Salmos 39

Almeida Revista e Corrigida (ARC, 2009) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Eu disse: Guardarei os meus caminhos para não delinquir com a minha língua; enfrearei a minha boca enquanto o ímpio estiver diante de mim.
1 Eu disse comigo mesmo: “Guardarei os meus caminhos, para não pecar com a língua; porei mordaça à minha boca, enquanto os ímpios estiverem na minha presença.”
2 Com o silêncio fiquei como mudo; calava-me mesmo acerca do bem; mas a minha dor se agravou.
2 Emudeci em silêncio, calei a respeito do bem, e a minha dor se agravou.
3 Incendeu-se dentro de mim o meu coração; enquanto eu meditava se acendeu um fogo: então falei com a minha língua. Disse:
3 O coração me ardia no peito; enquanto eu meditava, um fogo se acendeu dentro de mim. Então eu disse em voz alta:
4 Faze-me conhecer, Senhor , o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil.
4 “ Senhor , dá-me a conhecer o meu fim e qual é a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade.”
5 Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade. (Selá)
5 Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; à tua presença, o prazo da minha vida é nada. Na verdade, todo ser humano, por mais firme que esteja, é pura vaidade.
6 Na verdade, todo homem anda como uma sombra; na verdade, em vão se inquietam; amontoam riquezas e não sabem quem as levará.
6 De fato, o ser humano passa como uma sombra. Em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem ficará com eles.
7 Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti.
7 E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança.
8 Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opróbrio dos loucos.
8 Livra-me de todas as minhas iniquidades; não permitas que os insensatos zombem de mim.
9 Emudeci; não abro a minha boca, porquanto tu o fizeste.
9 Emudeço, não abro os lábios porque tu fizeste isso.
10 Tira de sobre mim a tua praga; estou desfalecido pelo golpe da tua mão.
10 Tira de sobre mim o teu flagelo; pelo golpe de tua mão, estou perecendo.
11 Se com repreensões castigas alguém, por causa da iniquidade, logo destróis, como traça, a sua beleza; de sorte que todo homem é vaidade. (Selá)
11 Quando castigas alguém com repreensões, por causa do pecado, destróis nele, como traça, o que tem de precioso. De fato, o ser humano é pura vaidade.
12 Ouve, Senhor , a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou para contigo como um estranho, e peregrino como todos os meus pais.
12 Ouve, Senhor , a minha oração, escuta-me quando grito por socorro. Não fiques insensível às minhas lágrimas, porque sou forasteiro diante de ti, peregrino como todos os meus pais o foram.
13 Poupa-me, até que tome alento, antes que me vá e não seja mais.
13 Desvia de mim o olhar, para que eu tome alento, antes que eu passe e deixe de existir.

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