles podem me amaldiçoar, mas tu me abençoarás. Que os meus perseguidores sejam derrotados, e que eu, que sou teu fique alegre!
28 Amaldiçoem eles, mas abençoa tu; fiquem confundidos os meus adversários; mas alegre-se o teu servo!
29 Que sobre os meus inimigos caia a desgraça, e que a humilhação os cubra como roupa!
29 Vistam-se de ignomínia os meus acusadores, e cubram-se da sua própria vergonha como dum manto!
30 Em voz alta, darei graças a Deus, o eu o louvarei na reunião do povo
30 Muitas graças darei ao Senhor com a minha boca;
31 porque ele defende o pobre para salvá-lo daqueles que o condenam à morte.
31 Pois ele se coloca à direita do poder, para o salvar dos que o condenam.

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