Provérbios 26

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Como a neve no verão, e como a chuva na sega, assim não fica bem para o tolo a honra.
1 Como a neve no verão e como a chuva no tempo da colheita, assim a honra não fica bem a um tolo.
2 Como ao pássaro o vaguear, como à andorinha o voar, assim a maldição sem causa não virá.
2 Como o pássaro que foge e como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem motivo não se cumpre.
3 O açoite é para o cavalo, o freio é para o jumento, e a vara é para as costas dos tolos.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos tolos.
4 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia; para que também não te faças semelhante a ele.
4 Não responda ao insensato segundo a sua tolice, para que você não se torne semelhante a ele.
5 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus próprios olhos.
5 Responda ao insensato segundo a sua tolice, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.
6 Os pés corta, e o dano sorve, aquele que manda mensagem pela mão dum tolo.
6 Como cortar os pés e sofrer dano, assim é mandar mensagens por meio de um tolo.
7 Como as pernas do coxo, que pendem flácidas, assim é o provérbio na boca dos tolos.
7 As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos tolos.
8 Como o que arma a funda com pedra preciosa, assim é aquele que concede honra ao tolo.
8 Como amarrar a pedra na funda, assim é dar honra a um tolo.
9 Como o espinho que entra na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
9 Como o espinho que entra na mão de um bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
10 O Poderoso, que formou todas as coisas, paga ao tolo, e recompensa ao transgressor.
10 Como um flecheiro que fere a todos, assim é o que contrata os tolos e os primeiros que passam.
11 Como o cão torna ao seu vômito, assim o tolo repete a sua estultícia.
11 Como o cão que volta ao seu próprio vômito, assim é o insensato que repete a sua tolice.
12 Tens visto o homem que é sábio a seus próprios olhos? Pode-se esperar mais do tolo do que dele.
12 Você viu alguém que é sábio aos seus próprios olhos? Há mais esperança para um tolo do que para ele.
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
13 O preguiçoso diz: “Um leão está no caminho! Um leão está no meio da rua!”
14 Como a porta gira nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama.
14 A porta gira nas dobradiças; o preguiçoso se vira na cama.
15 O preguiçoso esconde a sua mão ao seio; e cansa-se até de torná-la à sua boca.
15 O preguiçoso põe a mão no prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que respondem bem.
16 O preguiçoso é mais sábio aos seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem.
17 O que, passando, se põe em questão alheia, é como aquele que pega um cão pelas orelhas.
17 Quem se mete na discussão dos outros é como aquele que pega pelas orelhas um cão que vai passando.
18 Como o louco que solta faíscas, flechas, e mortandades,
18 Como o louco que lança fogo, flechas e morte,
19 Assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira.
19 assim é aquele que engana o seu próximo e diz: “Fiz isso por brincadeira.”
20 Sem lenha, o fogo se apagará; e não havendo intrigante, cessará a contenda.
20 Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo difamador, cessa a discórdia.
21 Como o carvão para as brasas, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
21 O que o carvão é para as brasas e a lenha é para o fogo, o briguento é para acender uma discussão.
22 As palavras do intrigante são como doces bocados; elas descem ao mais íntimo do ventre.
22 As palavras do difamador são comida fina, que desce para o mais interior do ventre.
23 Como o caco de vaso coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes com o coração maligno.
23 Como vaso de barro coberto de prata, assim são os lábios amorosos e o coração mau.
24 Aquele que odeia dissimula com seus lábios, mas no seu íntimo encobre o engano;
24 Quem odeia dissimula com os lábios, mas no seu íntimo esconde a falsidade;
25 Quando te suplicar com voz suave não te fies nele, porque abriga sete abominações no seu coração,
25 quando ele vier com palavras suaves, não acredite nele, porque tem sete abominações em seu coração.
26 Cujo ódio se encobre com engano, a sua maldade será exposta perante a congregação.
26 Ainda que o seu ódio se encubra com falsidade, a sua maldade será exposta aos olhos de todos.
27 O que cava uma cova cairá nela; e o que revolve a pedra, esta voltará sobre ele.
27 Quem abre uma cova acaba caindo nela; e a pedra rolará sobre quem a pôs em movimento.
28 A língua falsa odeia aos que ela fere, e a boca lisonjeira provoca a ruína.
28 A língua falsa odeia aqueles a quem engana, e a boca lisonjeira é causa de ruína.

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