Gênesis 38

Firim fafu fal Aláemit (BQJ) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Gannay gaugu, Yuda nahat bo gutiol min áuy mbal ésuh ece yo guvoge me Adulam. Narobo bo ni abugeol ace, gajaol Hira.
1 Aconteceu, por esse tempo, que Judá se afastou de seus irmãos e se hospedou na casa de um adulamita, chamado Hira.
2 Najuh bo bájur ace áine gajaol Ĉua, ala Kanaan. Nayabol n’gurobo.
2 Ali Judá viu a filha de um cananeu, chamado Sua; ele a tomou por mulher e teve relações com ela.
3 Nateb ak’aalen nabaj júᵽur. Yuda nakan jo gajow gagu gaa Er.
3 A mulher ficou grávida e deu à luz um filho, e Judá lhe deu o nome de Er.
4 Nabbañ ateb nabaj júᵽur jice navoh jo Onan.
4 Ela ficou grávida outra vez e deu à luz um filho, a quem ela deu o nome de Onã.
5 Ᵽúrto, nabaj júᵽur jífaten navoh jo Ĉela. No nabugei me, Yuda o baamer Kesib.
5 Mais uma vez ela ficou grávida e deu à luz outro filho, a quem ela chamou de Selá. Ela estava em Quezibe quando o teve.
6 No áᵽurol afamma aamme Er, aak me, ᵽayol naliᵽol anaare gajaol Tamar.
6 Judá tomou uma esposa para Er, o seu primogênito; o nome dela era Tamar.
7 Bare buroŋ Er búsumut Atúla, mo kane nakanol naĉet.
7 No entanto, Er, o primogênito de Judá, era mau aos olhos do Senhor , e por isso o Senhor fez com que ele morresse.
8 Ñer Yuda naah Onan : « Núarie usen atii aĉet me uñil, ñer uk’utunol. »
8 Então Judá disse a Onã: — Tenha relações com a mulher do seu irmão, cumpra a obrigação de cunhado e dê uma descendência ao seu irmão.
9 Bare Onan naffase búoh añil ahumu guñumutol ejoh ti ola ; yo eĉil me, guke me búnogen, nain nahat eugilol elo n’ettam, mamu jamb’asen atiol añil.
9 Mas Onã sabia que o filho não seria considerado seu. Por isso, todas as vezes que tinha relações com a mulher de seu irmão deixava o sêmen cair na terra, para não dar descendência a seu irmão.
10 Bakaner baubu búsumut Atúla, min akanol may naĉet.
10 Isso, porém, que fazia, era mau aos olhos do Senhor , e por isso fez com que também este morresse.
11 Ñer Yuda naah ásabulol Tamar : « Aw nemme ubajut ánaine, ubbañ mbaa ᵽai min uirigen Ĉela nákanul anafan. » Mata n’gaᵽinorol náholiholi jambi Ĉela aĉet ti gutiol. Ñer Tamar nabbañ bi yaŋ ᵽayol.
11 Então Judá disse a Tamar, sua nora: — Continue viúva na casa de seu pai, até que Selá, meu filho, cresça. Pois Judá pensava assim: “É para que não morra também este, como os seus irmãos.” Assim, Tamar se foi, passando a morar na casa do pai dela.
12 Ᵽúrto ᵽio bo, bájur Ĉua aamme aar Yuda naĉet. No ñuhul ñañu ñígat me, Yuda naŋar abugeol Hira ala Adulam, min gujaor mbaa Timina bi eke bujuh úciga bufal ubbarumol.
12 Algum tempo depois morreu a mulher de Judá, que era filha de Sua. Quando terminou o período de luto, Judá foi até onde estavam os tosquiadores de suas ovelhas, em Timna, ele e seu amigo Hira, o adulamita.
13 Ni baj an aah Tamar : « Ᵽay áini umu n’eke écih bufal ubbarumol baubu Timina. »
13 E alguém foi dizer a Tamar: — Eis que o seu sogro está a caminho de Timna, para tosquiar as ovelhas.
14 Ñer Tamar náᵽuren wañol waa ñuhul akano uce, aban nafut buulol jambi an affasol. Nak’arobo ni fukaen fafu faa Timina galam bújalingenor babu bal Enaim. Najuh maagen búoh Ĉela maer naake, ban Yuda asenutol o.
14 Então ela tirou as suas roupas de viúva, e, cobrindo-se com um véu, se disfarçou e se sentou à entrada de Enaim, no caminho de Timna. Porque ela sabia que Selá já era homem, e ela não lhe havia sido dada por mulher.
15 Yuda no najugol me, najogol ejanjaŋ-bulago, min afut me buulol ;
15 Quando Judá a viu, pensou que se tratava de uma prostituta, pois ela havia coberto o rosto.
16 affasut búoh dáru ásabulol. Ñer nak’atogol bo n’galam bulago babu min aagol : « Ujaa ufiya ! » Naagol : « Wa ᵽan usenom ? »
16 Então se dirigiu a ela no caminho e lhe disse: — Venha, quero ter relações com você! Acontece que ele não sabia que ela era a sua nora. Ela respondeu: — O que você me dá para ter relações comigo?
17 Yuda naagol : « Ᵽan iboñuli jíjehel jal ekoreom. » Naagol : « Yoo, bare umundum ᵽan uhalom tale waf uce. »
17 Ele respondeu: — Eu mando para você um cabrito do meu rebanho. Ela perguntou: — Você deixa comigo alguma garantia até mandar o cabrito?
18 Naagol : « Wa numaŋe ? » Naagol : « Usenom eĉelai yáamumma, ganew yo ni ᵽoᵽ fijigumi. » Yuda nasenol so ᵽe min guke gufilo, ban naŋar far.
18 Ele respondeu: — Que garantia posso deixar com você? Ela disse: — O seu selo, o seu cordão e o cajado que você tem na mão. Ele lhe deu os objetos, teve relações com ela, e ela ficou grávida dele.
19 Ñer Tamar nabbañ bi yaŋol nafululo, aban nabbañ asimo wañol waa gúnigo.
19 Tamar se levantou e foi embora. Tirou o véu e pôs outra vez as suas roupas de viúva.
20 Yuda naboñ abugeol Hira ala Adulam min ájaenum jíjehel jaju ti gulob me ; tima mb’áju áyabul wafol wo nahatulo me. Bare abugeol no naĉih bo me, abbañut ajuh aare ahu.
20 Judá enviou o cabrito, por meio do adulamita, seu amigo, para reaver a garantia que tinha deixado com a mulher, mas ele não a encontrou.
21 Naroren bugal Enaim : « Ejanjaŋ-bulago yay yaamen me tautu n’galam bulago babu, uyela ? » N’guogol : « Músut baj taute ejanjaŋ-bulago. »
21 Então o amigo de Judá perguntou aos homens daquele lugar: — Onde está a prostituta cultual que costumava ficar junto ao caminho de Enaim? Responderam: — Aqui não havia nenhuma prostituta cultual.
22 Nábbañul ak’atoh Yuda naagol : « Aare ahumu ijugutol. Hani gaĉin bo me, guogom tiñ tautu músut baj to ejanjaŋ-bulago. »
22 Ele voltou a Judá e disse: — Não encontrei a mulher. E além disso os homens do lugar me disseram que lá nunca houve nenhuma prostituta cultual.
23 Ñer Yuda naagol : « Wañ waw ñer abaŋ wo. Jamb’uoᵽoroa ñusu. Niboñene jíjehelom, ban aw ubbañut ujuh aare ahumu. »
23 Judá respondeu: — Que ela fique com aquelas coisas para si, para que não venhamos a passar vergonha. Eis que mandei o cabrito, mas você não encontrou a mulher.
24 No gueñ gúfaji gúgat me, n’gúkail guoh Yuda : « Asábuli Tamar etey ñawuy náᵽure ak’aŋar far. » Yuda naah : « Jujogol jisaen maroŋe ! »
24 Passados quase três meses, foram dizer a Judá: — A sua nora Tamar se prostituiu, pois está grávida. Ao que Judá respondeu: — Tragam-na para fora para que seja queimada.
25 No gúᵽunneulol me tíyaŋ, naboñ guoh Yuda : « Aíne ahu aĉil me wañ wauwe, o afatenom. Mb’uluj tima nuffas ay aĉile eĉela ye, jinew je ni fíjigum fe. »
25 Quando a estavam trazendo para fora, ela mandou dizer ao sogro: — Eu estou grávida do homem a quem pertencem estas coisas. E disse mais: — Veja se reconhece de quem é este selo, este cordão e este cajado.
26 Yuda no najuh wo me, naffas wo naah : « Aare ahume nabaje maagen n’ínje, mata niarene isenol áᵽurom Ĉela ayab. » Nabbañulol áni n’gañenol, ban abbañut afilo ni o.
26 Judá os reconheceu e disse: — Ela é mais justa do que eu, porque não a dei a Selá, meu filho. E nunca mais teve relações com ela.
27 No funagol fiĉih me, n’gujuh búoh múuba najae ebaj.
27 E aconteceu que, estando ela para dar à luz, havia gêmeos no seu ventre.
28 N’epegor yay, ace ni bugo náᵽunnul jiñenol. Afan bárinay babu najoh jo aban nahoh jo bíbil bújugah naah : « Ume aamme átiar. »
28 Ao nascerem, um pôs a mão para fora, e a parteira, tomando-a, amarrou nela um fio vermelho, dizendo: — Este saiu primeiro.
29 Bare jiñil jaju n’júrur jiñen jo min jiti jo jumundum jo júᵽurul. Afan bárinay babu naah : « Bu núᵽullo me fús ! » Ñer Yuda nakanol gajow gagu gaa Ᵽeres (dóemme "éfusel").
29 Mas, recolhendo ele a mão, o outro nasceu primeiro. E a parteira disse: — Como você rompeu a saída? E lhe deram o nome de Perez.
30 Mbiban, jipajo n’júᵽurul, jo gañen jo guhogi me bíbil babu bájuh me. Yuda navoh jo Sera.
30 Depois nasceu o irmão, em cuja mão estava o fio vermelho. E lhe deram o nome de Zera.

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