Provérbios 17

Ị́jọ́ Úꞌdí rĩ (LUC) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Ĩꞌdi múké íná ĩsá ị̃gbẹ́ rĩ najó ásị́ ị̃gbẹ̃ sĩ ãzíla ịjọjọŋá kóru
1 Melhor é um bocado seco e tranquilidade do que a casa farta de carnes e contendas.
2 Ãtíꞌbó ũndũwã trũ rĩ la adru úpí ru úpí ngọ́pị drị̃nzá ajílépi rĩ drị̃lẹ́ gá;
2 O escravo prudente dominará sobre o filho que causa vergonha e, entre os irmãos, terá parte na herança.
3 Ála gólũdĩ kí ụ̃ꞌbị̃ sílĩvã be ãcí sĩ,
3 O crisol prova a prata, e o forno, o ouro; mas aos corações prova o
4 ꞌBá ị́jọ́ ũnzí idélépi rĩ kí ị́jọ́ are ꞌbá ũnzí rĩ kí tị gá;
4 O malfazejo atenta para o lábio iníquo; o mentiroso inclina os ouvidos para a língua maligna.
5 ꞌBá ꞌbá lẽmẽrí rĩ kí gụlépi rĩ la Ãdróŋá kí ũꞌbãlépi rĩ uꞌdá,
5 O que escarnece do pobre insulta ao que o criou; o que se alegra da calamidade não ficará impune.
6 Anzị ꞌbã áyị́pịka kí ru ũnũ anzị ĩꞌbadrị́ kí ꞌbã anzị kî sĩ,
6 Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são os pais.
7 ꞌBá azalépi aza-azâ rĩ tị gá ị́jọ́ ãlá rĩ ãfũ ku,
7 Ao insensato não convém a palavra excelente; quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso!
8 ꞌBá mịfị́ sajó séndẽ sĩ rĩ ĩꞌdi ꞌbá ãzí rĩ ꞌbaní cécé írúwá áni,
8 Pedra mágica é o suborno aos olhos de quem o dá, e para onde quer que se volte terá seu proveito.
9 ꞌBá ꞌbá ãzí ꞌbã ị́jọ́ ũnzí trũlépi rĩ la lẽtáŋá ndrụ̃,
9 O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos.
10 Uzájó ꞌbá ị́jọ́ vãlépi rá rĩ drị̃ gá rĩ la ĩꞌdi ãzã ko múké,
10 Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato.
11 ꞌBá ũnzí rĩ la mvu drị̃lẹ́ ĩꞌdidrị̂ rụ́ rĩ sĩ rá,
11 O rebelde não busca senão o mal; por isso, mensageiro cruel se enviará contra ele.
12 Drị̃ ụfụjó ụ̃bọ̃gụ̃ mváŋá la ꞌdụjó rá rĩ be rĩ,
12 Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia.
13 ꞌBá ị́jọ́ múké rĩ ãrígó tị ũfẽlépi ị́jọ́ ũnzí sĩ rĩ,
13 Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa.
14 Ãwãŋá iꞌdóŋá ĩꞌdi cécé ị̃yị́ tị̃lépi ãngũ ãlu gá ãmbógó rĩ ꞌbã tị nzị̃jó rĩ áni.
14 Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas.
15 ꞌBá ị́jọ́ ũnzí idélépi rĩ aꞌbejó rĩ ãzíla ꞌbá múké rĩ drị̃ gá ị́jọ́ ũnzí lịjó rĩ be
15 O que justifica o perverso e o que condena o justo abomináveis são para o
16 Ála séndẽ fẽ ꞌbá azalépi aza-azâ rĩ drị́ gá sĩ ị́jọ́ ụ̃nị̃jó íngoní ru,
16 De que serviria o dinheiro na mão do insensato para comprar a sabedoria, visto que não tem entendimento?
17 Wọ̃rị́ la ꞌbá lẽ ụ́ꞌdụ́ pírí sĩ lẽlẽ,
17 Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.
18 ꞌBá ị́jọ́ nị̃lépi ku rĩ la drị́ tị̃ ĩꞌdi ꞌbã jĩránĩ ní sĩ dẹ́nọ̃ aꞌdụ́jó ãzíla ĩꞌdi pá tu gúrã rú.
18 O homem falto de entendimento compromete-se, ficando por fiador do seu próximo.
19 ꞌBá ãwãŋá lẽlépi rĩ lẽ ị́jọ́ ũnzí,
19 O que ama a contenda ama o pecado; o que faz alta a sua porta facilita a própria queda.
20 ꞌBá ásị́ mũlũmbẽ rú rĩ icó ị́jọ́ múké rĩ kí ịsụ́lé ku;
20 O perverso de coração jamais achará o bem; e o que tem a língua dobre vem a cair no mal.
21 Ngọ́tị́ŋá ũndũwá kóru rĩ la átẹ́pị̃ ní ũcõgõ ají;
21 O filho estulto é tristeza para o pai, e o pai do insensato não se alegra.
22 Ásị́ ãyĩkõ rú rĩ ĩꞌdi írúwá múké rĩ;
22 O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos.
23 ꞌBá ũnzí rĩ la ãko sĩ ꞌbá mịfị́ sajó rĩ ãꞌị̃ ũní-ũní ru;
23 O perverso aceita suborno secretamente, para perverter as veredas da justiça.
24 ꞌBá ị́jọ́ vãlépi rá rĩ la ũndũwã ꞌbã drị̃lẹ́ gá;
24 A sabedoria é o alvo do inteligente, mas os olhos do insensato vagam pelas extremidades da terra.
25 Ngọ́tị́ŋá azalépi aza-azâ rĩ la ũcõgõ fẽ átẹ́pị̃ ní nĩ;
25 O filho insensato é tristeza para o pai e amargura para quem o deu à luz.
26 ꞌBá ị́jọ́ kóru rĩ ní drị̃rịma fẽjó rĩ adru múké ku;
26 Não é bom punir ao justo; é contra todo direito ferir ao príncipe.
27 ꞌBá ị́jọ́ nị̃lépi rá rĩ jọ ị́jọ́ mị́rị̃ rú ku;
27 Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência.
28 ꞌBá azalépi aza-azâ rĩ drĩ ĩyãŋã tú, ála ũrã la ĩꞌdi ũndũwã trũ;
28 Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por sábio.

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